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    Quinta-feira, Maio 31, 2007

    Realizada cirurgia a cancro da próstata sem sangue em paciente Testemunha de Jeová


    Tradução:
    http://www.onmedica.net/content.asp?c=40297&t=1
    Realizada cirurgia a cancro da próstata sem sangue em paciente Testemunha de Jeová
    30 de Maio de 2007
    A Equipa do OnMedica
    Médicos dos EUA realizaram uma prostatectomia laparoscópica numa Testemunha de Jeová de 55 anos.
    Procedimentos médicos envolvendo a perda se sangue são proibidos pelas Testemunhas de Jeová. Eles crêem que a Bíblia proíbe o armazenamento, consumo ou transfusão de sangue humano, mesmo em casos de emergência médica. A "doutrina quanto ao sangue" da sua fé proíbe os procedimentos cirúrgicos envolvendo a transfusão de sangue alogénico total.
    Mas a Testemunha de Jeová 'Reginald' a quem foi diagnosticado cancro na próstata, disponibilizou-se para consentir num tratamento ao cancro da próstata com insuficiência nervosa, chamado Prostatectomia Robótica da Vinci. Tirando partido da perícia operativa melhorada da robótica da Vinci e da sua superior ampliação, o cirurgião fez cinco incisões-chave em vez da incisão invasiva exigida em prostatectomia aberta.
    Pequenas incisões significam menos danos nervosos, menos dor, uma mais reduzida estadia no hospital e uma mais rápida remoção do catéter. Mais importante, no caso de Reginald, a Prostatectomia Robótica da Vinci pôde ser realizada com perdas de sangue inferiores a 100CC, o que é insignificante, e não apresentava desafios para as suas crenças religiosas.
    O procedimento foi executado pelo urologista David B. Samadi, M.D., Chefe da Cirurgia Robótica e Minimamente Invasiva da Faculdade der Medicina Monte Sinai em Manhattan, Nova Iorque.
    Comentando após a intervenção, Reginald disse: "As pessoas podem ser terrivelmente condescendentes quando tem a ver com a fé, especialmente quando se preocupam bastante para a aplicar na sua vida de modo prático. Não com o Doutor Samadi, o qual deixa uma excelente impressão. Ele está todo comprometido com a luta contra o cancro, além de estar atento e mostrar respeito pela minha fé. O Dr. Samadi é um amigo assim como meu médico. Estou muito grato por nos termos conhecido."
    Trad. por Carlos Queiroz

    Igreja paga mais de R$ 13 milhões a vítimas de abusos nos EUA


    http://g1.globo.com/Noticias/Mundo/0,,AA1551623-5602,00.html
    29/05/2007 - 23h58m - Atualizado em 30/05/2007 - 06h48m
    IGREJA PAGA MAIS DE R$ 13 MILHÕES A VÍTIMAS DE ABUSOS NOS EUA
    A Igreja Católica de Chicago pagou US$ 6,65 milhões (mais de R$ 13 milhões) em acordos extrajudiciários a 15 vítimas de abusos sexuais cometidos por 12 sacerdotes entre 1960 e 1990, confirmaram hoje fontes da arquidiocese.
    Jeffrey Anderson, advogado de uma das vítimas, afirmou em entrevista coletiva que os acordos foram fechados entre março de 2006 e março deste ano.
    Uma porta-voz da arquidiocese explicou que a maioria dos padres que teriam sido os autores desses abusos sexuais morreu ou foi proibida de exercer o sacerdócio. Ele acrescentou que até agora quase US$ 52 milhões (mais de R$ 100 milhões) foram pagos a 214 pessoas que apresentaram processos judiciais em casos de abusos sexuais.
    "A arquidiocese sempre leva qualquer denúncia de má conduta sexual muito a sério, e encoraja qualquer pessoa que tenha sido vítima de abusos de um sacerdote, um diácono ou alguns de seus empregados laicos que se apresente", afirmou.
    Kathy Laarveld, mãe de Keith Laarveld, que acusou o padre Vincent McCaffrey de ter abusado de seu filho durante quatro anos em sua própria casa, lembrou as agressões.
    "Aconteceu na minha casa. Eu estava ali. Estou muito orgulhosa de meu filho por ele estar disposto a revelar o que aconteceu para ajudar os outros", disse.
    McCaffrey e outros dois padres cumprem penas de prisão por abusos sexuais. A Igreja Católica dos Estados Unidos tem sido abalada nos últimos 10 anos por uma onda de denúncias de abusos cometidos por seus sacerdotes.

    Terça-feira, Maio 29, 2007

    Tratar pacientes como Testemunhas de Jeová poderia salvar vidas: declara um especialista


    Tradução:
    http://www.theage.com.au/news/national/treating-patients-like-jehovahs-witnesses-could-save-lives-expert/2007/05/27/1180205077463.html
    Tratar pacientes como Testemunhas de Jeová poderia salvar vidas: declara um especialista
    Dan Oakes 28 de Maio de 2007
    CIRURGIÕES poderiam salvar vidas se tratassem as pessoas como se fossem Testemunhas de Jeová, disse ontem um visitante especialista dos EUA numa conferência.
    Dirigindo-se perante a reunião científica anual do Colégio de Anestesistas da Austrália e da Nova Zelândia, o especialista cardiotorácico Bruce Spiess disse que as transfusões de sangue causam mais mal às pessoas do que as ajudam.
    As Testemunhas de Jeová recusam aceitar transfusões sanguíneas, mas o Professor Spiess disse que um estudo na Suécia feito a 499 Testemunhas mostrou que as taxas de sobrevivência eram maiores do que entre as pessoas que receberam transfusões.
    Ele descreveu as transfusões de sangue como "quase uma religião", porque os médicos as praticavam sem uma sólida evidência de que elas ajudavam.
    "A transfusão de sangue evoluiu como terapia médica e ela nunca foi testada como droga de destaque," disse. "Uma droga é testada quanto à sua segurança e eficácia, e a transfusão de sangue nunca foi testada nem num nem noutro sentido.
    "Há algumas pessoas por todo o mundo que estão a chegar a essa mesma conclusão e está a tornar-se mais óbvio que os velhos riscos da hepatite e da SIDA têm sido derrotados pelos bancos de sangue, e aquilo com que estamos a lidar agora são eventos que pioram a situação dos pacientes."
    As transfusões aumentaram a probabilidade de complicações pós-operativas, incluindo pneumonia e outras infecções.
    "Acho que precisamos de dar atenção a todos os mecanismos que pudermos para manter o próprio sangue da pessoa," disse o Professor Spiess.
    "Se tivermos de intervir numa cirurgia, devíamos tratar eticamente cada pessoa como se fosse uma Testemunha de Jeová e dizer 'o meu objectivo é não lhe fazer uma transfusão e usar qualquer outra técnica que eu possa, e então só em última análise transfudir-lhe'."
    Ele enfatizou que, em casos de traumatismo grave, as transfusões sanguíneas foram necessárias, mas observou que a maioria das transfusões foram de comparativamente pequenas quantidades de sangue.
    Outra área em que o Professor Spiess é proeminente é a do sangue sintético, o qual é composto de fluorocarbonos semelhantes ao teflon que transportam oxigénio muito melhor do que o nosso próprio sangue.
    "Acabámos de completar um estudo sobre traumatismos cranianos — falamos de acidentes com veículos motorizados e com armas e traumatismos na cabeça — e obtivemos um caminho mais directo para com o traumatismo na cabeça usando os fluorocarbonos como um modo de levar oxigénio ao crânio traumatizado."
    O Professor Spiess está também a fazer pesquisas sobre o uso de sangue sintético como cura para a doença da descompressão, sob a alçada da Marinha dos EUA.
    Trad. por Carlos Queiroz

    Segunda-feira, Maio 28, 2007

    República da Arménia e Nagorno-Karabakh: Objectores de consciência

    Tradução:
    http://www.jw-media.org/newsroom/index.htm?content=/region/europe/armenia/english/releases/conscientious_obj/arm_e070525.htm
    Para publicação imediata 28 de Maio de 2007
    Objectores de consciência
    REPÚBLICA DA ARMÉNIA E NAGORNO-KARABAKH
    *


    1 de Maio de 2007
    Há actualmente 73 Testemunhas de Jeová na prisão devido à sua recusa de consciência ao serviço militar por motivos religiosos. Destes, 63 foram julgadas e condenados e 10 foram acusados e estão a aguardar julgamento. Os nomes, datas de prisão, fundamentação legal (sob o Código Penal
    1), a duração da pena e as actuais localizações são como segue:
    Sessenta e três Testemunhas de Jeová foram julgadas e condenadas:
    Nome Data da prisão Fundamentação/Sentença Localização
    *Areg Avanesyan 16 de Fevereiro de 2005 § 327 III , 48 meses2 Instituição Penal Shushi
    Senik Petrosyan 6 de Dezembro de 2005 § 327 I , 18 meses
    3 Instituição Penal Erebuni
    Avetik Yenokyan 13 de Dezembro de 2005 § 327 I, 24 meses Instituição Penal Erebuni
    Tigran Baldryan 13 de Dezembro de 2005 § 327 I, 18 meses Instituição Penal Erebuni
    Jirayr Mosoyan 26 de Dezembro de 2005 § 327 I, 18 meses Instituição Penal Erebuni
    Gor Gevorgyan 4 de Janeiro de 2006 § 327 I, 24 meses Instituição Penal Erebuni
    Khachik Kerobyan 11 de Janeiro de 2006 § 327 I, 24 meses Instituição Penal Erebuni
    Hayk Ohanyan 12 de Janeiro de 2006 § 327 I, 24 meses Instituição Penal Erebuni
    Eduard Ghazaryan 7 de Fevereiro de 2006 § 327 I, 24 meses Instituição Penal Erebuni
    Levon Fahradyan 8 de Fevereiro de 2006 § 327 I, 20 meses Instituição Penal Erebuni
    Kerob Safaryan 9 de Fevereiro de 2006 § 327 I, 24 meses Instituição Penal Erebuni
    Vigen Pogosyan 9 de Fevereiro de 2006 § 327 I, 24 meses Instituição Penal Erebuni
    Artem Svazyan 15 de Fevereiro de 2006 § 327 I, 18 meses Instituição Penal Erebuni
    Henrik Danielyan 15 de Fevereiro de 2006 § 327 I, 18 meses Instituição Penal Erebuni
    Hamlet Najaryan 27 de Fevereiro de 2006 § 327 I, 24 meses Instituição Penal Erebuni
    Kamo Tadevosyan 27 de Fevereiro de 2006 § 327 I, 18 meses Instituição Penal Erebuni
    Gagik Begjanyan 4 de Abril de 2006 § 327 I, 18 meses Instituição Penal Erebuni
    Samvel Davtyan 4 de Abril de 2006 § 327 I, 30 meses Instituição Penal Erebuni
    Artur Vanyan 13 de Abril de 2006 § 327 I, 18 meses Instituição Penal Erebuni
    Karen Tsughunyan 13 de Abril de 2006 § 327 I, 18 meses Instituição Penal Erebuni
    Martiros Vanyan 13 de Abril de 2006 § 327 I, 18 meses Instituição Penal Erebuni
    Hayk Mghitaryan 18 de Maio de 2006 § 327 I, 24 meses Instituição Penal Erebuni
    Sarkis Hakopyan 24 de Maio de 2006 § 327 I, 18 meses Instituição Penal Erebuni
    Hrachya Tsaturyan 30 de Maio de 2006 § 327 I, 18 meses Instituição Penal Erebuni
    Aram Davtyan 3 de Julho de 2006 § 327 I, 30 meses Instituição Penal Erebuni
    Artur Stepanyan 3 de Julho de 2006 § 327 I, 24 meses Instituição Penal Erebuni
    Hayk Avetisyan 17 de Julho de 2006 § 327 I, 30 meses Instituição Penal Erebuni
    Tigran Hovhannisyan 19 de Julho de 2006 § 327 I, 24 meses Instituição Penal Erebuni
    David Mirzoyan 20 de Julho de 2006 § 327 I, 24 meses Instituição Penal Erebuni
    Hovhannes Yavrumyan 20 de Agosto de 2006 § 327 I, 18 meses Instituição Penal Erebuni
    Edgar Kirakosyan 22 de Agosto de 2006 § 327 I, 24 meses Instituição Penal Erebuni
    Gor Sukiasyan 22 de Agosto de 2006 § 327 I, 30 meses Instituição Penal Erebuni
    Asatur Sargsyan 24 de Agosto de 2006 § 327 I, 30 meses Instituição Penal Erebuni
    Mushegh Avetisyan 30 de Agosto de 2006 § 327 I, 30 meses Instituição Penal Erebuni
    Jirayr Zakaryan 2 de Setembro de 2006 § 327 I, 30 meses Instituição Penal Erebuni
    Gevorg Karapetyan 6 de Setembro de 2006 § 327 I, 30 meses Instituição Penal Erebuni
    Hayk Gogjyan 6 de Setembro de 2006 § 327 I, 24 meses Instituição Penal Erebuni
    Nikol Yervandyan 6 de Setembro de 2006 § 327 I, 30 meses Instituição Penal Erebuni
    Vahe Mejlumyan 6 de Setembro de 2006 § 327 I, 36 meses Instituição de Detenção Prejulgamento Nubarashen
    Artur Hovhannisyan 7 de Setembro de 2006 § 327 I, 24 meses Instituição Penal Erebuni
    Hovhannes Karapetyan 7 de Setembro de 2006 § 327 I, 22 meses Instituição Penal Erebuni
    Argishti Eghiazaryan 11 de Setembro de 2006 § 327 I , 30 meses
    4 Instituição Penal Erebuni
    Karen Botukyan 12 de Setembro de 2006 § 327 I, 24 meses Instituição Penal Artik
    Artak Kocharyan 12 de Setembro de 2006 § 327 I, 30 meses Instituição Penal Erebuni
    Daniel Alaverdyan 15 de Setembro de 2006 § 327 I, 18 meses Instituição Penal Erebuni
    Vahagn Yeghiazaryan 20 de Setembro de 2006 § 327 I, 30 meses Instituição Penal Erebuni
    Nikolay Gasparyan 25 de Setembro de 2006 § 327 I, 36 meses Instituição Penal Erebuni
    Taron Lalayan 25 de Setembro de 2006 § 327 I, 30 meses Instituição Penal Artik
    Hovhannes Khachatryan 22 de Novembro de 2006 § 327 I, 24 meses Instituição Penal Artik
    Narek Ohanjanyan 28 de Novembro de 2006 § 327 I, 18 meses Instituição Penal Artik
    Vahe Musaelyan 28 de Novembro de 2006 § 327 I, 30 meses Instituição Penal Erebuni
    Hrachya Khachatryan 8 de Dezembro de 2006 § 327 I, 30 meses Instituição de Detenção Prejulgamento Nubarashen
    Albert Balyan 13 de Dezembro de 2006 § 327 I, 30 meses Instituição Penal Artik
    Emil Hyrapetyan 21 de Dezembro de 2006 § 327 I, 24 meses Instituição Penal Artik
    Gagik Kochinyan 27 de Dezembro de 2006 § 327 I, 30 meses Instituição Penal Artik
    Yerem Hovhannisyan 10 de Janeiro de 2007 § 327 I, 36 meses Instituição de Detenção Prejulgamento Nubarashen
    Sayad Tovmasyan 10 de Janeiro de 2007 § 327 I, 36 meses Instituição de Detenção Prejulgamento Nubarashen
    David Gyozalyan 12 de Janeiro de 2007 § 364 I , 18 meses
    5 Instituição de Detenção Prejulgamento Goris
    Aram Yelchyan 13 de Fevereiro de 2007 § 327 I, 30 meses Instituição de Detenção Prejulgamento Nubarashen
    Gevorg Hovsepyan 3 de Março de 2007 § 327 I, 30 meses Instituição de Detenção Prejulgamento Nubarashen
    Gnuni Barseghyan 16 de Março de 2007 § 327 I, 24 meses Instituição de Detenção Prejulgamento Nubarashen
    Vahan Babayan 16 de Março de 2007 § 327 I, 30 meses Instituição de Detenção Prejulgamento Nubarashen
    Hakop Babayan 16 de Março de 2007 § 327 I, 27 meses Instituição de Detenção Prejulgamento Nubarashen
    Dez Testemunhas de Jeová foram acusadas e estão a aguardar julgamento:
    Nome Data da prisão Fundamentação/Sentença Localização
    Karapet Barseghyan 7 de Fevereiro de 2007 § 327 I Instituição de Detenção Prejulgamento Nubarashen
    Senik Harutyunyan 15 de Fevereiro de 2007 § 327 I Instituição Penal Artik
    Armen Zurabyan 27 de Fevereiro de 2007 § 327 I Instituição de Detenção Prejulgamento Nubarashen
    Sevada Grigoryan 12 de Março de 2007 § 327 I Instituição de Detenção Prejulgamento Nubarashen
    Bagrat Pirgulyan 15 de Março de 2007 § 327 I Instituição de Detenção Prejulgamento Nubarashen
    Karen Safaryan 15 de Março de 2007 § 327 I Instituição de Detenção Prejulgamento Nubarashen
    Vigen Yeghiazaryan 15 de Março de 2007 § 327 I Instituição de Detenção Prejulgamento Nubarashen
    Kajik Harutyunyan 18 de Março de 2007 § 327 I Instituição de Detenção Prejulgamento Nubarashen
    Gevorg Karapetyan 5 de Abril de 2007 § 327 I Instituição de Detenção Prejulgamento Nubarashen
    Armen Kirakosyan 18 de Abril de 2007 § 327 I Instituição de Detenção Prejulgamento Nubarashen
    1 O Código Penal da República de Nagorno-Karabakh é completamente idêntico aoi da República da Arménia.
    2 O Artigo 327 III declara: A acção contemplada nas partes 1 or 2 deste artigo, se comitida em condições de lei marcial, em tempo de guerra ou durante acções militares, é punida com prisão de 4 a 8 anos.
    3 O Artigo 327 I declara: A evasão recorrente do alistamento militar ou da convocatória para serviço alternativo, exercício militar ou mobilização, sem qualquer ordem definida pela legislação da RA como motivo de isenção, é punida com pena de prisão de dois meses, ou prisão a uma pena máxima de 3 anos (modificado em 16.12.2005).
    4 O Artigo 327 I declara: A evasão recorrente do alistamento militar ou da convocatória para serviço alternativo, exercício militar ou mobilização, sem qualquer ordem definida pela legislação da RA como motivo de isenção, é punida com prisão a uma pena máxima de dois meses, ou prisão a uma pena máxima de 3 anos (modificado em 16.12.2005).
    5 O Artigo 364 I declara: 1. A recusa de um recruta em cumprir o serviço militar ou alguns deveres relacionados, se for acompanhada pela sua actual interrupção, é punida com pena de prisão de até 3 meses, ou com pena de detenção disciplinar de até 2 anos, ou prisão de até 2 anos.
    Copyright © 2007 Watch Tower Bible and Tract Society of Pennsylvania. All rights reserved.

    Trad. por Carlos Queiroz

    Chineses querem censurar Bíblia para menores de 18 anos




    http://g1.globo.com/Noticias/Mundo/0,,MUL42990-5602,00.html
    27/05/2007 - 16h42 - Atualizado em 27/05/2007 - 17h29
    Chineses querem censurar Bíblia para menores de 18 anos
    Campanha começou em um site que diz que livro tem violência, estupro e incesto. Órgão responsável pela classificação dos meios de comunicação negou os pedidos.
    Do G1, em São Paulo, com agências
    O órgão regulador dos meios de comunicação em Hong Kong recebeu na última semana 2.041 pedidos para que a Bíblia fosse considerada uma publicação “indecente” por causa de seu conteúdo violento e sexual – que inclui estupro e incesto.

    arte
    A equipe de arte do G1 imaginou a proibição da Bíblia na China (Ilustração:G1)
    A entidade reguladora rejeitou os pedidos, dizendo que a Bíblia não violou padrões de moralidade, decência e retidão aceitos pelos membros da comunidade. “A Bíblia é um texto religioso que faz parte da civilização. Tem passado de geração para geração”, declarou a Tela em um comunicado divulgado na quinta-feira (17). Concluiu dizendo que não vai submeter o livro sagrado ao tribunal de publicações obscenas.
    O movimento anti-Bíblia começou depois do rebuliço provocado pela coluna de sexo de uma revista de estudantes. Ela foi classificada como indecente pelas autoridades depois de perguntar aos leitores se eles já tinham fantasiado sobre incesto e bestialidades.

    Publicações com essa classificação em Hong Kong só podem ser compradas por pessoas maiores de idade e devem ser lacradas com um aviso de advertência sobre seu conteúdo.
    Logo depois desse episódio, um site lançou uma campanha pedindo que a Bíblia tivesse a mesma qualificação, citando passagens que continham sexo e violência “piores que as da coluna de sexo da revista”.

    Sexta-feira, Maio 25, 2007

    Rescaldo de escândalo com padres pedófilos: Arcebispado de Boston vende instalações a uma universidade por falta de dinheiro e de fiéis






    Arcebispado de Boston vende instalações a uma universidade por falta de dinheiro e de fiéis


    24.05.2007 - 23h52 Lusa
    David Clifford/PÚBLICO (arquivo)


    O arcebispo de Boston acordou com mais de 500 vítimas de padres pedófilos uma indemnização de 90 milhões de dólares
    O Arcebispado de Boston, onde há alguns anos estalou um escândalo de padres pedófilos, decidiu vender as suas instalações administrativas a uma universidade, devido a dificuldades financeiras e ao decréscimo de fiéis, noticiou hoje o jornal “Boston Globe”.
    As instalações, que incluem vários edifícios e mais de sete hectares de terreno, deverão ser vendidas a uma universidade de Boston por 65 milhões de dólares (48,3 milhões de euros).A administração do arcebispado, que emprega 200 pessoas, será transferida para um edifício de escritórios.


    Há três anos, o arcebispado tinha anunciado a venda da residência do arcebispo e a extinção de 65 paróquias (20 por cento do total) devido a problemas financeiros e à diminuição do número de fiéis.


    Em 2003, o arcebispo de Boston acordou com o advogado de mais de 500 vítimas de padres pedófilos uma indemnização de 90 milhões de dólares (67 milhões de euros).
    ________________________________________________
    Meus comentários:
    O abuso sexual praticado por pedófilos é uma grave ameaça às crianças no mundo inteiro. Uma informação do Instituto Australiano de Criminologia define assim a palavra pedofilia: ‘Pedofilia significa atração sexual por crianças. Envolve sempre a prática de crimes tais como agressão sexual, indecência e delitos relacionados com a pornografia infantil.’
    De todo o mundo vêm relatos nauseantes sobre gananciosas quadrilhas de pedófilos que exploram sexualmente as crianças. As vítimas são tanto meninos como meninas. Aliciadas por homens inescrupulosos, elas sofrem abusos sexuais e depois são ameaçadas ou então engodadas para que permaneçam no "clube". Muitos dos homens que promovem tais actos vis são destacados líderes comunitários e, em certos casos, fazem isso com a conivência da polícia e da justiça.
    O abuso sexual de menores praticado por clérigos também vem causando repulsa. Notícias do mundo inteiro revelam a dimensão desse tipo de abuso, às vezes praticado até mesmo em nome de Deus. Por exemplo, um sacerdote anglicano condenado dizia à sua vítima, um menino de dez anos: ‘Deus fala por meu intermédio, e ele ama tudo o que eu ou você fizermos, de modo que é correto.’
    Na Austrália, uma crítica do livro The Battle and the Backlash: The Child Sexual Abuse War, algo como "A Batalha e os Reflexos Negativos: A Guerra do Abuso Sexual de Crianças", comentou a respeito do abuso de menores praticado por clérigos e outros em cargos de confiança. Dizia que as organizações envolvidas aparentemente se preocupam em minimizar o prejuízo causado a sua própria imagem, e em proteger a si mesmas em vez de as crianças indefesas.


    Carlos Queiroz

    Um em cada dois estudantes faz «batota»


    http://www.portugaldiario.iol.pt/noticia.php?id=813124&div_id=291
    Um em cada dois estudantes faz «batota»
    2007/05/25 00:15
    Revela estudo que acrescenta que «muito poucos têm remorsos»
    Cerca de 61 por cento dos estudantes faz «batota» nos exames e muito poucos (apenas 16,5 por cento) têm remorsos, afirma um estudo norte-americano publicado esta quinta-feira e que abrangeu trinta mil estudantes.
    «Curiosamente, descobrimos que os batoteiros obtêm sucesso e os que têm sucesso fazem "batota" frequentemente», afirmou Ricky Van Veen, editor chefe do sítio CollegeHumor.com, que efectuou o estudo, citado pela agência Lusa.
    Os rapazes fazem-no mais frequentemente do que as raparigas: 64,8 por cento contra 42 por cento. Curiosamente, os que afirmam ser religiosos são os que fazem mais batota, 65,4 por cento, contra os que não o são, 58,3 por cento.
    As velhas técnicas são as melhores: olhar por cima do ombro do colega do lado (14,5 por cento), ou obter o enunciado de um colega que fez o teste mais cedo (9,2 por cento). Alguns utilizam técnicas mais sofisticadas e memorizam as respostas numa calculadora (11,1 por cento).
    Praticamente metade dos estudantes (45,9 por cento) aceita ajudar um colega a fazer «batota». Mais de três quartos (77,4 por cento) não pede nada em troca mas 3,9 por cento pede dinheiro.

    Beauce, Canadá: Uma igreja cogumelo




    Tradução:
    http://www.editionbeauce.com/actualites.asp?nID=3185

    Foto: Paul-André Parent

    Uma igreja cogumelo
    24/5/2007 2:51:42 AM
    Por Paul-André Parent
    Os trabalhos de erecção iniciaram-se há dois fins de semana. Tudo ficará terminado este fim de semana com um primeiro serviço religioso no domingo. Trata-se do novo Salão do Reino das Testemunhas de Jeová. Aqueles que tiveram a oportunidade de circular na alameda Lacroix, da saída sul da cidade, no sector da estalagem Benedict Arnold puderam constatar o progresso mais do que rápido dos trabalhos.
    Nós juntámos o presidente da Comissão de Construção, Claude Frenette, e um pioneiro das Testemunhas de Saint-Georges, David Russell, para sabermos antecipadamente acerca do assunto e acerca do cumprimento dos prazos. Notemos à partida que esta maneira de fazer as coisas é nova. Comummente, constrói-se em duas semanas com a ajuda de centenas de voluntários a tempo inteiro. Desta vez, decidiu-se realizar tudo em três fins de semana com alguma intervenção durante a semana.
    A construção é de 70 por 70. A base foi realizada sob a direcção da Comissão Regional no decurso das semanas precedentes. A edificação e o acabamento são obra da comissão local presidida por Frenette. O trabalho é realizado por equipas especializadas que provêm um pouco de toda a parte de acordo com as necessidades de cada fim de semana. Assim, na última semana, 15 equipas de pedreiros precisaram de dia e meio para colocar os tijolos das paredes exteriores, e, ao longo do próximo fim de semana, proceder-se-á à terraplanagem exterior e aos diversos trabalhos de acabamentos no interior, como a colocação dos pavimentos, pintura e outros.
    Em cada fim de semana, portanto, podem-se encontrar centenas de trabalhadores no local, como formigas, ocupadas a trabalhar. Tudo está previsto. Os materiais estão previamente no local, as tarefas de cada um determinadas. Todos os serviços estão à disposição no local. Até mesmo as refeições são servidas no local. Estas são voluntariamente preparadas por cozinheiros profissionais recrutados para a ocasião ou por mulheres da região durante a semana.
    Se não houver nada mais para fazer, e este não é geralmente o caso, tudo estará ornamentado para a cerimónia religiosa que aí terá lugar no domingo. Mesmo o mau tempo, como no último fim de semana, não conseguiu atrasar os trabalhos.
    Nossa foto: A erecção do Salão do Reino das Testemunhas de Jeová de Saint-Georges iniciou-se há dois fins de semana. Tudo deverá estar acabado neste fim de semana.
    Trad. por Carlos Queiroz

    Brasil: Empregada demitida por se recusar a usar símbolo natalino recebe indenização por danos morais






    http://www.iob.com.br/noticiadb.asp?area=juridicas&noticia=71802

    Empregada demitida por se recusar a usar símbolo natalino recebe indenização por danos morais
    Publicado em 15/05/2007 11:14
    A terceira turma do Tribunal Regional do Trabalho condenou a empresa M. S. Perfumaria Ltda a pagar indenização de R$ 10 mil por danos morais por ter mantido a funcionária E.R.C. durante três dias no estoque da loja, impedindo-a que trabalhasse e coagindo-a a pedir demissão.
    A decisão da Juíza relatora, Gisele Pereira Alexandrino (que adaptou o voto baseando-se na fundamentação da Juíza revisora, Ligia Maria Teixeira Gouvêa), confirmou a sentença de 1º grau, proferida pela juíza Sonia Maria Ferreira Roberts, titular da 1ª Vara do Trabalho de Balneário Camboriú. O motivo do conflito: um broche de papel em forma de anjo.
    A discórdia começou quando a autora da ação trabalhista recusou-se a usar o ícone em razão da religião que professa – Testemunhas de Jeová – não comemorar o Natal e não acreditar em imagens religiosas. O broche fazia parte da campanha natalina da empresa franqueadora (O Boticário) da ré, que dispensou a funcionária assim que ela comunicou a recusa.
    O problema maior aconteceu quando E.R.C foi assinar sua rescisão contratual: no termo constava como se estivesse pedindo demissão. Mandada de volta à loja pela empregadora para acertar de vez sua situação, a funcionária manteve sua posição de não utilizar o broche e acabou sendo deslocada para o setor de estoque da perfumaria, onde foi proibida de trabalhar e recebeu advertências durante três dias. No quarto dia, assinou o pedido de demissão.
    “A situação a que a autora foi submetida, sem dúvida, gerou uma violência psíquica à trabalhadora. Além de privada de seu direito ao trabalho, o deslocamento ocasionou humilhação e sentimento de inferioridade. Houve, sim, lesão a direito indisponível por ato comissivo e conduta abusiva da ré”, relatou a decisão de 2ª instância.
    O juízo de 1ª instância destacou ainda outro aspecto: a prevalência do direito fundamental à liberdade de religião, garantido pela Constituição Federal, sobre o direito de mando ou direção do empregador. “A empresa não equivale a uma zona franca, segregada da sociedade, na qual, em nome do poder disciplinar, os direitos fundamentais do cidadão deixam de ser aplicados”, sustentou a sentença da Juíza Sônia Roberts.
    (Os dados do processo não foram fornecidos pela fonte).
    Fonte: Tribunal Regional do Trabalho da 12ª Região

    Sangue de plástico


    http://bomdiabrasil.globo.com/Jornalismo/BDBR/0,,AA1547338-3682-680324,00.html
    24.05.2007
    Sangue de plástico
    Novidade na ciência – e, quem sabe, em pouco tempo, na medicina: sangue fabricado em laboratório. Os cientistas acreditam que o sangue de plástico é a descoberta do “Santo Graal”.
    Reportagem: Marcos Losekann (Londres)
    É vermelho, é vital, mas não corre nas veias. Vem do petróleo. Fabricado em laboratório, é transportável na forma de pasta e pode ser dissolvido em água. É sangue de plástico.
    “Não é o tipo de plástico com que estamos acostumado a lidar no nosso dia a dia”, explica o professor Lance Twyman, cientista da Universidade Sheffield, da Inglaterra.
    “É um plástico refinado, de onde retiramos moléculas similares à hemoglobina, um pigmento responsável pela fixação do oxigênio e de sua transferência para as células do corpo”, acrescentou Lance Twyman.
    Em outras palavras, é sangue artificial. Artificial, mas que pode funcionar. Em testes de laboratório, já deu certo, segundo o professor Twyman. É como sangue de bolso.
    A idéia é desenvolver o produto em grande escala para ser usado, principalmente, em situações de emergência: em áreas de conflito, por exemplo, onde os bancos de sangue natural nem sempre estão com estoques suficientes para salvar vidas.
    A invenção foi apresentada no Museu da Ciência, em Londres, em uma feira sobre as 1.001 utilidades do plástico. Ainda é um projeto que requer investimento e pesquisa, mas é já é um alento, uma nova arma a favor da medicina.
    Transplante de órgãos, fertilização in vitro, clonagem de seres vivos – a ciência não pára de evoluir nem surpreender. Os cientistas comemoram. Acreditam que o sangue de plástico é a descoberta do “Santo Graal”.
    Mas já há quem ache que a ciência, que tenta imitar Deus, anda passando da conta. Trata-se de uma discussão que tem deixado muita gente de sangue quente.

    Quarta-feira, Maio 23, 2007

    Terrence Howard: 'Eu seria uma Testemunha'



    http://www.npr.org/templates/story/story.php?storyId=10320391

    Entrevistas
    Terrence Howard: 'Eu seria uma Testemunha'
    Foto:
    O actor Terrence Howard nomeado para o Prémio da Academia assiste à cerimónia de atribuição dos 78ºs Prémios Anuais da Academia em Março de 2006 em Los Angeles. AFP/Getty Images
    “No meu coração, eu queria ser uma Testemunha. Se não fosse por causa do fumo de cigarros e tudo o mais ... eu seria uma Testemunha.”
    Actor Terrence Howard

    Tell Me More, 22 de Maio de 2007 · Como anfitrião da série de documentários da PBS intitulada Independent Lens (Lentes Independentes), o actor Terrence Howard apresenta aos espectadores o filme Knocking. É uma olhada ao interior da religião das Testemunhas de Jeová. Ele conversa francamente com a NPR acerca do filme e da sua ligação especial com a fé.
    Howard orgulha-se de escolher papéis que lhe digam alguma coisa. É uma questão de ética que sempre abraçou ao longo da sua carreira em Hollywood, demonstrada através das suas representações em filmes tais como Mr. Holland's Opus, Crash, Lackawanna Blues e, mais recentemente, em Pride. a sua nomeação para o Prémio da Academia em Hustle & Flow ajudou-o a tornar-se um pessoa mais ligada à família. Com todo esse esplendor, a sua ascensão para a fama é mais familiar, para a maior parte das pessoas, do que a sua caminhada espiritual.
    Howard passou a expor a sua ligação às Testemunhas de Jeová quando ainda em criança:
    "Eu cruzei-me com [as Testemunhas de Jeová] e, assim como faz a maior parte das pessoas, foi-me dito que, quando ouvisse as Testemunhas de Jeová ou as visse a caminhar na rua, deveria correr imediatamente as cortinas e fazer como se não estivesse ninguém em casa, e eu sempre quis saber algo sobre isso."
    Howard embarcou mais tarde na sua própria exploração da fé. Como jovem adulto, começou a abraçar os princípios da religião.
    Agora, 17 anos depois, e com uma carreira em Hollywood que continua em ascensão, ele está aberto com respeito a um conflito pessoal em curso: a sua fé.
    "Sou como a maioria das pessoas no mundo. Sou um pouco egotista quanto àquilo que quero. Gosto de fazer as minhas coisas, à minha maneira," disse o actor. "No meu coração, eu queria ser uma Testemunha. Se não fosse por causa do fumo de cigarros e de tudo o mais ... eu seria uma Testemunha."
    O actor tem ainda de partilhar as suas aspirações espirituais com os seus profissionais. Mas ele planeia prosseguir com o seu desejo de se tornar uma Testemunha de Jeová activa.
    "Demora, por vezes, um certo tempo para alguém se qualificar. Mas temos de nos qualificar para se manter na corrida. Eu estou a exercitar-me," disse.
    Knocking é uma produção de Joel P. Engardio e Tom Shepard.
    Trad. por Carlos Queiroz

    Penas dos primeiros dinossauros eram afinal colagénio



    Penas dos primeiros dinossauros eram afinal colagénio

    23.05.2007 - 12h12 AFP
    Os vestígios de penas encontrados nos fósseis do Sinosauropteryx, considerado o primeiro "dinossauros-ave", são na verdade sinais de colagénio, uma proteína que dá rigidez à pele, lê-se num estudo publicado hoje na revista científica "Proceedings of the Royal Society B".
    O colagénio é uma proteína fibrosa cujo papel é semelhante ao de uma armadura com diferentes constituições, consoante a sua localização no corpo, que intervém no processo de cicatrização.

    A estrutura desta glicoproteína foi atribuída, de forma errada, às plumas primitivas, afirma a equipa de investigadores da Universidade KwaZulu-Natal, em Durban (África do Sul), liderada por Theagarten Lingham-Soliar.

    O Sinosauropteryx, que viveu há 130 milhões de anos no nordeste da China, na região de Liaoning, foi descrito como um animal carnívoro com penas, da dimensão dos perus. Apesar da sua incapacidade para voar, era dotado de uma longa cauda, semelhante à das primeiras aves.

    Agora, uma análise microscópica da cauda deste novo fóssil contradiz esta interpretação inicial.

    A equipa de Lingham-Soliar, em parceria com o norte-americano Alan Fedducia, da Universidade da Carolina do Norte, e Xiaolin Wang, da Academia de Ciências de Pequim, acredita que as estruturas que supostamente correspondiam à cauda e às penas são, na verdade, uma espécie de escamas de colagénio, idênticas ao que se observa na pele dos tubarões ou dos répteis.

    As fibras analisadas ao microscópio apresentam um aspecto perlado e podem ser provenientes da ressecação dos tecidos após a morte do animal.

    As famosas plumas não seriam, por conseguinte, mais do que restos de uma camada de colagénio que davam a este pequeno dinossauro uma armadura protectora.
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    Meus comentários:

    Isto supostamente não deveria acontecer. Não nos sagrados institutos de pesquisas científicas. Não numa área em que pesquisadores desapaixonados e objectivos da verdade labutam incansavelmente nos seus laboratórios. Não onde pesquisadores dedicados, comprometidos com o encontrar da verdade, não importa ao que as pesquisas possam levar, procuram desvendar os segredos da natureza. Isso não deveria acontecer num conjunto unido de homens e mulheres que combatem, ombro a ombro, para anular as devastações causadas pela doença, para a bênção da humanidade.
    Quem é que suspeitaria que cientistas dedicados como estes manipulariam dados para apoiar seus argumentos? Ou seleccionariam o que apoia sua teoria e desconsiderariam o que não apoia? Ou registrariam experiências que jamais realizaram e falsificariam dados para reforçar conclusões que não poderiam provar? Ou relatariam estudos que jamais fizeram e afirmariam ser autores de artigos que jamais prepararam ou que nem sequer viram? Quem suspeitaria de tais trapaças nos institutos de pesquisas científicas?
    Isto não deveria acontecer, mas acontece. Certa vez, uma revista científica noticiou: "Suborno, fraude e conduta incorrecta são abundantes entre os pesquisadores médicos americanos, segundo uma grave denúncia publicada por uma comissão do Congresso dos EUA esta semana. O relatório dizia que os Institutos Nacionais de Saúde ‘puseram em perigo a saúde pública’ por deixarem de policiar os cientistas por eles apoiados." — Revista New Scientist, de 15 de Setembro de 1990.
    A maioria dos casos consiste em trapaças chamadas de conduta inapropriada, mas outras são patentes fraudes. Assim foi rotulado o caso da Dra. Thereza Imanishi-Kari e cinco co-autores de um documento que "descrevia uma inserção indirecta de um gene estranho em células imunes...". (Science News, de 11 de Maio de 1991) Este teria sido um passo importante na pesquisa, excepto pelo facto de que, pelos vistos, jamais aconteceu.

    Relatório da Amnistia Internacional: Mundo ainda mais perigoso do que no auge da guerra fria



    Mundo ainda mais perigoso do que no auge da guerra fria

    23.05.2007 - 09h17 Jorge Heitor
    "Quando encaramos os outros como uma ameaça e estamos dispostos a negociar os seus direitos humanos em troca da nossa segurança, estamos a jogar um jogo sem vencedores", afirma a secretária-geral da Amnistia Internacional (AI), Irene Zubaida Khan, na mensagem que hoje acompanha a divulgação do relatório anual daquela organização não-governamental com sede em Londres.
    "O mundo encontra-se tão polarizado como no auge da guerra fria, e em muitos aspectos mais perigoso. Os princípios universais que nos deviam unir estão a ser desbaratados em nome da segurança. A agenda é ditada pelo medo - instigado, encorajado e sustentado por líderes sem princípios", acrescenta aquela jurista de 50 anos natural do Bangladesh.

    "As políticas do medo tornaram-se mais complexas com o aparecimento de grupos armados e grandes grupos empresariais que cometem ou permitem abusos dos direitos humanos. Governos fracos e instituições internacionais ineficazes são incapazes de os fazer responder pelos seus actos, deixando as pessoas vulneráveis", prossegue Irene Khan.

    O primeiro-ministro australiano, John Howard, o Presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, e o do Sudão, Omar al-Bashir, são evocados entre os que recorrem ao medo (de imigrantes, do terrorismo ou de invasões estrangeiras) para reforçarem o seu poder. E considera-se que "os trabalhadores migrantes alimentam o motor da economia mundial".

    O desafio da globalização"

    A marginalização de uma enorme parte da humanidade não deve ser encarada como um custo inevitável da prosperidade global. Não existe nada de inevitável nas políticas e decisões que negam às pessoas os direitos económicos e sociais", afirma a secretária-geral. E logo recorda que, na África, na Ásia e na América Latina, milhões de pessoas estão a ser expulsas das suas terras "sem direito a um processo justo, pagamento de compensações ou direito a alojamento alternativo".

    Os africanos, que "têm sido há muito vítimas da ganância dos governos e empresas ocidentais, enfrentam agora um novo desafio por parte da China", diz Irene Khan, segundo a qual "as normas de saúde, segurança e tratamento dos trabalhadores por parte das empresas chinesas estão aquém dos padrões internacionais".

    Noutro ponto deste longo libelo acusatório sublinha-se que "a procura de terras, madeira e recursos minerais por parte das grandes empresas está a ameaçar a identidade cultural e a subsistência diária de muitas comunidades na América Latina", algumas das quais se encontram em risco de sobrevivência.

    Na Rússia, "os crimes de ódio contra estrangeiros e minorias são comuns, mas até há pouco eram raramente julgados, porque se alimentavam da propaganda nacionalista das autoridades", entendem os autores do relatório que hoje de manhã será apresentado em Londres e do qual o PÚBLICO obteve antecipadamente uma cópia.

    Um dos múltiplos aspectos deste diagnóstico do mundo contemporâneo é o das atitudes anticiganas na União Europeia, "com a segregação e a discriminação na educação, saúde e habitação, e a exclusão da vida pública a persistirem em alguns países". A população de etnia cigana é considerada a maior, mais pobre e jovem minoria da Europa, com um número calculado entre 9 e 12 milhões.

    Declara-se ainda neste trabalho anual da mais importante organização não-governamental de direitos humanos agora apresentado na capital britânica que os incidentes de islamofobia e anti-semitismo são cada vez mais evidentes na comunidade internacional e que em muitas partes do mundo o sentimento antiocidental e antiamericano atingiu proporções inéditas.

    Por outro lado, faz-se uma crítica à ONU, que demorou semanas a demonstrar no ano passado qualquer vontade de apelar a um cessar-fogo no conflito do Líbano, em que acabaram por morrer cerca de 1200 civis. E nota-se que a comunidade internacional também pouco fez para resolver as restrições à liberdade de movimento dos palestinianos nos territórios ocupados por Israel.

    Quanto ao Darfur, problema particularmente visível desde o início de 2003, "é uma ferida que sangra na consciência do mundo. O Conselho de Segurança das Nações Unidas está minado por desconfiança e duplicidade por parte dos seus membros mais poderosos", conclui o trabalho desta entidade de carácter humanitário.
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    Meus comentários:
    Que há diversos factores que fomentam o ódio é fácil de ver. A revista Time publicou: "Como nunca antes desde os atribulados anos 30 o diversificado grupo de movimentos de extrema direita tem-se aproveitado de aparentes oportunidades . . . Temendo perder seus empregos, as pessoas voltam-se com ira implacável contra a impotência de governos centristas e transformam em bodes expiatórios os estrangeiros em seu meio." Jörg Schindler, no jornal Rheinischer Merkur/Christ und Welt, chamou a atenção às dezenas de milhares de refugiados políticos que afluíram à Alemanha nas últimas duas décadas. O The German Tribune alerta: "O racismo está em alta em toda a Europa." O influxo de tantos imigrantes gera ódio. As pessoas queixam-se: ‘Eles nos custam dinheiro, tiram os nossos empregos, são uma ameaça para as nossas filhas.’ Theodore Zeldin, adjunto no St. Antony’s College, de Oxford, Inglaterra, disse que as pessoas "são violentas porque se sentem ameaçadas ou humilhadas. São as causas de sua ira o que precisa de atenção".
    A jornalista da televisão britânica Joan Bakewell descreve habilmente o nosso mundo, um mundo que ensina seus cidadãos a odiar. Ela escreveu: "Não sou cristã ortodoxa, mas reconheço nos ensinos de Jesus uma profunda e absoluta verdade: o mal é a catastrófica ausência do amor. . . . Sei que vivemos numa sociedade que pouco acredita numa doutrina de amor. De facto, uma sociedade tão alheada que despreza essa doutrina como ingénua, sentimental, utópica, e que zomba do conceito de colocar o desvelo e o altruísmo à frente do lucro e da vantagem pessoal. ‘Sejamos realistas’, diz essa sociedade, ao fechar o último negócio, defraudar nas suas obrigações e banalizar a evidência de estar, obviamente, agindo errado. Tal mundo produz fracassados, solitários, pessoas à margem do que a sociedade considera prioridades: sucesso, auto-estima e famílias felizes."
    Obviamente, o deus deste mundo, Satanás, está ensinando a humanidade a odiar. Mas, nós, os que acreditamos num Deus de amor, podemos, individual e colectivamente, aprender a amar.

    Sexta-feira, Maio 18, 2007

    Sangue infectado nas transfusões (Alerta: Instituto admite casos com Hepatites B e C)






    Alerta: Instituto admite casos com Hepatites B e C


    Sangue infectado nas transfusões
    Arquivo CM


    Risco mantém-se devido à impossibilidade de os vírus serem detectados nas fases iniciais das infecções
    Apesar dos avanços tecnológicos e dos investimentos em equipamentos de análises ao sangue e nos cuidados técnicos com as recolhas na hora da dádiva, o Instituto Português do Sangue (IPS) admite que ainda ocorrem casos de transfusão de sangue infectado em Portugal, em especial com os vírus das hepatites B e C. Nos últimos quatro ou cinco anos não há registo de transfusão de sangue infectado com o vírus da sida (VIH).
    Para garantir uma maior qualidade e segurança no sangue humano e dos componentes sanguíneos, assim como as respectivas exigências técnicas, requisitos de rastreio e notificação das reacções adversas graves, o Conselho de Ministros aprovou ontem um decreto-lei que transpõe para a legislação portuguesa quatro directivas comunitárias.
    O presidente do IPS, Gabriel Olim, disse que, apesar de Portugal não ter transposto as normas comunitárias, “já cumpria, há mais de sete anos, os princípios da segurança do sangue”.
    No entanto, Fátima Nascimento, vogal do conselho de administração do IPS, explica ao CM que ainda se verificam alguns casos de transfusão de sangue infectado, impossível de detectar mesmo após os exames clínicos feitos com os sofisticados testes de amplificação genómica. “Não há risco zero na transfusão e por isso é que ocorrem anualmente três ou quatro casos positivos de hepatite B e C em cerca de 200 mil recolhas.” Portugal conta uma média de 350 mil dádivas por ano.
    A impossibilidade de detectar sangue infectado com algum dos vírus – seja das hepatites, da gripe ou de outras doenças virais – deve-se ao chamado “período de janela” em que se encontra o dador no momento da dádiva de sangue. Quer isto dizer que num determinado período de tempo após a infecção os vírus não são detectados pelos testes clínicos e esses períodos são variáveis conforme a natureza do vírus.
    Fátima Nascimento não descarta a possibilidade de haver dadores infectados com o VIH e explica que o período em que não se detecta o vírus da hepatite C pode variar entre 14 dias e os quatro meses, apesar de já ter sido alargado aos seis meses. O “período de janela” para o vírus da sida pode chegar aos dois meses.
    PIERCINGS E TATUAGENS
    Os casos de sangue infectado com o vírus da hepatite C podem ocorrer tanto com primeiros dadores como com dadores regulares e após a colocação de um piercing ou de uma tatuagem no corpo.
    A transmissão do vírus da hepatite B é mais fácil nas pessoas que tiveram relações sexuais desprotegidas ou contacto com sangue infectado, ou ainda através de agulhas infectadas. “As pessoas não o sabem, mas podem ficar infectadas com a hepatite depois de se picarem com uma agulha infectada quando colocam um piercing ou fazem tatuagens.”
    Segundo aquela responsável do Instituto Português do Sangue, sempre que são detectadas reacções adversas num receptor provocadas por defeito no produto (sangue) é feita uma investigação para apurar a origem da dádiva, quem foi o dador e a quem foi administrado o sangue, para que este seja de imediato retirado.
    SAIBA MAIS
    200 mil dádivas feitas em 2006, um número que tem vindo a aumentar progressivamente desde 1996, ano em que foram recolhidas cerca de 70 mil dádivas.
    270 mil dadores estão inscritos no Instituto Português de Sangue, apesar de o número de inscrições ter estabilizado em 2004.
    DÁVIDAS
    Os homens podem dar sangue de três em três meses enquanto as mulheres só o devem fazer de quatro em quatro meses.
    QUEM PODE DAR SANGUE
    Pode dar sangue quem estiver de boa saúde, hábitos de vida saudáveis, peso igual ou superior a 50 quilos e idade compreendida entre os 18 e os 65 anos.
    NÃO DAR SANGUE
    Não deve dar sangue quem teve parceiro sexual novo nos últimos seis meses, foi operado ou fez tatuagem recente.
    Cristina Serra

    Quinta-feira, Maio 17, 2007

    EUA: Igreja vende sede para pagar ações de abusos



    http://noticias.terra.com.br/mundo/interna/0,,OI1618500-EI8141,00.html

    Quarta, 16 de maio de 2007, 15h54 Atualizada às 16h34
    EUA: Igreja vende sede para pagar ações de abusos
    A Igreja Católica de Los Angeles prevê vender o Centro Católico arquidiocesano de Los Angeles para pagar as indenizações de 60 milhões de dólares a vítimas de abusos sexuais por parte de alguns sacerdotes, anunciou o cardeal Roger Mahony em comunicado.
    » Acusação de abuso envolve freiras
    "Algumas propriedades serão mantidas para o funcionamento de futuras paróquias, futuras escolas e estabelecimentos ministeriais semelhantes. Preferiríamos mantê-las todas, mas não temos nenhuma saída para arrecadar dinheiro, a não ser com as vendas", explicou Mahony.
    O centro é o primeiro dos 50 imóveis identificados como não essenciais.
    A arquidiocese de Los Angeles aceitou em dezembro pagar 60 milhões de dólares para solucionar de forma amistosa os processos abertos por 46 vítimas de sacerdotes pedófilos.
    Deste montante, 20 milhões serão financiados por seguradoras ficando o restante, 40 milhões de dólares, a cargo da diocese.
    A Igreja Católica Apostólica Romana americana desembolsou vários milhões de dólares pelos escândalos de abuso sexual infantil desde o começo de 2002.
    Por isso, até agora, cinco dioceses católicas envolvidas nestos escândalos entraram com uma declaração de quebra, por não poderem fazer frente às demandas das vítimas de abuso sexual por parte de sacerdotes e estimadas em centenas de milhões de dólares.
    Ficar sob a proteção da lei de quebra permite a diocese em questão continuar funcionando normalmente, com os credores ficando com uma parte dos ativos.

    Matrimónios têm diminuído em Portugal — Divórcio: Um por cada dois casamentos



    Matrimónios tem diminuído em Portugal

    Divórcio: Um por cada dois casamentos

    O número de matrimónios tem diminuído em Portugal e o de divorciados é cada vez maior. Tendência deve manter-se, apesar de o divórcio a pedido não ter passado na Assembleia da República.
    Metade dos casamentos em Portugal acaba em divórcio. Essa é a realidade crua ditada pelas estatísticas do INE – Instituto Nacional de Estatística, segundo os dados oficiais mais recentes que registaram 48 671 novos casais em 2005, enquanto os que se divorciaram, nesse mesmo ano, foram 22 853.

    A juntar a esses factos verifica-se uma diminuição contínua e progressiva do número de casamentos nos últimos anos, enquanto que, pelo contrário, o número de separações oficiais aumenta proporcionalmente.

    Em 15 anos (de 1990 a 2005) celebraram-se menos 22 983 casamentos no nosso país, enquanto nesse período houve um aumento de 13 637 divórcios, passando dos 9216 divórcios para os 22 853.

    Uma dissolução mais fácil do casamento, defendida ontem pelo Bloco de Esquerda na Assembleia da República, constitui não só uma facadinha mortal no matrimónio como também representa um falhanço para a família, com consequências sérias e prejudicais na educação e formação dos filhos.

    Essa é a convicção de Fernando Castro, presidente da Associação Portuguesa das Famílias Numerosas. “Essa ideia [obter o divórcio sem motivo] é tão disparatada como abolir o controlo de álcool nas estradas ou permitir andar em contramão nas auto-estradas.”

    ERRO NA ESCOLHA

    Fernando Castro diz não ter dúvidas nenhumas de que se fosse aprovado esse projecto iria aumentar, e muito, o número de divórcios em Portugal. E avança ao CM com as causas do problema: “Já temos um número exagerado de divórcios em que, pelo menos um em cada dois casais se separa ao fim de pouco tempo de casamento. Isto deve-se a uma desastrosa política da família no País, aos erros na escolha [do cônjuge] e na condução [do casamento].

    ”Segundo aquele responsável, outro contributo para o elevado número de separações em Portugal deve-se ao facto de “os jovens, quando se casam não terem formação familiar e também não existir aconselhamento familiar”. O que existe é, de acordo com Fernando Castro, mediação familiar, uma forma de eutanásia que torna o divórcio menos doloroso.As consequências do divórcio vão para além de uma separação física do casal, porque pelo meio há filhos que sofrem com o afastamento de um dos pais.

    FILHOS EM RISCO

    Recorrendo a números, Fernando Castro sublinha as consequências sentidas nos filhos: “A possibilidade de os jovens entrarem em comportamento desviante [delinquência, marginalidade] aumenta oito a dez vezes quando estes não são criados por ambos os pais.”

    Nas suas palavras, 98 por cento das uniões de facto não ultrapassa os dez anos de vida em comum, o que significa que os filhos destes casais “têm altas probabilidades de poderem entrar no mundo da delinquência”.

    Por seu lado, o sociólogo Jorge de Sá considera, em declarações ao CM, que o aumento do número de divórcios em Portugal se deve a factores económicos e sociais. “Nas décadas de 60 e de 70, cerca de um milhão de homens portugueses imigraram e a mulher viu-se obrigada a entrar no mercado do trabalho. A partir daí tornou-se independente economicamente e com maior poder de escolha.”

    A par da independência económica, Portugal foi dos países europeus a iniciar o consumo de anticonceptivos. Além disso, muitos casais optaram e optam por outras formas de terem uma vida juntas à margem do casamento, surgindo as uniões de facto.

    DEPUTADOS CONTRA DIVÓRCIO A PEDIDO

    O divórcio a pedido, sem obrigação de revelar o motivo, foi ontem liminarmente rejeitado pelo PS, PSD e CDS-PP na Assembleia da República, numa discussão pouco motivadora para os deputados, a avaliar pela fraca presença no Plenário. A proposta do Bloco de Esquerda visava facilitar o fim de casamentos “contrariados e forçados”, mas não convenceu.

    A deputada socialista Sónia Sanfona apontou dois motivos para recusar o texto. O primeiro prende-se com o facto de os bloquistas confundirem o “estatuto do casamento” com o da “união de facto”. O segundo resvala para o foro constitucional. “Afectar o núcleo essencial do casamento com o conceito de divórcio unilateral não pode deixar de ser questionado no plano da sua conformidade à Constituição da República Portuguesa”, declarou Sónia Sanfona, apesar de mostrar abertura para discutir um limite mais baixo sobre os prazos para a “separação de facto”.

    Jorge Varanda, do PSD, considerou por seu turno que a “revolução” defendida pela deputado Helena Pinto, do BE, “é de tal ordem que será muito mais fácil requerer o divórcio a pedido de um dos cônjuges, contra a vontade do outro, do que o divórcio por mútuo consentimento, o que é verdadeiramente paradoxal”.

    Nuno Magalhães, do CDS-PP, assinalou que se tratava de mais “um número pseudoprogressista da sua [do BE] suposta agenda fracturante”.

    Do PCP, António Filipe levantou o problema da “desprotecção da parte economicamente mais fraca”.

    O bloquista Fernando Rosas é que não entendeu as contradições do PS. Leu várias intervenções feitas por socialistas no passado e rematou: “A vossa doutrina tem dias. Só Deus sabe qual é.”

    50 ANULAÇÕES POR ANO

    Entre Janeiro de 2000 e Dezembro de 2005 foram declarados nulos em Portugal cerca de 300 casamentos católicos, o que dá uma média de 50 por ano. Mais de 95 por cento dos pedidos de nulidade partiu de mulheres e só numa dezena de casos o marido foi o acusador. O tempo médio de duração de um processo de nulidade de matrimónio, desde a entrada num Tribunal Eclesiástico de Primeira Instância até à sentença final, é de dois anos e meio.

    A Igreja Católica admite a nulidade do casamento em três circunstâncias: quando não se verifica a sua consumação, ou seja, quando não houve relações sexuais (um por cento dos casos); quando um dos cônjuges revela defeitos físicos ou perturbações psíquicas que impeçam o casal do cabal cumprimento dos compromissos matrimoniais; ou quando se descobre vícios graves ocultados durante o período de namoro, como droga, álcool ou jogo.

    A razão pela qual um católico opta pela nulidade do casamento é porque, ao contrário do que sucede no divórcio, não ‘vive em pecado’. Contudo, a nulidade não tem os mesmos pressupostos da anulação (divórcio), uma vez que tem de existir um vício de forma anterior ao matrimónio, quadro que exclui o adultério.

    Refira-se que a nulidade de casamento obtida nos tribunais da Igreja tem validade civil, ou seja, no bilhete de identidade o estado civil é alterado de casado(a) para solteiro(a).

    BLOCO DE NOTAS

    MONOVOLUMES

    A Associação das Famílias Numerosas protestou contra a revisão do Imposto Automóvel que agravava o custo dos monovolumes e viaturas de nove passageiros, “agravando a política antinatalista do sistema fiscal português”.

    LÍDER EUROPEU

    Portugal foi o país da Europa dos 15 com maior crescimento do número de divórcios entre os anos de 1995 e 2004. Passou de 12 322 para 23 348 durante esse período. Os últimos dados do INE indicam que, em 2005, houve 22 853.

    NORTE DESAVINDO

    O Norte do País é a região onde ocorrem mais divórcios, ao invés da Madeira, local onde menos casais se separam. Enquanto 18 680 casais nortenhos se divorciaram em 2005, os casais madeirenses desavindos foram 1381.

    CURIOSIDADE

    Segundo as estatísticas do INE, no ano de 1941 registaram-se em Portugal 686 divórcios. Em 1973 foram 604, que passaram para os 1552 após a Revolução dos Cravos. A fasquia dos dez mil foi ultrapassada em 1991.

    MENOS CRIANÇAS

    É sabido que a população portuguesa está a envelhecer. A somar, desde 1983 regista-se uma diminuição contínua do número de partos. A consequência do défice demográfico traduz-se em números: nasceram menos 900 mil crianças.

    CASOS FAMOSOS

    - Em Maio de 2002 José Maria Tallon e Catarina Fortunato de Almeida divorciaram-se após um processo polémico em que a jornalista acusou o marido de violência doméstica. Médico voltou a casar em 2005

    - O produtor Piet-Hein e a actriz Alexandra Lencastre divorciaram-se ao fim de dez anos, no final de 2003. O holandês da Endemol voltou a casar-se em 2006

    - O director de Programas da SIC, Francisco Penim, e a jornalista Clara de Sousa divorciaram-se a 11 de Maio. Casados há 11 anos, viviam separados desde há um ano

    CONTRA:

    Fernando Castro Ass. Famílias Numerosas

    "NÚMERO EXAGERADO DE DIVÓRCIOS"

    Fernando Castro é defensor acérrimo do modelo tradicional: pai, mãe, filhos. “Temos um número exagerado de divórcios porque se cometem erros, dentro da família e fora, com as políticas que se têm vindo a tomar.” Defende o aconselhamento familiar, que considera diferente da mediação familiar, vista como uma espécie de “eutanásia” para o divórcio doer menos. No meio estão os filhos que sofrem com a separação.

    A FAVOR: Jorge de Sá Sociólogo

    "OS CASAIS NÃO DEVEM FICAR AMARRADOS"

    O sociólogo Jorge de Sá defende que não se deve manter um casamento que já não existe. “Os casamentos são feitos de livre vontade e assumir o fim do compromisso também deve ser feito com dignidade e muitas vezes assistimos a casais a porem termo à união sem dignidade, em litígio.” Defende ainda que “quando já não existe casamento, os casais não devem ficar amarrados um ao outro.” l
    Cristina Serra com J.S. / com Lusa

    ________________________________________________________


    Mas qual é o conceito da Bíblia com respeito ao divórcio, tendo-se em vista contrair novo casamento?
    Mal. 2:15, 16: "‘Vós tereis de guardar-vos quanto ao vosso espírito, e que nenhum de vós aja traiçoeiramente com a esposa da sua mocidade. Pois ele tem odiado o divórcio’, disse Jeová, o Deus de Israel."
    Mat. 19:8, 9: "[Jesus] lhes disse: ‘Moisés, por causa da dureza dos vossos corações, vos fez a concessão de vos divorciardes de vossas esposas, mas este não foi o caso desde o princípio. Eu vos digo que todo aquele que se divorciar de sua esposa, excepto em razão de fornicação [relações sexuais extramaritais], e se casar com outra, comete adultério.’" (Portanto, o cônjuge inocente tem permissão de divorciar-se de um cônjuge que comete "fornicação", mas não se requer isso dele.)
    Rom. 7:2, 3: "A mulher casada está amarrada por lei ao seu marido enquanto ele viver; mas, se o seu marido morrer, ela está exonerada da lei de seu marido. Assim, pois, enquanto o seu marido viver, ela seria denominada adúltera caso se tornasse de outro homem. Mas, se o seu marido morrer, ela está livre da lei dele, de modo que não é adúltera caso se tornar de outro homem."
    1 Cor. 6:9-11: "Não sejais desencaminhados. Nem fornicadores, nem idólatras, nem adúlteros, nem homens mantidos para propósitos desnaturais, nem homens que se deitam com homens . . . herdarão o reino de Deus. E, no entanto, isso é o que fostes alguns de vós. Mas vós fostes lavados, mas vós fostes santificados, mas vós fostes declarados justos no nome de nosso Senhor Jesus Cristo e com o espírito de nosso Deus." (Isto enfatiza a seriedade do assunto. Os adúlteros não arrependidos não terão parte no Reino de Deus. Contudo, as pessoas que anteriormente cometeram adultério, talvez até mesmo tendo indevidamente contraído novo casamento, podem obter o perdão de Deus e ter uma condição limpa perante ele se se arrependerem genuinamente e exercerem fé no valor expiatório de pecados do sacrifício de Jesus.)

    Negado direito às Testemunhas de Jeová de construir uma igreja em Murmansk (Rússia)


    Tradução:

    http://www.fsumonitor.com/stories/051507Russ2.shtml

    Notícias
    Negado direito às Testemunhas de Jeová de construir uma igreja em Murmansk

    (15 de Maio de 2007)
    Citando os resultados de audições públicas, a administração da cidade de Murmansk, na Rússia anunciou em 14 de Maio que as Testemunhas de Jeová não verão garantido o direito de construírem uma igreja na parte baixa da cidade, de acordo com um relatório de 15 de Maio de 2007 emitido pela agência de notícias Regnum. De entre as 418 pessoas que participaram na audição, 269 votaram contra a autorização oficial do município garantindo a construção da igreja na Rua Nabarezhnaya; cerca de 116 votaram a favor. O representante das Testemunhas de Jeová locais -- Gennady Shpakovsky -- argumentou sem sucesso que a sua congregação tem estado registada na cidade desde 1993. O presidente da Câmara Mikhail Savchenko emitiu uma declaração em que informava ter proposto há três anos atrás que fossem levadas a efeito audições para que as organizações religiosas que quisessem construir novos locais de adoração o fizessem nos subúrbios da cidade, e não na zona da baixa. Acrescentou que não tinha ficado satisfeito pelo facto de as audições terem sido efectuadas "ruidosamente" e de os resultados terem mostrado um certo nível de intolerância. "No entanto, devemos atender à vontade dos residentes na cidade" e negar às Testemunhas de Jeová o direito de construírem uma igreja naquela parte da cidade, disse o presidente da Câmara.
    Trad. por Carlos Queiroz

    'Cirurgia sem sangue' ganha mais aderentes



    Última modificação: 15/5/2007 9:30 AM
    Mais hospitais por todo o país iniciaram programas de "cirurgia sem sangue", tipicamente num esforço para satisfazer as necessidades das Testemunhas de Jeová, disse o Dr. Nicolas Jabbour, que deu início ao primeiro programa em hospitais de Oklahoma no Centro Médico Baptista Integris em Oklahoma City.

    "A maioria dos pacientes são Testemunhas de Jeová, mas o público em geral está a tornar-se mais avisado e informado acerca da cirurgia sem sangue", disse.

    Na cirurgia sem sangue, o paciente não recebe uma transfusão de sangue alogénico -- aquele que é doado através de um banco de sangue.

    Jabbour disse ter ficado interessado na medicina sem sangue há uma década atrás na Universidade da Califórnia do Sul e ter começado a estudar maneiras de minimizar as transfusões de sangue.

    Ele fez parte da equipa da Universidade que realizou o primeiro transplante sem sangue de fígado de dador vivo em todo o mundo a uma Testemunha de Jeová em 1999.

    Ele realizou 30 transplantes de fígado sem sangue com 100 por cento de sucesso, disse.

    "Há uma grande quantidade de estudos que mostram que usar menos sangue ou nenhum sangue pode ser melhor para o paciente", disse.

    Devido ao sangue ser um imunossupressor, a transfusão de sangue doado faz elevar o risco de infecção e poderá aumentar o risco de recorrência de tumores em pacientes com cancro, disse.

    Contudo, Jabbour enfatiza que as pessoas não devem recear as transfusões de sangue.

    "Isto não quer dizer que o sangue seja mau. Salva milhões de vidas humanas a cada dia", disse. "no cômputo geral, é um produto muito seguro, mas não é 100 por cento seguro".

    O interesse de Jabbour pela cirurgia sem sangue surge mais através do facto de que o sangue existe frequentemente em pouca quantidade e pode ser caro.

    "O sangue é precioso, mas um bem escasso. As pessoas não devem pensar que ele seja abundante, barato ou que não apresente qualquer risco", disse.

    As cirurgias electivas são muitas vezes canceladas pela carência de sangue, disse.

    Alternativas à transfusão sanguínea são necessárias para prevenir os problemas resultantes desta escassez ou para apaziguar os pacientes que, por razões religiosas ou pessoais, não queiram transfusões, disse Jabbour.

    "A medicina sem sangue não é uma ferramenta para ser comercializada", disse ele.

    "Ajuda não apenas a comunidade das Testemunhas de Jeová, mas poderá ter impacto na conservação de sangue como um todo".

    Trad. por Carlos Queiroz


    Observações:

    Ordena-se aos cristãos que ‘se abstenham de sangue’.
    Actos 15:28, 29: "Pareceu bem ao espírito santo e a nós mesmos [o corpo governante da congregação cristã] não vos acrescentar nenhum fardo adicional, excepto as seguintes coisas necessárias: de persistirdes em abster-vos de coisas sacrificadas a ídolos, e de sangue, e de coisas estranguladas [ou: abatidas sem se deixar escoar o sangue], e de fornicação. Se vos guardardes cuidadosamente destas coisas, prosperareis. Boa saúde para vós!" (Neste texto, o comer sangue é igualado à idolatria e à fornicação, coisas em que não devemos desejar empenhar-nos.)
    Será que a proibição bíblica inclui sangue humano?
    Sim, e os primeiros cristãos entenderam assim. Actos 15:29 diz para ‘persistir em abster-se de sangue’. Não diz meramente abster-se de sangue animal. (Compare com Levítico 17:10, onde se proíbe comer "qualquer espécie de sangue".) Tertuliano (que escreveu em defesa das crenças dos primitivos cristãos) declarou: "O interdito do ‘sangue’, nós entenderemos como sendo (um interdito) ainda mais do sangue humano." — The Ante-Nicene Fathers, Vol. IV, p. 86.
    É uma transfusão realmente o mesmo que comer sangue?
    Num hospital, quando um paciente não consegue alimentar-se pela boca, ele é alimentado endovenosamente. Ora, será que alguém que jamais poria sangue em sua boca, mas que aceitasse sangue por meio de transfusão, estaria realmente obedecendo à ordem de ‘persistir em abster-se de sangue’? (Actos 15:29) A título de comparação, considere o caso de um homem a quem o médico dissesse que precisa abster-se de álcool. Estaria ele obedecendo à ordem, se deixasse de beber álcool, mas fizesse que este lhe fosse injectado directamente nas veias?

    Sábado, Maio 12, 2007

    Record, da Universal, defende o aborto na cobertura sobre o papa




    Record, da Universal, defende o aborto na cobertura sobre o papa
    LAURA MATTOS

    DA REPORTAGEM LOCAL

    No segundo dia da visita do papa ao Brasil, a "guerra santa" na TV teve capítulo importante: a Record, do evangélico Edir Macedo (Igreja Universal do Reino de Deus), declarou-se favorável ao aborto, condenado por Bento 16 na visita ao país.
    O "Jornal da Record", principal telejornal da emissora, concentrou a cobertura do papa na polêmica do aborto e fez uma edição claramente contrária à posição da Igreja Católica. Repetiu declaração do ministro da Saúde, José Gomes Temporão, de que quem não reconhece que essa é uma questão de saúde pública "está delirando", "surtou" ou tem "algum problema de confusão mental".
    Além de entrevistar católicas favoráveis "à liberdade para a interrupção da gravidez indesejada", afirmou que o Instituto Ressoar, projeto social da Record, defende o aborto. Mostrou uma campanha do instituto no qual uma mulher pergunta: "Será que não posso decidir o que fazer com o meu corpo?" A peça se encerra com a frase: "Aborto. Porque toda mulher sabe o que é importante". A reportagem seguiu com enviado à Cidade do México, onde o aborto foi aprovado. Foi entrevistada uma deputada que "culpou a Igreja Católica por interferir nas decisões do povo mexicano". Outra disse que "a Igreja Católica é preconceituosa".
    O "Jornal Nacional" também destacou a polêmica do aborto, mas ouviu os dois lados.
    À tarde, as TVs tentavam fazer de Bento 16 um papa pop. Mas Ratinho, em entrevista à Band, deu a senha: "O outro papa era mais jeitoso. Mas esse aí também é bem intencionado".
    Fonte: Folha de S. Paulo de 11 de maio de 2007.


    Mas, o que diz a Bíblia?

    *** rs p. 25 - p. 26 Aborto ***
    Aborto
    Definição
    : Aborto é a expulsão de um embrião ou de um feto que normalmente não pode viver fora do útero. Pode acontecer aborto espontâneo devido a imperfeição humana ou acidente. O aborto provocado deliberadamente, só para se evitar o nascimento de uma criança não desejada, é tirar de modo intencional uma vida humana.
    Como deve a Fonte da vida humana influir no nosso conceito sobre este assunto?
    Atos 17:28: "Por meio dele [Deus] temos vida, e nos movemos, e existimos."
    Sal. 36:9: "Contigo [Jeová Deus] está a fonte da vida."
    Rom. 14:12: "Cada um de nós prestará contas de si mesmo a Deus."
    Considera Jeová preciosa a vida de uma criança mesmo quando está bem no início dos estágios de desenvolvimento após a concepção?
    Sal. 139:13-16: "Tu [Jeová] . . . mantiveste-me abrigado no ventre de minha mãe. . . . Teus olhos viram até mesmo meu embrião, e todas as suas partes estavam assentadas por escrito no teu livro."
    Declarou Deus alguma vez que uma pessoa seria chamada a prestação de contas pelo dano causado a um nascituro?
    Êxo. 21:22, 23: "Caso homens briguem entre si, e eles realmente firam uma mulher grávida e deveras saiam os filhos dela, mas não haja acidente fatal, sem falta se lhe deve impor uma indenização segundo o que o dono da mulher lhe impuser; e ele tem de dá-la por intermédio dos magistrados. Mas se acontecer um acidente fatal, então terás de dar alma por alma." (Algumas traduções fazem parecer que nesta lei dada a Israel a questão crucial era o que acontecia à mãe, não ao feto. O texto original em hebraico, porém, referia-se a um acidente fatal que sobreviesse ou à mãe ou à criança.)
    Quão sério é tirar intencionalmente uma vida humana por um motivo não autorizado por Deus?
    Gên. 9:6: "Quem derramar o sangue do homem, pelo homem será derramado o seu próprio sangue, pois à imagem de Deus fez ele o homem."
    1 João 3:15: "Nenhum homicida tem permanecente nele a vida eterna."
    Êxo. 20:13: "Não deves assassinar."
    Justifica um aborto a opinião de um médico de que, se se deixar que certa gravidez chegue a pleno termo, irá prejudicar a saúde da mãe?
    Às vezes, as opiniões dos médicos são erradas. Seria justo matarmos nosso semelhante porque este poderia causar dano ao seu próximo? Se, no momento de dar à luz, é preciso fazer uma escolha entre a vida da mãe e a da criança, cabe aos envolvidos fazer a escolha. Entretanto, os progressos da medicina em muitos países tornaram essa situação muito rara.
    Se Alguém Disser —
    ‘Mas eu tenho o direito de decidir assuntos que têm a ver com meu próprio corpo.’
    Resposta: Hoje em dia, muitas vezes os nossos direitos são cerceados pelos outros; muitos simplesmente não se importam com o que acontece com os outros. Mas a Bíblia provê orientações que nos podem proteger. Entretanto, para recebermos os benefícios, precisamos também aceitar as responsabilidades.’ Daí, talvez se possa acrescentar: (1) ‘Muitas mães foram abandonadas pelos homens que geraram seus filhos. Mas, num lar onde tanto o marido como a esposa vivem segundo as normas da Bíblia, o marido terá realmente amor à esposa e aos filhos, permanecerá lealmente com eles e fará provisões para eles. (1 Tim. 5:8; Efé. 5:28-31)’ (2) ‘Para recebermos pessoalmente tal espécie de amor e respeito, precisamos também seguir as normas da Bíblia em nossa atitude para com os membros de nossa família. Como, segundo diz a Bíblia, devemos considerar os filhos que produzimos? (Sal. 127:3; contraste com Isaías 49:15.)’

    Cientistas britânicos criam sangue de plástico



    http://oglobo.globo.com/ciencia/mat/2007/05/11/295715024.asp

    Publicada em 11/05/2007

    Cientistas britânicos criam sangue de plástico

    LONDRES - Cientistas britânicos desenvolveram sangue artificial de plástico que poderia ser usado como substituto em uma situação de emergência.
    Pesquisadores da Universidade de Sheffield afirmaram que o sangue de plástico pode ser uma grande vantagem em áreas de conflitos e guerras.
    Segundo os cientistas o sangue artificial é leve e fácil de transportar, não precisa de refrigeração e pode ser conservado por mais tempo.
    O novo sangue é feito com moléculas de plástico que têm um átomo de ferro em seu centro, como a hemoglobina, que pode levar oxigênio pelo corpo.
    Os cientistas afirmam que o sangue artificial pode ser de produção barata e eles estão tentando conseguir mais verbas para desenvolver um protótipo final que seria adequado para testes biológicos.
    'Potencial' -
    "Estamos bastante animados com o potencial deste produto e com o fato de que poderá salvar vidas", disse Lance Twyman, do Departamento de Química da Universidade de Sheffield.
    "Muitas pessoas morrem devido a ferimentos superficiais quando estão presas em um acidente ou feridas no campo de batalha e não podem conseguir sangue antes de chegarem a um hospital."
    "Este produto pode ser guardado de forma mais fácil do que o sangue e isto significa que grandes quantidades podem ser levadas facilmente por ambulâncias e pelas forças armadas", acrescentou.
    Uma amostra do protótipo do sangue artificial será exibida no Museu da Ciência em Londres, a partir do dia 22 de maio, como parte de uma exibição dedicada à história do plástico.

    Quinta-feira, Maio 10, 2007

    Religiões com mais fiéis no Brasil




    http://www.bbc.co.uk/portuguese/especial/1819_religioes/page6.shtml

    Em imagens: Religiões com mais fiéis no Brasil
    Testemunhas de Jeová


    Os testemunhas de Jeová se declaram cristãos, seguidores da Bíblia, adoradores de Jeová (denominação de Deus no Antigo Testamento) e não acreditam na Santíssima Trindade (revelação de Deus no Pai, no Filho e no Espírito Santo). A marca desses fiéis é bater de porta em porta com Bíblias e impressos. Poucas revistas religiosas têm a circulação de A Sentinela, editada por eles. No Brasil, a religião conta com um milhão praticantes. No mundo, são quase 7 milhões.

    ainda de acordo com a BBC Brasil: (excertos feitps por Carlos Queiroz)
    1º Catolicismo = 139,2 milhões de brasileiros
    2º Pentecostais = 23,5 milhões. A Assembléia de Deus é a maior delas, seguida pela Congregação Cristã e a Universal do Reino de Deus.
    3º Protestantes = > 3 milhões (a principal linha protestante é a batista. As igrejas Presbiteriana e Metodista também são populares.
    4º Espiritismo = 1,4% da população
    5º Igreja Adventista do Sétimo Dia = > 1 milhão
    6º Testemunhas de Jeová = 1 milhão
    7º Candomblé e umbanda = c. 500 mil
    8º Budismo = c. 250 mil
    9º Judaísmo = 0,1% da polulação
    10º Islamismo = 5 mil (0,003% da população)

    Quarta-feira, Maio 09, 2007

    Tribunal Europeu decide contra a campanha de terror na Geórgia



    (Texto do julgamento em francês)
    Tribunal Europeu decide contra a campanha de terror na Geórgia
    ESTRASBURGO, FRANÇA—Numa
    decisão unânime emitida hoje, o Tribunal Europeu dos Direitos Humanos decidiu contra o governo da Geórgia devido à sua tolerância para com a violência religiosa levada a cabo contra as Testemunhas de Jeová e determinou que as vítimas fossem recompensadas por danos morais e custas legais.
    O processo, 97 Membros da Congregação Gldani das Testemunhas de Jeová & Outros 4 vs. a Geórgia, incidiu sobre os cruéis ataques iniciais contra a Congregação Gldani desferidos por um expulso sacerdote Ortodoxo, Vasili Mkalavishvili, e por uma turba dos seus seguidores, em 17 de Outubro de 1999.
    O Tribunal observou que de Outubro de 1999 até Novembro de 2002, houve 138
    ataques violentos dirigidos contra Testemunhas de Jeová e foram apresentadas 784 queixas junto das autoridades georgianas. Não foi efectuada qualquer investigação minuciosa e credível acerca de nenhuma dessas queixas. O Tribunal deu a devida importância ao facto de que o ataque foi filmado por um dos atacantes e divulgado através de dois canais de televisão nacional durante vários dias. O Tribunal realçou também que a polícia recusara intervir prontamente no local do incidente, falhando assim em proteger os queixosos e os filhos de alguns deles do ataque violento. Os queixosos foram consequentemente tratados com total indiferença por parte das autoridades que, sem razões válidas, recusaram a aplicar a lei no seu caso. Através da sua falta de acção, as autoridades da Geórgia falharam no seu dever de adoptar as medidas necessárias para assegurar que os queixosos fossem capazes de exercer o seu direito de liberdade religiosa. Além do mais, não foi apresentada pelo governo da Geórgia qualquer justificação para aquele tratamento discriminatório relativo aos queixosos.
    Andre Carbonneau, advogado dos queixosos, descreveu o veredicto como “mais um julgamento significativo a favor da liberdade de religião”. Ele acrescentou: “O Tribunal reafirmou o direito das Testemunhas de Jeová, como religião cristã reconhecida, em reunir-se para adoração e estudo da Bíblia, em lares particulares e em salões alugados livres de qualquer interrupção. Reconheceu também o elemento da discriminação ilegal e a necessidade de lidar prontamente contra os ataques violentos feitos por extremistas religiosos".
    De 1999 a 2003, a Geórgia testemunhou um reino do terror, encorajado por uma cultura de impunidade, segundo a qual turbas de fanáticos religiosos arruaceiros têm sido autorizadas a atacar cidadãos inocentes. As Testemunhas de Jeová foram repetidamente sujeitas a abusos físicos e verbais, ao saque e ao ateamento de incêndios nas suas casas, à confiscação e à queima pública da sua literatura, e a frequentes interrupções das suas reuniões religiosas.
    A violenta perseguição movida contra as Testemunhas de Jeová na Geórgia diminuiu drasticamente desde a mudança de governo em Novembro de 2003. Espera-se que a deliberação tomada hoje pelo Tribunal Europeu possa ajudar a garantir a liberdade religiosa às religiões minoritárias na Geórgia. As Testemunhas de Jeová têm praticado a sua fá na Geórgia desde há 50 anos e ascendem agora a mais de 15.000.
    Contacto em língua inglesa para a Europa: Paul Gillies, telefone: +44 7775 833880Contacto na República da Geórgia: telefone: +995 32 76 23 59; fax: +995 32 76 95 98

    Copyright © 2007 Watch Tower Bible and Tract Society of Pennsylvania. All rights reserved.

    Trad. por Carlos Queiroz

    Arquéologo afirma ter encontrado túmulo de Herodes


    http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Cultura/Interior.aspx?content_id=33167

    História
    Arquéologo afirma ter encontrado túmulo de Herodes
    Uma antiga escadaria usada num cortejo fúnebre real levou um arqueólogo israelita a desvendar um mistério com 2.000 anos: a localização da tumba de Herodes, o Grande, considerado pelos romanos como «Rei dos Judeus»
    Ehud Netzer, da Universidade Hebraica, afirmou ter encontrado o sarcófago do rei que governou a Judeia de 37 a.C. até sua morte, em 4 d.C. A peça estava danificada, provavelmente por judeus que se revoltaram contra Roma entre os anos 66 e 72 d.C.
    Em conferência de imprensa, um dia depois do anúncio da descoberta, Netzer disse que os restos do monarca devem ter desaparecido quando os rebeldes invadiram a tumba em Herodium, onde se encontrava o palácio fortaleza de Herodes, perto de Jerusalém. Ehud Netzer procurava o túmulo de Herodes desde 1972.
    O local, na actual Cisjordânia, foi encontrado graças a uma antiga escadaria que conduzia ao topo da colina. Os especialistas supunham que o rei teria sido enterrado nalgum canto escondido do palácio, mas não havia provas para comprovar a teoria.
    Se a descoberta for confirmada, será uma das maiores da história da arqueologia..
    Herodes
    Herodes tem um lugar especial na história bíblica - reconstruiu o templo judaico de Jerusalém, e de acordo com o Evangelho de Mateus, ordenou o «Massacre dos Inocentes», que representou a morte de todos bebés do sexo masculino em Belém na altura do nascimento de Jesus.
    O Novo Testamento conta que Jesus escapou porque José soube da ameaça através de um sonho e fugiu para o Egipto, onde educou o fundador de dois milénios de civilização ocidental.
    Feito rei da Galileia aos 25 anos e tendo governado durante três décadas, Herodes mandou construir um Palácio em Herodium – usado como residência de Verão - e há muito que se acreditava que teria sido lá enterrado.

    dora.guennes@sol.pt
    com agências

    Serena fala de religião, sexo, racismo a jornal inglês




    http://www2.uol.com.br/tenisbrasil/ultnot/ult133u830.htm

    Serena fala de religião, sexo, racismo a jornal inglês

    07/05/2007 - 22h43

    Serena dá entrevista reveladora
    Londres (GBR) - O jornal inglês "The Observer" publicou neste domingo uma longa reportagem especial com a americana Serena Williams, que revela um pouco da intimidade da ex-número 1 do mundo e na qual ela fala de assuntos variados como racismo, religião, sexo e até de dinossauros. Atraso no vôo que trouxe Serena de Los Angeles quase fez a jornalista perder a entrevista. Barrada pela segurança do enorme condomínio ao norte de Palm Beach, a jornalista foi salva pela chegada oportuna de Serena em seu carrão, usando óculos de sol que cobriam metade do rosto e acompanhada de seus dois cachorrinhos de estimação, Jackie e Lorelei. Serena dá carona à repórter, que retribui ajudando a descarregar a bagagem.
    As irmãs Venus e Serena moram juntas há anos e o pai a apenas 15 minutos de distância. A porta de entrada é em arco, ladeada por colunatas, com ampla janela de vidro do teto ao chão na parte do fundo da casa, onde há uma piscina. A mansão foi construída para elas há sete anos, com uma ala destinada a cada irmã. A de Serena tem dois andares. Mas a campeã de sete torneios de simples de Grand Slam comentou que se soubesse quem morava no condomínio da frente, teria preferido morar lá. "Todo mundo é condômino de lá. Tiger (Woods), aquele cara que é casado com Catherine Zeta-Jones ..., mas não sabia disso quando compramos aqui."
    A sala principal tem um enorme lustre veneziano, alguns móveis estilo Luís XV com cetim pink e branco e umas poucas cadeiras estofadas próximas. As cortinas são azuis com girafas douradas bordadas e pinturas pseudo-impressionistas na parede. A única coisa que aponta que lá moram as irmãs mais famosas do tênis são algumas fotos delas espalhadas na parede, tiradas para a revista Elle há alguns anos. "Você sabe, Venus tem uma empresa de decoração de interiores, agora", explica. A cada vez que Serena viaja, Venus aproveita para fazer experiências. Há pouco tempo, a casa era pink. "Quando voltei, estava toda branca. Minha irmã decidiu que precisávamos de "um visual mais sofisticado".
    Com bom humor, a jogadora de 25 anos, bicampeã de Wimbledon e do US Open. e campeã de Roland Garros em 2002, rejeita a condição de superestrela do tênis. "Não sou uma superestrela do tênis. Sou uma superestrela. Ponto. Como Britney Spears." Serena concentrou parte de seus comentários em sua confecção, a Aneres (Serena soletrado de trás para a frente), na carreira de atriz e em suas participações especiais na TV, como no seriado ER, nos Simpsons e em outras animações. Ela está conversando com escritores e diretores sobre outros vários projetos.
    Sobre seu nível atual, ela afirma que seu jogo está mais maduro. "Estou jogando diferente, meu jogo está um pouco melhor. Nunca senti que havia atingido meu pleno potencial." E acrescenta: "Não havia nada de errado com meu eu anterior. Ter conseguido aquele nível foi espantoso. Mas, ao mesmo tempo, meu jogo tem amadurecido." Ela acha que também mudou como pessoa, está mais solta, mais amistosa. "Era tímida, não falava muito. Ainda sou muito tímida. Mas estou mais aberta em geral, na vida. Gosto de me divertir mais e percebo que o tênis não é o fim do mundo. Sempre o levei muito a sério e agora, se faço um golpe ruim, sorrio e não fico confusa porque percebo que é apenas um jogo." As "distrações" que muitos apontam em sua carreira, que a afastam do tênis, ela afirma serem necessárias. "Posso fazer coisas diferentes e posso ficar aborrecida facilmente. Se tivesse de jogar tênis todos os dia, ficaria louca." Em janeiro deste ano, depois de anos sem ganhar um Grand Slam, Serena conquistou o tricampeonato no Aberto da Austrália. Em casa, contundida, Venus, nervosa, mal conseguia acompanhar o torneio pela TV. Serena afirma que não chegou a sentir a falta da irmã porque Venus mandava muitos emails e telefonava com frequência para dar dicas sobre determinada jogadora. "Conversei com ela todos os dias. Ela me deu algumas dicas, mas infelizmente não posso contá-las", afirmou rindo. "Mas foram realmente dicas-chave. Ela me ajudou muito na final (contra Maria Sharapova). Venus é uma jogadora esperta, enfrentou todo mundo."
    Sobre as agruras da infância, Serena repete que Venus era uma irmã protetora. "Uma vez, na escola, eu não tinha dinheiro para o almoço - uma de muitas vezes que não tive dinheiro para isso. E era dia da melhor comida, acho que naquele dia era frango frito, e estávamos ansiosas", conta. "Venus me deu o dinheiro dela e disse para não me preocupar, para eu comer." Mais adiante, afirma: "Ela sempre tomou conta de mim, quase como se fosse uma mãe. Costumava ler para mim quando éramos pequenas. Então, quando a derrotei pela primeira vez, foi um pouco difícil, mas depois ficou mais fácil." Serena e Venus são filhas do casal Richard e Oracene, esta tendo três filhas de casamento anterior. Desde cedo Richard determinou que as filhas seriam campeãs de tênis. Ele deixou a empresa de segurança onde trabalhava, comprou vídeos de instrução e aprendeu a jogar sozinho.
    Elas se iniciaram aos 4 anos em quadras públicas de Los Angeles, superando as piores condições em uma vizinhança violenta. Na qualidade de caçula das irmãs, Serena comenta que deixou Compton muuito jovem e que nunca sentiu ter passado por épocas duras. "Para mim, quando crescia, nunca quis nada. Minha mãe tinha um bom emprego, era enfermeira. Mas eu conversava com minha irmã mais velha de vez em quando e ela dizia que nós não podíamos fazer isso, não podíamos fazer aquilo. Nunca soube porque era pequena demais. Deixei Compton quando tinha 10 anos." Mais adiante, Serena conta que voltou a Compton para visitar o antigo lar e ficou abismada. "Voltei lá quando cresci e me perguntei como pudemos viver lá. Seu tivesse a idade de minha irmã, teria morrido.
    Éramos cinco em um quarto e apenas quatro camas", revela. A caçula não tinha sua própria cama e a cada noite decidia com quem iria dormir. A irmã Isha revela que a pequena Serena imitava Venus. "Se íamos jantar for a com a família, costumávamos fazer Serena pedir seu prato primeiro, do contrário, ela pediria a mesma coisa que Venus. Mas se ela pedisse primeiro e fosse diferente do que V tinha pedido, ela mudaria. Era ridículo." Serena aponta que percebeu que não tinha de ser igual a Venus por volta dos 18, 19 anos. "Percebi que gostava de coisas diferentes e que estava tudo bem. Que não tinha de fazer tudo o que Venus fazia. Daí em diante, fui capaz de seguir em frente." O racismo foi outro assunto da entrevista. Em 2001, o pai Richard acusou uma jogadora branca de dar uma trombada em Venus, propositadamente, numa troca de lado.
    Em 2001, Serena foi vaiada na final contra Kim Clijsters, depois que Venus desistiu do duelo com a irmã, na véspera, pelas semifinais, por causa de contusão. O públicou viu isso como coisa combinada e perseguiu Serena durante a partida. Serena, desde então, vem mantendo a promessa de não mais jogar em Indian Wells. A atual número 12 do mundo comentou que "não pode imaginar" o que Arthur Ashe nos anos 60 e 70 ou Zina Garrison nos 80 sofreram. "E nem quero pensar quanto a Althea Gibson nos anos 50. Quando eu entrei no circuito houve alguns problemas, mas não de verdade. Tenho sido abençoada por não ter sofrido muito, pelo menos, não na minha frente. Quer dizer, não sei o que acontece a portas fechadas. Somos um país jovem, a escravidão terminou a uns 130 anos e eu seria ingênua de pensar que em um tempo tão curto, isso mudaria radicalmente."
    O ataque mais recente aconteceu em Miami, por parte de um torcedor. Segundo ela, parte de sua força mental vem de sua herança. "Acho que é inato", reflete. "Vem de minha história como afro-americana e o que nós passamos como pessoas."
    A reportagem do "The Observer" revela que todas as irmãs Williams foram educadas como Testemunhas de Jeová e que todas continuam fiéis à sua fé. Serena até vai de porta em porta quando tem tempo, afirma a matéria. Seus melhores amigos também são da mesma religião. "É divertido porque a gente se relaciona com alguém e, ao mesmo tempo, sabe que não vai viver uma vida promíscua." Para Serena, a religião também a ajuda a se manter longe das confusões ao immaginar que "Deus não ficaria feliz se eu fizesse isso". E garante: "Nunca me envolvi com coca e nunca irei."
    De acordo com sua religião, ela não festeja aniversários ou o Natal e lê a Bíblia nas horas livres. No momento, lê o Genesis. "O Gênesis é tão divertido, você lê como Deus criou a Terra em sete dias ..., mas me pergunto se havia dinossauros. Talvez quando Ele criou parte da Terra no primeiro dia, talvez fosse quando os dinossauros viveram. Isso me faz pensar. E os homens das cavernas, quando?", se questiona. A jornalista pergunta como ela concilia dinossauros e o mito da criação, quando a Bíblia não é inteiramente precisa. "Não, eu acredito na Bíblia. Apenas estava pensando, se você pensa demais, fica doido." E quanto a ter dinheiro? "Acho que os tempos são diferentes. Acredito na Bíblia, mas também acredito em ser esperto. (?) Não penso que Deus vá me punir porque estou bem, por ter ganhado cada dólar. Trabalho literalmente desde os dois anos. Costumávamos entregar listas telefônicas com meu pai porque ele queria nos incutir o hábito do trabalho. E trabalhei duro, suei todo dia. Trabalhei duro por meu dinheiro e mereço o que tenho."
    Há tempos, Serena afirmou não ser a favor de sexo antes do casamento. Ela se mostra desconfortável com o assunto e invoca, rindo, a Quinta Emenda da Constituição americana, sobre o direito ao silêncio. Ela também se esquiva ao ser perguntada se é solteira. "Não sei. Não acho que sou solteira." Instigada a confirmar se é ou não solteira, responde: "Não gosto de falar sobre isso". Sorri de forma tímida e desvia o olhar. Pouco depois, explode em riso e imediatamente se arrepende. "Falando sério, não sou Britney Spears! Oh Deus, eu disso isso?"
    Questionada se alguma vez já pensou em qual é seu lugar na história, ela diz que não. "Quando minha carreira terminar, irei olhar para trás, ver tudo o que fiz e provavelmente vou cair de joelhos e exclamar: 'Uau, como consegui tudo isso? Mas isso me mantém esfomeada. Se eu pensasse que era história, minha cabeça ficaria louca. Honestamente, no fim do dia, eu viria para casa, para meus cachorros e minha irmã. Tenho amigos e choro quando vejo filmes e vejo reality show..."

    Seria oportuno ter filhos nestes dias finais?


    http://www.opovo.com.br/opovo/internacional/692658.html

    Seria oportuno ter filhos nestes dias finais?
    Sebastião Ramos
    05/05/2007 14:21
    A Bíblia menciona que Deus ao criar a terra, também criou o homem e sua mulher, Adão e Eva, para que tivessem filhos e se espalhassem por toda a terra, até que aquele pequeno jardim se tornasse um paraíso global. Interessante é que as pessoas, em sua maioria, ainda não sabem que aquele paraíso chamado jardim do Éden teve seu início bem nas proximidades da região do atual conturbado Iraque. (Gêneses 1: 28 e 2: 10-14). Mas, perguntaria: Será que nestes últimos dias turbulentos seria uma ocasião oportuna para continuarmos tendo filhos? Que conselho a Bíblia dá sobre este assunto? Vamos observar exemplos do passado e tiraremos nossas conclusões.

    Quando Deus decretou o dilúvio sobre a terra por estar cheia de violência, foram dadas duas tarefas a Noé: construir uma enorme arca para salvar sua família e avisar seus vizinhos do grande dilúvio que viria sobre a terra. Durante um período de aproximadamente cem anos até vir o dilúvio sobre a terra, a família de Noé não gerou filhos, porém, ao saírem da arca, notem o que Deus lhes disse: "Sede fecundos e tornai-vos muitos e enchei a terra". (Gênesis 9:1) Por que só após o dilúvio Jeová ordenou a Noé e sua família a terem filhos e se espalharem sobre a terra? Bom, uma boa razão, talvez, seria porque antes do dilúvio a terra estava cheia de violência e, por terem que trabalhar pesadamente na construção da arca e ainda ter de avisar aos seus vizinhos do grande dilúvio.

    Noé e seus filhos, após o dilúvio, deveriam encher a terra porque as circunstâncias eram outras, bem diferentes, não havia mais violência, imoralidade, enfim, nada de ruim ao seu redor. Do mesmo modo, quando a cidade de Jerusalém estava no clímax da intolerância, imoralidade, violência e corrupção, o profeta Jeremias recebeu de Deus a ordem: "Não case, nem tenha filhos neste lugar. Eles morrerão de doenças horríveis. Ninguém chorará a morte deles e não serão sepultados..." (Jeremias 16: 2-4). Ainda o relato continua dizendo que a fome dizimaria muitos dos que nascessem naquele lugar. O historiador Josefo relata em um de seus escritos que realmente se confirmou esta profecia acerca da cidade de Jerusalém, pois a fome era tão grande que as mães matavam os seus próprios filhos para se alimentar.

    Os israelitas fiéis que acataram o aviso de Deus sobreviveram àquela monstruosa destruição e foram exilados na cidade de Babilônia. Agora vivendo em outras condições, similarmente ao fim do dilúvio global, poderiam ter seus filhos e encher toda aquela cidade. Observe mais uma vez o que Deus lhes ordenou: "Construam casas e morem nelas. Plantem árvores frutíferas e comam de suas frutas. Casem e tenham filhos. Vocês devem aumentar em número e não diminuir". (Jerem. 29: 5, 6)

    O que podemos aprender desses dois relatos?

    É preciso ressaltar que todas as coisas que foram escritas na Bíblia nos tempos de outrora, foram para nossa instrução, para que, pelo consolo das escrituras, tivéssemos esperança (Romanos 15:4). Jesus se referindo profeticamente aos nossos tempos avisou que seriam iguais aos dias de Noé, onde as pessoas iriam comer, beber, casar-se e dar-se em casamento. Ainda alertou: "Aí das mães que amamentarem e das que tiverem criancinhas naqueles dias". Já a carta inspirada de Paulo falando sobre as características ruins das pessoas que viveriam nos últimos dias cita que os filhos seriam desobedientes aos pais. E não é isso que estamos presenciando? A maioria se diverte, bebe, se casa, se separa quantas vezes queira. Os filhos, ainda na adolescência, caem vítimas do mundo das drogas e da criminalidade para o desespero dos pais.

    Assim, não seria aconselhável gerar filhos no mundo de hoje. Por outro lado, os casais que se dedicam zelosamente à palavra de Deus, estão se preparando para ter os seus filhos, sim, mas numa época em que Deus irá cumprir o seu propósito original de transformar a terra inteira num paraíso. Observe a recompensa que os pais terão nessa época ao ter os seus filhos: "Todo o seu trabalho dará certo, não terão filhos para perturbação, porque são a descendência dos abençoados por Deus".

    Em resumo: Observe que Deus, quando orientou Adão e Eva, Noé e sua família e os israelitas a gerarem filhos, as épocas eram favoráveis, foi no início do jardim do Éden, no fim do dilúvio e após a destruição da cidade de Jerusalém. Não existiam aqueles dias atribulados e violentos. A terra estava praticamente vazia. Com efeito, também, quando vier o Armagedom, a Guerra do Grande Dia de Deus para destruir os iníqüos, irão escapar bem poucos. Os homens da antiguidade diziam que, ao se encontrarem duas pessoas, uma perguntaria para a outra: "Amigo como foi que você escapou?" Contudo, esta será a época de se gerar filhos, pois, a terra estará vazia. Os casais que não tiveram seus filhos hoje irão certamente tê-los, não para a perturbação como vimos na palavra profética. (Isaias 65: 23).

    Entretanto, não estou aconselhando as pessoas a não gerarem filhos agora. Cada um deve observar os frutos amargos que muitos pais estão colhendo de seus filhos gerados nesta época final. Cada um avalie a situação e tome suas próprias decisões. O Salmo 127: 3 diz: "Eis que os filhos serão uma herança da parte de Deus; O fruto do ventre é uma recompensa".

    Quando o reino de Deus intervir nos assuntos humanos na terra, este referido salmo se cumprirá em grande escala, os pais não sofrerão a dor de perder os seus filhos no mundo da criminalidade nem das drogas, nem tampouco, se decepcionarão por terem se tornados ingratos ou desobedientes, pelo contrário, terão plena satisfação de saber que o fruto de seu ventre foi verdadeiramente uma recompensa da parte de Deus.

    SEBASTIÃO RAMOS é assistente de Administração na UFC

    Terça-feira, Maio 01, 2007

    O médico e a testemunha de Jeová


    http://www.cinform.com.br/cinform.php?var=1177939032

    Déborah Pimentel - Médica e Psicanalista

    O médico e a testemunha de Jeová

    30-04-2007 10:17
    Nas aulas de Medicina Legal e Ética Médica, os acadêmicos de Medicina ficam atentos quando se fala em Testemunhas de Jeová. Temem, na realidade, no futuro, terem que se confrontar com situações que gerem conflitos éticos.
    O que é ensinado aos futuros médicos alunos desta disciplina é sempre ter respeito pelos seus pacientes e acolher suas angústias de forma humana.
    Não raro temos notícias de pacientes seguidores da seita Testemunhas de Jeová que se recusam a receber sangue e ou seus derivados como terapêutica e acaba gerando polêmicas que envolvem conflitos éticos que tanto preocupam os médicos e instigam e provocam os juristas.
    Os seguidores de Hipócrates vêem-se acuados e aflitos diante de situações graves pelo simples fato de se sentirem presos a um dever ético de salvaguardar o direito, prima facie, mais essencial de qualquer ser humano: à vida.
    A submissão forçada à uma terapêutica médica, no caso das Testemunhas de Jeová, uma transfusão de sangue, implicaria em afronta a dignidade humana. Pode, portanto, alguém se recusar a um tratamento, qual seja, a transfusão sanguínea, quando este for imprescindível à preservação de sua vida, por uma convicção religiosa?
    O paciente tem direito a recusar-se, sim. Mas e o médico, e o seu dever de salvar aquele sujeito que precisa de uma transfusão, como deve proceder?
    O Código de Ética Médica (CEM) é muito claro quando diz que:
    "É vedado ao médico:Art. 46 - Efetuar qualquer procedimento médico sem o esclarecimento e o consentimento prévios do paciente ou de seu responsável legal , salvo em iminente perigo de vida.Art. 48 - Exercer sua autoridade de maneira a limitar o direito do paciente de decidir livremente sobre a sua pessoa ou seu bem-estar". O próprio Código Civil não deixa dúvidas quanto a procedimentos médicos ou cirúrgicos, com risco de vida, sem o prévio consentimento do paciente.
    Como vêem, nós estamos diante de dois dos mais fortes pilares da Bioética que são a Autonomia e o Consentimento Informado. O princípio da Autonomia reconhece o direito do sujeito decidir sobre procedimentos ou tratamentos médico, levando em conta, inclusive, seus valores mais íntimos.
    Em uma leitura apressada dos artigos acima, poder-se-ia imaginar que o médico estaria sendo obrigado a assistir a morte (não seria suicídio?) do seu paciente sem poder intervir, uma vez que a autonomia do paciente inibiria a sua autonomia e pior, talvez até, este médico possa ser julgado e condenado por omissão.
    O Art. 7o. do CEM reza a importância da autonomia médica ao determinar que... “O médico deve exercer a sua profissão com ampla autonomia, não sendo obrigado a prestar serviços profissionais a quem não o deseje, salvo na ausência de outro médico, em casos de urgência, ou quando sua negativa possa trazer danos irreversíveis ao paciente”.
    O nó górdio da problemática médica e jurídica das transfusões em Testemunhas de Jeová são os casos da ressalva do iminente perigo de vida, contida no Art. 46, citado acima. A parte final deste artigo aponta para um resquício da visão hipocrática da Beneficência e entra em choque com os princípios da Bioética quais sejam a Autonomia e o Consentimento Informado, ou seja, nestes casos, a leitura do referido artigo é clara ao limitar a autonomia do paciente nos casos de iminente risco de vida.Uma vez caracterizada a situação de iminente risco de vida o médico deve realizar todos os procedimentos que forem necessários para salvar a vida do paciente.
    O parecer de 2001 do Conselheiro do CFM, Eurípedes Sebastião Mendonça de Souza, acerca do tema é um dos mais lúcidos sobre o tema e sugere que seja constituída uma junta médica composta pelo médico assistente, um hematologista e um intensivista para caracterizar a situação de risco iminente de vida e se a reposição de sangue e/ou hemoderivados é a única alternativa capaz de reverter a situação. Sugere ainda que o processo de tratamento seja supervisionado pela Comissão de Ética Médica do Hospital e que se a reposição sanguínea ficar caracterizada como a única forma eficaz para salvar a vida do paciente, o médico assistente deve prescrever a transfusão de sangue, independentemente de consentimento do paciente ou de seus responsáveis.
    O ato médico não isenta o profissional de ser interpelado judicialmente e caso ele seja convocado a responder pelos seus procedimentos, a sua defesa será o prontuário médico.
    Ao Estado cabe o dever de agir no sentido de preservar a vida, portanto, tratando-se de situação de perigo iminente de vida, a lei penal previamente faz opção axiológica pela vida, conforme o art. 146, §3°, inc. I, do Código Penal. Sendo assim, o médico poderá e deverá intervir, sem que o ato médico se configure um delito caracterizado como constrangimento ilegal.
    Quando a situação envolve menores cujos pais se recusam à realização de transfusão sanguínea em seus filhos, cabe ao médico proceder à transfusão, defendendo a vida de seu paciente e, se necessário, o hospital deve pedir autorização judicial e é dever do magistrado a concessão da tutela em nome da vida deste menor, baseado no princípio que o direito à vida pertence ao ser humano, ao indivíduo, e não aos seus pais.
    Nenhum direito é absoluto, nem mesmo o direito à vida.

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