
Tradução parcial de:
http://english.hani.co.kr/arti/english_edition/e_national/206230.html
[Manchete] Testemunhas de Jeová da Coreia viveram profundas dificuldades
Anos de prisão e tortura ainda não podem ser apagados aos 87 anos
» Jeon Sun-ok e Park Jong-il que tiveram de passar por tempos difíceis por serem Testemunhas de Jeová.
http://english.hani.co.kr/arti/english_edition/e_national/206230.html
[Manchete] Testemunhas de Jeová da Coreia viveram profundas dificuldades
Anos de prisão e tortura ainda não podem ser apagados aos 87 anos
» Jeon Sun-ok e Park Jong-il que tiveram de passar por tempos difíceis por serem Testemunhas de Jeová. Em Junho de 1939, a polícia japonesa deteve 33 Testemunhas de Jeová coreanas.
Foram processados por lesa-majestade por terem recusado orar nos santuários japoneses, e pelo crime de propagação de ideologia anti-guerra no âmbito de uma lei de segurança. Os missionários Testemunhas de Jeová vieram pela primeira vez para a Península Coreana em 1914, e em 1932, 45 pessoas participaram na Conferência de Seul das Testemunhas de Jeová. A maior parte deles foram presos. Sabendo-se que 33 deles foram presos num só dia, parece que a polícia estava a exercer uma vigilância apertada sobre eles.
Havia sinais anteriores que indiciavam isso. A polícia japonesa havia confiscado 50.000 cópias do livro de Eclesiastes em Seul [na Coreia do Sul - N.Trad.] durante o mês de Junho de 1933, e 30.000 em Pyongyang [na Coreia do Norte - N.Trad.] durante o mês de Setembro do mesmo ano. Tinham também havido avisos. O director da filial das Testemunhas de Jeová, Akashi Junso, disse aos seus compatriotas coreanos que o dia em que eles foram presos não estava muito longe. Na altura, Akashi estava sob investigação pela polícia japonesa com relação a questões respeitantes ao serviço militar do seu filho. Mesmo assim, as Testemunhas de Jeová coreanas não se esconderam. Finalmente, depois de o filho de Akashi e de outros cidadãos japoneses se terem recusado a servir, a polícia japonesa investiu numa verdadeira onde de detenções que abarcaram o Japão, Taiwan e a Coreia.
Há, entre as Testemunhas de Jeová que foram perseguidas, uma que ainda está viva hoje. O seu nome é Jang Sun-ok (de 87 anos) e o repórter encontrou-se com ela em 12 de Março em Seongnam, na província de Gyeonggi. Com uma respiração dificultosa, ela descreveu-me vividamente as suas memórias. Ela foi desapropriada, em 29 de Março de 1939, da sua casa em Wangsimni. "Estava a tomar a minha refeição quando chegou a polícia," disse ela. O seu marido foi também preso naquele dia, e passou os dois anos seguintes em isolamento. Nascida em Pyongyang e casada à idade de 16 anos, Jang tinha 19 e estava grávida na ocasião da sua detenção.
.../...
» Da esquerda para a direita: Kim Bong-nyeo, Lee Jeong-sang, Jang Sun-ok, Kim Gyeong-hui, Park Ok-hui e uma estrangeira chamada Emerson.
.../...
Please direct questions or comments to [englishhani@hani.co.kr]
Posted on : Apr.30,2007 14:18 KST Modified on : Apr.30,2007 16:09 KST
Trad. por Carlos Queiroz
Foram processados por lesa-majestade por terem recusado orar nos santuários japoneses, e pelo crime de propagação de ideologia anti-guerra no âmbito de uma lei de segurança. Os missionários Testemunhas de Jeová vieram pela primeira vez para a Península Coreana em 1914, e em 1932, 45 pessoas participaram na Conferência de Seul das Testemunhas de Jeová. A maior parte deles foram presos. Sabendo-se que 33 deles foram presos num só dia, parece que a polícia estava a exercer uma vigilância apertada sobre eles.
Havia sinais anteriores que indiciavam isso. A polícia japonesa havia confiscado 50.000 cópias do livro de Eclesiastes em Seul [na Coreia do Sul - N.Trad.] durante o mês de Junho de 1933, e 30.000 em Pyongyang [na Coreia do Norte - N.Trad.] durante o mês de Setembro do mesmo ano. Tinham também havido avisos. O director da filial das Testemunhas de Jeová, Akashi Junso, disse aos seus compatriotas coreanos que o dia em que eles foram presos não estava muito longe. Na altura, Akashi estava sob investigação pela polícia japonesa com relação a questões respeitantes ao serviço militar do seu filho. Mesmo assim, as Testemunhas de Jeová coreanas não se esconderam. Finalmente, depois de o filho de Akashi e de outros cidadãos japoneses se terem recusado a servir, a polícia japonesa investiu numa verdadeira onde de detenções que abarcaram o Japão, Taiwan e a Coreia.
Há, entre as Testemunhas de Jeová que foram perseguidas, uma que ainda está viva hoje. O seu nome é Jang Sun-ok (de 87 anos) e o repórter encontrou-se com ela em 12 de Março em Seongnam, na província de Gyeonggi. Com uma respiração dificultosa, ela descreveu-me vividamente as suas memórias. Ela foi desapropriada, em 29 de Março de 1939, da sua casa em Wangsimni. "Estava a tomar a minha refeição quando chegou a polícia," disse ela. O seu marido foi também preso naquele dia, e passou os dois anos seguintes em isolamento. Nascida em Pyongyang e casada à idade de 16 anos, Jang tinha 19 e estava grávida na ocasião da sua detenção.
.../...
» Da esquerda para a direita: Kim Bong-nyeo, Lee Jeong-sang, Jang Sun-ok, Kim Gyeong-hui, Park Ok-hui e uma estrangeira chamada Emerson..../...
Please direct questions or comments to [englishhani@hani.co.kr]
Posted on : Apr.30,2007 14:18 KST Modified on : Apr.30,2007 16:09 KST
Trad. por Carlos Queiroz















