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    Quinta-feira, Novembro 30, 2006

    Este ano não há Natal numa escola de Saragoça (Espanha)


    http://jornal.publico.clix.pt/noticias.asp?a=2006&m=11&d=30&uid=&id=110071&sid=12125


    Director: José Manuel Fernandes Directores-adjuntos: Nuno Pacheco e Manuel Carvalho
    POL nº 6091 Quinta, 30 de Novembro de 2006

    Este ano não há Natal numa escola de Saragoça

    Nem canções nem presentes. Este ano não haverá festejos natalícios na escola Hilarion Gimeno, em Saragoça, Espanha. O estabelecimento de ensino público assim o decidiu porque não quer correr o risco de incomodar crianças que professem outras religiões que não a católica. A escola tem alunos de diferentes credos e culturas, fez saber, e para além disso o espaço que existia para os festejos não era adequado. Mas a explicação não convenceu alguns encarregados de educação, que já recolheram mais de 230 assinaturas contra a decisão. Para Ana Grande, deputada do Partido Popular, a escola está a promover o "pensamento único". E a pôr em causa "direitos fundamentais".

    Mortes causadas pelo tabaco vão aumentar mais de 50% até 2030




    http://dn.sapo.pt/2006/11/30/sociedade/mortes_causadas_pelo_tabaco_aumentar.html

    Mortes causadas pelo tabaco vão aumentar mais de 50% até 2030

    Tabaco supera sida
    De acordo com o estudo publicado na revista norte-americana Public Library of Science Medicine (PLoS Medicine), que actualiza as projecções feitas em 2002, o tabaco vai mesmo matar mais que a Sida nos próximos anos. O estudo, que se centra nas dez principais causas de mortalidade e incapacidade no futuro, sustenta que, até 2015, o tabagismo poderá matar 50% mais pessoas do que o vírus da HIV. Neste ano, o tabaco deverá ser responsável por 10% das mortes registadas a nível mundial. Em todo o mundo, o número de mortes causadas pela Sida deverá passar dos 2,8 milhões em 2002 para 4,3 milhões em 2015 e 6,5 milhões em 2030. Uma projecção que se baseia na eventualidade de 80% das pessoas infectadas pelo vírus terem acesso aos antiretrovirais até 2012. Nos países de baixos e médios rendimentos, a sida vai mesmo tornar-se, até 2015, a principal causa de incapacidade e de mortalidade. A nível global, a sida andará a par e passo com a depressão e as doenças cardiovasculares seguidas dos acidentes rodoviários. E o número de mortes por cancro, diabetes e doenças cardiovasculares vão aumentar 70%.


    Inês David Bastos

    O tabaco mata, já se sabe. O que não se sabia, ainda, é que o número de mortes provocadas pela nicotina vai crescer significativamente nos próximos anos. O tabaco vai mesmo matar mais pessoas que a Sida, até 2015. Estas são algumas das conclusões previstas num estudo ontem divulgado pela Organização Mundial de Saúde (OMS). Mas vamos a números: até 2030, o número de mortes a nível mundial causadas pelo tabaco vai aumentar mais de 53%. Neste ano, as projecções da OMS apontam para 8,3 milhões de óbitos, contra os 5,4 milhões de 2005 e os 6,4 milhões de 2015.


    Nos países com baixos e médios rendimentos, o número de mortes causadas pelo tabagismo deverá duplicar para 6,8 milhões de pessoas no espaço de 24 anos, ou seja, até 2030. Sentido inverso terá a mortalidade causada pelo tabaco nos países ricos, que, segundo as previsões da OMS, deverá baixar 9%, matando 1,5 milhões de pessoas.


    Perante este cenário, a Organização Mundial de Saúde não se coíbe de lançar um duro ataque à indústria tabaqueira mundial, acusando-a de virar baterias para os jovens dos países mais pobres como forma de compensar a progressiva e crescente quebra de vendas nos países desenvolvidos e industrializados.

    Seguradora irá ressarcir vítimas do Holocausto


    http://www.ansa.it/ansalatinabr/notizie/rubriche/italia/20061129143634127007.html

    ITÁLIA
    SEGURADORA IRÁ RESSARCIR VÍTIMAS DO HOLOCAUSTO
    MILAN, 29 NOV (ANSA) - Um acordo foi alcançado entre a companhia de seguros Generali e as vítimas das perseguições nazistas que no período entre 1920 e 1945 haviam registrado uma apólice com a seguradora, segundo informaram fontes locais.

    No mais tardar em 31 de março de 2007, os beneficiários dessas apólices ou seus descendentes, poderão apresentar o pedido de ressarcimento.

    Conclui-se assim, afirma uma nota divulgada pelo escritório de direito Kohn Swift & Graf, a ação aberta perante o tribunal de Nova York.

    O acordo foi definido dias atrás e prevê um ressarcimento para todos os que haviam estipulado uma apólice para si ou seus descendentes, mas que até agora não receberam nenhuma forma de recompensa.

    "Muitas dessas pessoas foram perseguidas por causa de sua religião, pelas origens étnicas, pela orientação sexual ou sua posição política. Isto inclui, porém não se limita, a judeus, ciganos, testemunhas de Jeová, presos políticos e homossexuais", recordou o advogado Robert Swift que seguiu o processo contra Generali durante mais de nove anos. (ANSA)

    Quarta-feira, Novembro 29, 2006

    Toxicodependência: 219 mortes registadas em Portugal em 2005


    http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=62&id_news=252521

    Toxicodependência: 219 mortes registadas em Portugal em 2005
    Em 2005 morreram em Portugal 219 pessoas vítimas de consumo de drogas, número que contraria a estabilização registada nos últimos três anos, revela um relatório do Instituto da Droga e Toxicodependência (IDT) hoje divulgado.
    «O dado que apresentamos é um aumento de mortes relacionadas com o consumo de droga, nomeadamente heroína, o que não quer dizer que esta tenha sido a causa directa das mortes», afirmou Maria Moreira, membro do IDT e responsável pela elaboração do relatório.
    Maria Moreira admitiu que é um número preocupante, sendo também «uma tendência verificada em todos os países da União Europeia».
    A responsável pelo estudo salientou, no entanto, que «o que importa destacar é que, apesar do aumento do número de mortes, Portugal está abaixo dos níveis registados no início da década» em comparação com os países europeus.
    Os 219 casos registados em 2005 representam um acréscimo 40% em relação a 2004, segundo o relatório.
    No âmbito da incidência de doenças infecciosas relacionadas com o consumo de droga, o estudo revela uma estabilização e, em alguns casos, um decréscimo.
    Entre as populações em tratamento de toxicodependência em 2005, os valores de positividade para o VIH, hepatites B e C e tuberculose enquadram-se nos padrões registados desde 2000, apesar de, no caso da SIDA, continuar a decrescer a percentagem de casos associados à toxicodependência, variando em 2005 entre os 12% e os 22%.
    João Goulão, presidente do IDT destacou como pontos relevantes do relatório «um envelhecimento dos heroinómanos e uma diminuição clara de consumidores novos de heroína».
    O relatório indica ainda que os toxicodependentes em tratamento continuam a ser maioritariamente do sexo masculino, com idades entre os 25 e os 39 anos.
    Entre os utentes que em 2005 recorreram às diferentes estruturas de tratamento da toxicodependência, a heroína continua a ser a substância referida como «droga principal», seguindo-se a heroína associada à cocaína e a cannabis, indica ainda o documento.
    As referências ao álcool enquanto substância principal dos utentes dos centros de tratamento começam também a surgir de forma mais expressiva.
    Diário Digital / Lusa
    29-11-2006 16:39:00

    Terça-feira, Novembro 28, 2006

    Sessões espíritas acontecem em "O Profeta", da Globo


    zapping/ult3954u100.shtml

    Melhor assim

    Antes das sessões espíritas que acontecem em "O Profeta", na Globo, elenco, produção e equipe técnica da novela rezam. Além disso, duas mulheres que entendem de espiritismo acompanham as gravações.

    Uzbequistão: Continuam as violações à liberdade religiosa, apesar dos desmentidos oficiais


    Tradução parcial de:
    http://www.forum18.org/Archive.php?article_id=878
    Este artigo foi publicado pela F18News em: 28 de Novembro de 2006
    UZBEQUISTÃO: Continuam as violações à liberdade religiosa, apesar dos desmentidos oficiais

    Por Igor Rotar, Forum 18 News Service , e Felix Corley, Forum 18 News Service http://www.forum18.org
    Tem aumentado a repressão das comunidades religiosas feitas pela comunidade islâmica maioritária contra as minorias religiosas como é o vaso das cristãs, faz notar a Forum 18 News Service. Os Protestantes têm sido atacados nos órgãos de comunicações social controlados pelo Estado, tal como se deu com um estudante, Tahir Sharipov, acusado de levar a efeito "reuniões secretas com cânticos", e tem sido exercida pressão de pôr termo às igrejas Protestantes às quais têm assistido grupos étnicos Uzbeques. Andrei Shirobokov, porta-vos das Testemunhas de Jeová, disse ao Forum 18 que teve de abandonar o país "na medida em que os meus companheiros nas entidades judiciárias me haviam advertido de que estava a ser preparado um atentado contra a minha vida". Fontes afectas à minoria religiosa disseram ao Forum 18 que professores das escolas tinham sido instruídos no sentido de descobrir quais os alunos destas comunidades religiosas que assistiram a elas e onde seus pais trabalhavam. A designação por parte dos EUA atribuindo ao Uzbequistão o título de "País de Preocupação Especial" devido às violações da liberdade religiosa conduziu a uma severa resposta. O Forum 18 foi ele próprio acusado de tentar "a todo o momento acusar sem fundamento o Uzbequistão de reprimir os crentes".
    Trad. por Carlos Queiroz

    Novas projecções dizem que sida poderá matar 117 milhões de pessoas até 2030



    Directores-adjuntos: Nuno Pacheco e Manuel Carvalho
    POL nº 6089 Terça, 28 de Novembro de 2006

    Novas projecções dizem que sida poderá matar 117 milhões de pessoas até 2030
    Joana ferreira da Costa
    Investigadores da OMS corrigem estimativas sobre as causas de mortalidade no mundo durante as próximas três décadas
    Se o mundo actuar agora para travar a escalada da sida poderão ser evitados 28 milhões de mortes, até 2030. Caso contrário, o número de vítimas da doença será superior a 117 milhões, revela um estudo publicado na revista Public Library of Science"s Medicine.

    Na investigação, Colin Mather e Dejan Loncar, da Organização Mundial de Saúde (OMS), corrigem as projecções sobre as causas de morte e doença no mundo até 2030. As últimas estimativas, calculadas há décadas, assumiam que a epidemia de sida começaria a declinar no ano 2000. Isso não aconteceu: os novos casos de infecção continuaram a crescer.

    As novas projecções não deixam margens para dúvidas sobre o impacto futuro do vírus da imunodeficiência humana (HIV), que será das principais causas de morte no mundo, tal como as doenças cardiovasculares e o cancro.

    No pior cenário, pelo menos 117 milhões de pessoas morrerão de sida até 2030. Numa projecção mais optimista - em que os novos casos de infecção diminuem e o acesso a tratamentos aumenta - serão 89 milhões.

    "O futuro depende muito daquilo que hoje fizer a comunidade internacional", afirmou à Associated Press (AP) Colin Mathers, que neste trabalho analisou os dados de saúde em mais de uma centena de países. "Espero que esta investigação inspire mudanças e que as nossas projecções pessimistas se revelem erradas."

    Estes cenários devem desencadear mudanças no combate à doença. "Será cada vez mais difícil sustentar programas de tratamento da doença se não estancarmos as novas infecções", disse também à AP Richard Hays, professor de epidemiologia da Escola de Higiene e Medicina Tropical de Londres. "Os dados revelam que temos de fazer mais na prevenção [da transmissão do HIV]", alerta, salientando que as estratégias têm de responder às necessidades "reais" da população.

    Na investigação, os autores usaram indicadores de saúde, mortalidade e rendimento per capita em mais de 100 países, bem como estimativas da ONU. A informação foi compilada num modelo de cálculo complexo, para encontrar os problemas de saúde com maior incidência futura.

    Nas próximas três décadas, as causas de mortalidade serão semelhantes em todo o mundo: as pessoas morrerão cada vez mais tarde de doenças não infecciosas. Os autores do estudo calculam que, em 2030, as japonesas terão a maior esperança de vida: viverão em média 88,5 anos.

    As doenças não infecciosas serão responsáveis por 70 por cento das mortes. As vítimas de doenças cardiovasculares vão crescer para 23,3 milhões, contra 16,7 milhões em 2002. Já as doenças cancerígenas serão responsáveis pela morte de 11,5 milhões de pessoas em 2030 (em 2002 eram 7,1 milhões).

    Litígio de Seguros do Holocausto da Generali


    http://home.businesswire.com/portal/site/google/index.jsp?ndmViewId=news_view&newsId=20061127005931&newsLang=pt

    November 27, 2006 05:12 PM Eastern Time
    Empresa de Advocacia Kohn, Swift & Graf P.C. Anuncia Decisão Sobre Ação de Classe In re: Assicurazioni Generali S.p.A. Litígio de Seguros do Holocausto
    PHILADELPHIA--(BUSINESS WIRE)--ACORDO NA AÇÃO COLETIVA DO SEGURO DO HOLOCAUSTO DA GENERALI
    Chegou-se a um acordo para a ação coletiva mundial com relação a Assicurazioni Generali S.p.A. Litígio de Seguros do Holocausto, No. 1374, estabelecido perante o Tribunal Distrital dos Estados Unidos para o Distrito Sul de Nova York, Estados Unidos, entre a Assicurazioni Generali S.p.A. e as pessoas perseguidas pelo regime nazista que teriam contratado apólices de seguro junto à Generali no momento de sua perseguição.
    "Esta será uma oportunidade para que muitas pessoas e suas famílias finalmente cobrem o dinheiro que lhes é devido", declarou Robert Swift, que atuou como um dos principais advogados dos demandantes mas que também participou em diversos julgamentos de ação coletiva contra a Generali durante mais de nove anos.
    Todas as pessoas ou seus descendentes que adquiriram seguros da Generali entre 1920 e 1945 e que tinham uma apólice ou eram beneficiários de uma apólice em vigor imediatamente antes da perseguição dos nazistas e seus aliados cumprem com os requisitos para participar. O Sr. Swift continuou: "Muitas dessas pessoas foram perseguidas por razões religiosas, étnicas, de orientação sexual ou opiniões políticas. Entre os afetados se encontravam judeus, testemunhas de Jeová, presos políticos e homossexuais, embora tenham sido afetadas também outras pessoas." Uma limitação importante é que se a Generali já houver compensado a pessoa por sua apólice, esta não cumprirá com os requisitos para receber uma compensação adicional com relação a este Acordo.
    FOI ESTABELECIDO UM PROCESSO DE DEMANDA SIMPLES QUE SUPERVISIONARÁ O TRIBUNAL. PARA PARTICIPAR DO ACORDO AS PESSOAS SIMPLESMENTE DEVEM LIGAR PARA O SEGUINTE NÚMERO DE ATENDIMENTO GRATUITO: (+) 54-11-4119-2066 E SOLICITAR UM FORMULÁRIO DE NOTIFICAÇÃO E DEMANDA. COMO ALTERNATIVA TAMBÉM PODEM ACESSAR
    WWW.NAZIERAINSURANCESETTLEMENT.COM E DESCARREGAR O FORMULÁRIO DE NOTIFICAÇÃO E DEMANDA E ENVIÁ-LO PELO CORREIO COM DATA DE SELAGEM ANTERIOR A 31 DE MARÇO DE 2007 PARA:
    Assicurazioni Generali S.p.A.
    Policy Information Center
    Piazza Duca Degli Abruzzi, 2
    34132 Trieste, Itália
    Não é necessário ter em seu poder a apólice real para participar deste Acordo. Se alguém acredita que seus familiares eram titulares ou beneficiários de uma apólice desse tipo, deve interpor uma demanda", explicou o Sr. Swift.
    Os Formulários de Demanda serão processados e fundamentados através dos procedimentos de validação de demandas estabelecidos pela Comissão Internacional Sobre Reivindicações de Seguros Referentes ao Holocausto ("ICHEIC"). O Acordo inclui todas as demandas recebidas pela ICHEIC que ainda não foram processadas, bem como as novas demandas. As demandas validadas serão processadas em função da importância devida, embora tenha sido estabelecido um pagamento mínimo de US$ 1 mil para todas as demandas elegíveis.
    Será realizada uma Audiência para considerar a aprovação final do Acordo às 10:30 da manhã do dia 31 de janeiro de 2007 na sala do tribunal 15D do Tribunal dos Estados Unidos situado em 500 Pearl Street, Nova York, Nova York 10007, Estados Unidos.
    Para obter informações adicionais, comunique-se com Anya Verkhovskaya escrevendo para
    info@abdatalawserve.com, ou ligando para 1 (414) 963-6441.

    Segunda-feira, Novembro 27, 2006

    Cheias causam destruição no Malawi


    Tradução de:
    http://www.andnetwork.com/index?service=direct/0/Home/recent.fullStory&sp=l71473
    Cheias destroem bens avaliados em milhões em Centro de Socorro da Igreja Norueguesa
    27 de Novembro de 2006

    Cheias destruíram livros de enfermagem, seringas e outros bens avaliados em milhões de Kwachas nos escritórios de Centro de Socorro da Igreja Norueguesa (NCA) em Lilongwe, capital do Malawi

    Por Dingaan Mithi
    Fortes chuvas por todo o país durante o fim-de-semana causaram graves prejuízos materiais por todo o sítio com as cheias a destruírem três centros de negócios no distrito de Mwanza junto à fronteira sul do Malawi, enquanto que no distrito de Chikwawa algumas pessoas perderam a vida devido às chuvas torrenciais.
    No Centro de Socorro da Igreja Norueguesa, as correntes fluindo desde montante, apareceram a jusante, onde está situado o NCA, atingiram um muro de tijolos, provocando o seu colapso, e transportando depois diversos itens para o vizinho rio Lingadzi, sendo prejuízo estimado em milhões de Kwachas.
    Numa rápida visita ao local, pode-se ver o muro pertencente ao hospital da Igreja Adventista do Sétimo Dia vizinha do NCA totalmente desfeito em entulho.
    Num outro incidente um muro pertencente à igreja da Sociedade Torre de Vigia das Testemunhas de Jeová ficou destruído pelas enchentes, tal como nos confirmou um guarda da segurança que trabalha no local.
    Entretanto, o rio Lingadzi já encheu, com possibilidade de as fortes chuvas porem em perigo as vidas dos residentes na vila de Mtandire, visto que vivem perto das margens do rio.
    Trad. por Carlos Queiroz

    Domingo, Novembro 26, 2006

    Portugal: Violência doméstica matou 37 mulheres no último ano



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    Violência doméstica matou 37 mulheres no último ano

    Em véspera do Dia Internacional para a Eliminação da Violência Contra as Mulheres, a UMAR anunciou um estudo como forma de “denunciar e alertar para uma situação preocupante em Portugal”. O estudo revela que em 12 meses morreram 37 mulheres vítimas de violência doméstica.

    Entre Novembro de 2005 e 2006 morreram, em Portugal, 37 mulheres vítimas de violência doméstica, revela um estudo apresentado pela União de Mulheres Alternativa e Resposta para assinalar o Dia Internacional para a Eliminação da Violência Contra as Mulheres (hoje). Este gesto é uma forma de “denunciar e alertar as autoridades e a sociedade para uma situação preocupante em Portugal”, disse Elisabete Brasil. A presidente da UMAR defendeu a necessidade de uma “estratégia global” que passa por casas de abrigo e pela existência de instrumentos de análise para avaliar o risco quando as mulheres recorrem aos centros de atendimento. Dotar a PSP e a GNR de gabinetes especiais para atender as vítimas é, no entender de Elisabete Brasil, outras formas de combater a violência doméstica.

    A lei é “boa mas não tem praticabilidade”, afirmou Elisabete Brasil, especificando a situação de “afastamento do agressor e permanência da mulher em casa”. “Em Portugal, na maior parte das vezes, é a mulher que tem de sair de casa com os filhos e as medidas de coacção ao agressor não se aplicam”, criticou. Elisabete Brasil alertou também para a necessidade de as autoridades oficiais recolherem os dados exactos da prática de femicídios [homicídios nas relações de intimidade] para compreender melhor este fenómeno e agir de forma mais eficaz. Nos anos anteriores o número de femicídios foi superior, contabilizando 43 em 2005 e 47 em 2004, segundo o estudo.

    Sexta-feira, Novembro 24, 2006

    Cinqüenta menores vivem isolados por uma seita na França


    www.gazetaonline.com.br
    Cinqüenta menores vivem isolados por uma seita na França

    23/11/2006 19:03:41 - Agência EFE

    Cinqüenta menores vivem "completamente isolados do mundo", na seita Tabitha's Place, no sudoeste da França, país onde 60 mil crianças são manipuladas por diferentes grupos sectários, segundo publica hoje o jornal "Le Parisien".

    Segundo a Missão Interministerial de Vigilância e Luta contra os Desvios Sectários (Miviludes), 600 crianças das 60 mil que "crescem na França sob o jugo das seitas são vítimas de graves maus-tratos psicológicos, físicos e às vezes sexuais", informou o periódico.

    A situação das 50 crianças e adolescentes da Tabitha's Place, "vítimas da ideologia de seus pais, que impõem a elas o estilo de vida dos primeiros cristãos" foi revelada ao jornal por quatro deputados da missão oficial contra as seitas.

    O grupo visitou de surpresa, na terça-feira passada, a antiga casa onde vivem há 23 anos os membros de Tabitha's Place, no centro da cidade de Sus.

    Lá, "os brinquedos são proibidos" e "nunca se ouviu falar em Zinedine Zidane", explicaram ao diário os deputados, que ficaram "comovidos" com a visita.

    Uma equipe do jornal viajou ao lugar e constatou que a porta da mansão, em frente à Prefeitura de Sus, está sempre "totalmente aberta e ninguém se esconde quando chega um estranho, a quem se oferece um bolo caseiro e um copo de mate".

    Os autodenominados "líderes da tribo de Abraão" defendem seu direito à "liberdade educacional" segundo a Bíblia, da qual fazem uma leitura "muito literal, quase caricatural", publicou o "Le Parisien".

    Eles se dizem "incompreendidos" pelo mundo exterior, "corrompido e perverso", mas a maior parte deles "tem um telefone celular ao alcance da mão", destacou o rotativo.

    Os membros da seita, criada em 1979 nos EUA, vivem na França fundamentalmente da agricultura orgânica e a fabricação de móveis de madeira.

    Em suas rígidas crenças bíblicas, se levantam com o sol e não bebem, não fumam, não assistem televisão e nem lêem livros que não sejam sagrados; as relações sexuais são proibidas antes do casamento e os avanços médicos também não são bem-vindos.

    O secretário da comissão de investigação parlamentar sobre as seitas e os menores, deputado comunista Jean-Pierre Brard, disse ao diário que esta é "uma fábrica de insociáveis".

    "Nosso papel" é, em primeiro lugar, "identificar fatos constatados e concretos" e "elaborar recomendações legislativas ou sugerir regulamentações", mas, neste caso concreto, existe "um verdadeiro risco psicológico" devido à "reclusão intelectual".

    Os pais "não são proprietários de seus filhos" e, caso sejam incapazes de criá-los, é o Estado que "deve garantir o bem-estar" das crianças, de forma que é preciso dar "mais poderes aos serviços públicos de educação para garantir a saúde física, moral e intelectual" delas, considerou.

    A justiça e os responsáveis trabalhistas devem também cumprir "seus deveres", pois, na seita, "os direitos não existem", acrescentou.

    Esta não é a primeira ocasião em que há problemas com a Tabitha's Place na França. Em 2001 os pais de um bebê de 19 meses foram condenados a doze anos de prisão por deixarem-no morrer ao impedir que recebesse o tratamento médico adequado, que era contrário às normas da seita.

    Outros 19 membros desta "comunidade" foram condenados a penas de prisão por se negarem a escolarizar e a vacinar seus filhos.

    A seita tem sedes nos Estados Unidos, Espanha, Alemanha, Reino Unido, Brasil e Argentina.

    Violência Doméstica: 37 mulheres mortas em Portugal num ano


    http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=251875

    Violência Doméstica: 37 mulheres mortas em Portugal num ano

    Entre Novembro de 2005 e o mesmo mês deste ano morreram em Portugal 37 mulheres vítimas de violência doméstica, revela um estudo apresentado esta sexta-feira pela União de Mulheres Alternativa e Resposta (UMAR).
    O estudo, apresentado pela UMAR para assinalar o Dia Internacional para a Eliminação da Violência contra as Mulheres (sábado), é uma forma de «denunciar e alertar as autoridades e a sociedade para uma situação preocupante em Portugal», disse Elisabete Brasil.
    A presidente da UMAR defendeu a necessidade de uma «estratégia global» que passa por casas de abrigo e pela existência de instrumentos de análise para avaliar o risco quando as mulheres recorrem aos centros de atendimento.
    Dotar a PSP e a GNR de gabinetes especiais para atender as vítimas e a realização de um trabalho de proximidade no terreno junto das várias associações são, no entender de Elisabete Brasil, outras formas de combater a violência doméstica.
    A lei é «boa mas não tem praticabilidade», afirmou Elisabete Brasil, especificando a situação de «afastamento do agressor e permanência da mulher em casa».
    «Em Portugal, na maior parte das vezes, é a mulher que tem de sair de casa com os filhos e as medidas de coação ao agressor não se aplicam», criticou, referindo que isto não acontece noutros países europeus, como a Espanha.
    O Observatório de Mulheres Assassinadas da UMAR, em funcionamento há três anos, conseguiu em conjunto com a rede feminista espanhola fazer uma comparação entre os dois países revelando dados, que para Elisabete Brasil, são «assustadores».
    Em Espanha morreram no mesmo período (25 de Novembro de 2005 a 20 de Novembro de 2006) 87 mulheres vítimas de violência doméstica. «O número é superior mas se analisarmos que Espanha tem três vezes mais população que Portugal podemos ver que a situação no nosso país é realmente preocupante», alertou.
    Elisabete Brasil alertou também para a necessidade de as autoridades oficiais recolherem os dados exactos da prática de femicídios [homicídios nas relações de intimidade] para compreender melhor este fenómeno e agir de forma mais e ficaz.
    «Este número do observatório é uma amostra, um número indicativo conseguido a partir das notícias da imprensa nacional porque não temos acesso aos inquéritos e investigações oficiais», afirmou a presidente da UMAR.
    Nos anos anteriores o número de femicídios foi superior, contabilizando 43 em 2005 e 47 em 2004, segundo o estudo da UMAR.
    Diário Digital / Lusa
    24-11-2006 15:29:58

    Quinta-feira, Novembro 23, 2006

    Portugal e Europa: Suicídio adolescente está a aumentar



    suicidio_adolescente_esta_a_aumentar.html

    Suicídio adolescente está a aumentar

    As tentativas de suicídio e as auto-mutilações entre os adolescentes têm vindo a aumentar em Portugal e na Europa em geral, enquanto o número global de suicídios tem estabilizado, segundo dados do Núcleo de Estudos do Suicídio.

    A presidente do Núcleo de Estudos do Suicídio (NES) do Serviço de Psiquiatria do Hospital de Santa Maria, Manuela Correia, salientou, ontem, em declarações à Agência Lusa que "desde meados da década de 1990 que a taxa média de suicídios ocorridos em Portugal e na Europa está estabilizada, tendo sofrido mesmo uma ligeira descida".

    O NES organiza, hoje e amanhã, em Lisboa, o XIV Encontro da Adolescência, onde vários psiquiatras vão debater os aspectos clínicos e sociais dos comportamentos suicidários dos jovens, que se dividem em três valências tentativas de suicídio, comportamentos para-suicidários e auto-mutilações.

    "Tem-se verificado que o aumento destes comportamentos nos jovens é uma tendência generalizada na Europa", disse.

    Em relação ao perfil dos adolescentes que têm estes comportamentos suicidários, a médica explicou que a maioria são raparigas, com idade média de 16 anos, estudantes, que vivem com os pais e que têm uma baixa auto-estima. Os métodos mais frequentes são tentativas de intoxicação medicamentosa.

    No sexo masculino estes comportamentos também têm vindo a aumentar desde 1995, mas a predominância continua a ser das raparigas.

    As tentativas de suicídio, onde não há uma intenção de morte, funcionam para os jovens como "um apelo, um pedido de ajuda ou uma fuga aos problemas e c onflitos". "Os jovens não verbalizam, comunicam através de comportamentos", segundo Manuela Correia.

    Também a auto-mutilação funciona como um apelo, ou um alívio da dor psicológica, uma forma de chamar a atenção.

    Quarta-feira, Novembro 22, 2006

    A cada dia 11 mil pessoas são infectadas com o vírus da sida


    http://jornal.publico.clix.pt/noticias.asp?a=2006&m=11&d=22&uid=&id=108734&sid=11984

    Director: José Manuel Fernandes Directores-adjuntos: Nuno Pacheco e Manuel Carvalho
    POL nº 6083 Quarta, 22 de Novembro de 2006

    A cada dia 11 mil pessoas são infectadas com o vírus da sida
    Joana Ferreira da Costa
    Europa de Leste e o Sul e Sudeste asiáticos são as regiões do mundo onde o crescimento é mais acelerado,diz a ONUSida
    Em cada oito segundos, mais uma pessoa é infectada com o vírus da sida. São 11 mil novos casos diários de contágio com a doença, que continua a crescer em todas as regiões do mundo, mesmo em países onde programas de sucesso tinham conseguido inverter esta tendência, alerta a ONUSida.

    Estão longe de ser tranquilizadores os dados do último relatório conjunto deste organismo das Nações Unidas e da Organização Mundial de Saúde sobre a epidemia à escala mundial.

    Quase 40 milhões de pessoas vivem actualmente com o vírus da sida, estima o relatório. Só este ano, 4,3 milhões foram infectadas (mais 400 mil do que em 2004). O número de mortes associadas à doença também atingiu este ano números recorde: 2,9 milhões de vítimas, das quais 2,1 milhões em África.

    "Os dados mostram mais uma vez que a epidemia global está a crescer em todas as regiões", lamentou ontem o director-executivo da ONUSida, Peter Piot, numa conferência de imprensa em Genebra. "Mas talvez o mais preocupante é que em alguns países onde tínhamos conseguido resultados reais no combate à sida vemos um aumento das taxas de infecção."

    É o caso do Uganda, onde a aposta de programas dirigidos a alguns grupos de risco tinha conseguido estabilizar ou mesmo inverter a tendência de novas infecções. No país tem havido um aumento das infecções, sobretudo nas zonas rurais, em pessoas de meia idade, que estão a ter sexo ocasional com mais frequência.

    Mesmo na Tailândia - que é um caso de sucesso no combate à doença e onde as taxas de infecção continuam a descer - o HIV tem alastrado a novos grupos populacionais, com um terço de novos casos a serem diagnosticados em mulheres casadas. "Se podemos dizer que a situação na indústria do sexo é segura, o Governo negligenciou gravemente o problema dos utilizadores de drogas injectáveis", explica a epidemiologista da ONUSida Karen Stanecki.

    Alguns sucessos

    Apesar de o epicentro da epidemia continuar a ser a África subsariana - onde 24,7 milhões vivem com o HIV - o relatório revela progressos na diminuição ou estabilização da taxa de incidência da doença, sobretudo na África Oriental e Ocidental. Já em Moçambique, África do Sul e Suazilândia a incidência do HIV continua a subir.

    Igualmente preocupante é a situação na Europa de Leste e no Sul e Sudeste Asiático, onde o vírus se tem propagado de forma mais acelerada. As novas infecções subiram de forma assustadora no antigo bloco soviético e na Ásia Central, sobretudo devido à partilha de material infectado entre toxicodependentes. A ONUSida diz que houve um aumento de 70 por cento de novos casos nestas duas regiões, onde este ano mais 270 mil pessoas se tornaram seropositivas.

    Já no Sul e Sudeste Asiático 860 mil pessoas contraíram o vírus, mais 15 por cento do que há dois anos, sobretudo devido à prostituição e toxicodependência.

    Mas o relatório aponta também casos de sucesso no combate à doença. Os jovens ainda representam 40 por cento dos novos casos de infecção em adultos, mas a incidência da doença neste grupo etário desceu em oito dos 11 países mais flagelados, como Quénia, Malawi ou Zimbabwe.

    Terça-feira, Novembro 21, 2006

    Inocente esteve preso 25 anos






    Inocente esteve preso 25 anos

    Larry Fuller passou um quarto de século na cadeia por um crime que não cometeu. Foi finalmente ilibado graças ao trabalho de uma organização legal não lucrativa que usa apenas a Ciência para fazer justiça em casos em que a própria Justiça acabou por falhar.
    Foto: Jessica Rinaldi/Reuters


    Livre. O momento em que Larry Fuller deixava o tribunal após ter sido ilibado de um crime que não cometeu e pelo qual cumpriu 25 anos de cadeia. Ao seu lado está Barry J. Scheck, do Projecto Inocência

    Estava escuro. Faltava uma hora para o Sol nascer e o quarto estava mergulhado na penumbra, iluminado apenas pelo brilho de um relógio digital na mesa-de-cabeceira. Mesmo assim, a vítima não teve dúvidas em identificar Larry Fuller, então com 32 anos, como o homem que a violou e agrediu naquela madrugada de 1981. Apesar de jurar a sua inocência, Fuller foi julgado e condenado a 50 anos de prisão apenas com base no testemunho da vítima.
    Passou 25 anos na cadeia até que, em Outubro passado, a sua inocência foi finalmente reconhecida por um Tribunal de Dallas (EUA), graças a um teste de ADN que provou, sem margem para dúvidas, que não fora ele o violador.
    O caso de Fuller é o mais recente de uma longa lista de condenações anuladas nos EUA com base em testes de ADN.
    Desde 2001, ano em que os tribunais do Texas começaram a aceitar como prova análises de ADN referentes a casos já julgados, pelo menos dez presos injustamente condenados foram libertados – e isto apenas no condado de Dallas. A nível nacional, a realidade pode ser bem mais assustadora, num país onde mais de metade dos Estados aplica a pena de morte.
    O Projecto Inocência luta para expor esta situação e ilibar o maior número possível de pessoas injustamente condenadas. Esta organização legal não lucrativa, fundada pelos advogados Barry C. Scheck e Peter J. Neufeld, trabalha para trazer a Justiça àqueles a quem a mesma foi negada. A única arma são as análises de ADN, uma ferramenta hoje em dia usada pelas Polícias de todo o Mundo, mas que há duas décadas estava ainda a dar os primeiros passos. Na altura, tal como Fuller, muitos suspeitos de crimes foram condenados apenas com base em testemunhos oculares, muitas vezes das próprias vítimas.
    A introdução das análises de ADN veio provar que em vários casos as testemunhas estavam erradas. “Os testes de ADN foram um factor crucial na mudança do sistema judicial. Vieram provar cientificamente que o sistema condenou pessoas inocentes”, afirmam os mentores do Projecto Inocência.
    Os números falam por si: desde a fundação em 1992, o Projecto Inocência conseguiu obter a libertação de 185 pessoas injustamente condenadas – 14 delas à morte. A lista de casos pendentes é gigantesca. O Projecto Inocência só aceita casos em que o ADN possa ser usado como prova irrefutável, mas para isso é preciso uma longa investigação. O trabalho é gratuito, feito por advogados em início de carreira, e depara, muitas vezes, com obstáculos impossíveis de transpor. Como, na maior parte dos casos, se trata de processo julgados na década de 80 ou anteriores, é muito difícil encontrar material genético para analisar. Mesmo nos casos em que existiam tecidos, amostras de sangue ou de sémen, muito desse material perdeu-se ou foi destruído ao longo dos anos.
    O Projecto Inocência lida essencialmente com casos de violação e homicídio, aqueles em que é mais provável que exista material genético para analisar. São também estes os casos com as penas mais pesadas. A Universidade de Chicago calcula que pelo menos 38 inocentes ou pessoas cuja condenação deixou sérias dúvidas foram executados desde que a pena de morte foi restabelecida nos EUA, em 1976.

    Segunda-feira, Novembro 20, 2006

    Pobreza continua a sacrificar crianças: Onze milhões de mortes



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    Pobreza continua a sacrificar crianças
    Onze milhões de mortes
    Onze milhões de crianças com menos de cinco anos morrem anualmente devido à pobreza e sete milhões delas não chegam a completar um ano, denunciaram ontem várias organizações não governamentais (ONG) espanholas.

    Os dados são divulgados na véspera de mais um aniversário da aprovação da Declaração Universal dos Direitos das Crianças, em 1959, e da Convenção sobre os Direitos das Crianças, em 1989, pela Assembleia-geral da ONU, data escolhida por alguns países para assinalar o dia mundial da criança.

    A associação Ajuda em Acção recorda que os membros das Nações Unidas se comprometeram na Cimeira do Milénio, em 2000, a reduzir em dois terços a mortalidade infantil até 2015, o que, segundo a ONU, está muito longe de ser alcançado.

    Segundo esta organização não governamental, todos os dias morrem mais de 30 mil menores de cinco anos, ou seja, 11 milhões de mortes anuais.

    Setenta por cento destas mortes devem-se a subnutrição e doenças que em países ricos são facilmente debeladas, como doenças respiratórias, diarreias ou malária.

    Por seu turno, a ONG Mãos Unidas assegura que sete milhões de crianças não chegam a celebrar o seu primeiro aniversário e que no mundo existem 15 milhões de órfãos devido à sida, a maioria na África subsaariana.

    A organização sublinha ainda o facto de 130 milhões de crianças não irem à escola, de 82 milhões de meninas perderem a sua infância devido a matrimónios precoces e de 246 milhões de crianças trabalharem.

    Domingo, Novembro 19, 2006

    Brasil: anorexia matou segunda jovem estudante de moda, de 21 anos



    http://www.portugaldiario.iol.pt/noticia.php?id=743578&div_id=291

    Ana Carolina Reston (Foto cedida pela agência Lequipe
    Brasil: anorexia matou segunda jovem
    2006/11/19 12:41

    Estudante de moda, de 21 anos, não resistiu às dietas radicais
    Na mesma semana em que a modelo Ana Carolina Reston morreu, vítima de uma infecção generalizada provocada pela anorexia nervosa, uma estudante de moda, Carla Sobrado Casalle, perdeu igualmente a vida aos 21 anos, refere a imprensa brasileira.
    Carla sofria da doença há cinco anos. Morreu na quinta-feira e foi a enterrar na sexta-feira, perto de São Paulo.
    A jovem estava internada no Hospital Beneficência Portuguesa há três dias, na sequência de duas paragens cardíacas. Media 1,70m e pesava 45kg. A unidade não revelou a causa concreta da morte.
    Carla «pão de queijo»
    Várias amigas da jovem atribuem a anorexia a complexos da infância e adolescência. O facto de ser «gordinha» valeu-lhe a alcunha de «Carla pão de queijo». As preocupações exageradas em alterar a tendência para engordar tiveram o pior dos desfechos.
    Nos últimos anos a sua «dieta radical» assentava exclusivamente no consumo de peixe e água.
    Espanha é «o exemplo» a seguir
    Na terça-feira, a modelo Ana Carolina Reston, também de 21 anos, morreu com uma infecção generalizada no Hospital do Servidor Público Municipal, em São Paulo. Media 1,72m e pesava 40kg.
    A morte das jovens levou as agências de modelos a estabelecer novas regras de trabalho, exigindo um atestado médico.
    Mas a endocrinologista Anete Hannud Abdo diz que «um atestado médico não resolve o problema»,
    «O ideal seria copiar a estratégia espanhola», referiu a médica, aludindo à iniciativa de impedir qualquer modelo adulta de desfilar, se tiver um Índice de Massa Corporal(IMC) de risco, ou seja, inferior a 18,5, indicado pela Organização Mundial de Saúde.
    O IMC avalia-se da seguinte maneira: o peso (quilos) dividido pelo quadrado da altura (metros).
    A anorexia está entre as doenças psiquiátricas mais fatais, matando entre dez a 20 por cento dos doentes. Atinge sobretudo as mulheres jovens, mas também afecta crianças e homens.

    Sexta-feira, Novembro 17, 2006

    Notícias muito interessantes relativas à nossa organização no Ano de Serviço de 2006

    Acabei de receber e traduzo:

    ----- Original Message -----
    From: Tom and Zeza Passarello
    To: Tommaso Passarello
    Sent: Thursday, November 16, 2006 3:35 AM
    Subject: Fw: Fwd : Some figures from the 2006 service year report
    Notícias muito interessantes relativas à nossa organização no Ano de Serviço de 2006!

    ----- Original Message -----
    From: filippo
    Sent: Thursday, November 16, 2006 5:01 AM
    Subject: Tr : Fwd : Some figures from the 2006 service year report

    -------Message original-------
    De : yann
    Date : 11/15/06 14:28:30

    Alguns números do relatório do Ano de Serviço de 2006

    Publicadores 6.741.444 Aumento: +1.9 %
    Baptizados: 248.327
    Estudos Bíblicos: 6.286.618 Aumento: +3.7 %
    Pioneiros Regulares 623.521 Aumento: +3.0 %
    Pioneiros Auxiliares 269.557 Aumento: +22.6 %
    Assistência ao Memorial: 16.675.113
    Filiais: 112
    Nº de países: 236
    Betelitas 19.328 Decréscimo: - 4.0 %

    Trad. por Carlos Queiroz

    Portugal: Campanha denuncia preconceitos



    campanha_denuncia_preconceitos.html

    Campanha denuncia preconceitos

    Uma rapariga viaja num autocarro público de pé e apercebe-se que está a ser alvo da atenção de dois cidadãos de Leste. Afasta-se com receio, ouve-se um coração a bater aceleradamente e o medo no olhar da passageira quando vê que um dos estrangeiros se levantou e está mesmo atrás dela. Esta é a primeira parte do anúncio da campanha "Todos Diferentes, Todos Iguais" que vai passar nos canais televisivos nacionais.

    A ideia é alertar para os juízos precipitados que se fazem com base no preconceito. Na segunda parte, o estrangeiro pergunta se a rapariga está grávida e que pode sentra-se no lugar dele. "Quando vês nacionalidade, raça ou credo, não vês a pessoa", é a mensagem - chave, associada a outra "Vê as pessoas pelos teus olhos não pelos olhos do preconceito".

    Mais forte é o "spot" a exibir nas salas de cinema "Monhés, pretos, de leste, chinocas, brancos, brasucas. Quando as luzes se acenderem, aproveita para ver as pessoas tal como elas são!".

    Retomando o lema "Todos diferentes, todos iguais" lançado em 195 pelo Conselho da Europa para assinalar os 50 anos sobre o fim da Segunda Guerra Mundial, a campanha consiste em várias actividades que irão decorrer em todos os distritos do país. Toda a informação encontra-se disponível no site do IPJ.

    A. M.

    O fim da religião falsa está próximo!



    http://www.reflexodigital.com/?cat=5&item=4345

    O fim da religião falsa está próximo!
    Decorre durante Outubro e Novembro uma campanha mundial das Testemunhas de Jeová de distribuição de um folheto desdobrável que convida as pessoas a analisarem de forma séria os ensinos e praxis religiosos.
    Em face dos efeitos gravosos provocados pelos crimes, pelas guerras, pelo terrorismo e pela corrupção, todos praticados em nome da religião ou por pessoas que professam um credo religioso, as Testemunhas propõem uma análise distanciada da causa real desses fenómenos. Nesse sentido, o folheto enuncia um conjunto de critérios que permite diferenciar a religião verdadeira da falsa, ao mesmo tempo que sublinha o fim desta última como sendo a solução bíblica para a actual confusão religiosa associada a muitos dos problemas do mundo contemporâneo.


    Na campanha promovida desde o dia 16 de Outubro participam, a nível local, cerca de 100 voluntários privilegiando o contacto directo aquando da distribuição dos mais de 6000 desdobráveis junto de todas as famílias na mancha geográfica das Taipas, Brito, Ronfe e freguesias circunvizinhas a estas. Logo de seguida, as Testemunhas propõem-se a dar continuidade à campanha por encetar um esforço personalizado de elucidação junto dos detentores do folheto sobre o cumprimento eminente das profecias bíblicas respeitantes à religião falsa.

    Vaticano: Cúria mantém exigência do celibato



    curia_mantem_exigencia_celibato.html

    Cúria mantém exigência do celibato

    Depois de alguma expectativa por parte das organizações de padres casados em Portugal e no mundo, o Papa Bento XVI e a Cúria Romana reafirmaram ontem os valores do celibato para os padres e sublinharam a exigência de uma "sólida formação humana e cristão" tanto para seminaristas, como para sacerdotes ordenados. "A reunião reafirmou a importância da escolha do celibato pelos padres, segundo a tradição católica, e reiterou a exigência de uma boa formação humana e cristã, tanto para os seminaristas como para os sacerdotes ordenados", refere um comunicado do Vaticano no final do encontro, que se prolongou por três horas.

    "Os participantes receberam informações detalhadas sobre as exigências de isenção da obrigação do celibato e sobre as possibilidades de readmissão dos padres que preenchem actualmente as condições previstas pela Igreja", depois de se terem afastado no passado, acrescenta sem outros pormenores.

    Minimizado encontro

    Ao rejeitar categoricamente qualquer possibilidade de ordenação ou readmissão de padres casados, o Vaticano minimizou o alcance do encontro com os chefes dos dicastérios (ministérios do Vaticano), qualificando-o como "uma reunião periódica destinada a uma reflexão comum". O encontro foi "consagrado a uma análise da situação" criada pelo arcebispo de Lusaka (Zâmbia) Emmanuel Milingo, excomungado a 26 de Setembro por ter ordenado bispos quatro padres casados, e também dos pedidos de readmissão no sacerdócio de sacerdotes casados, disse um porta-voz do Vaticano.

    Os sacerdotes católicos são cerca de 400 mil, o que pressupõe, segundo os números dessas associações, que 25% não respeita a normativa emanada do Vaticano.

    Minhas observações:
    *** rs p. 377 - p. 378 Sucessão apostólica ***
    Celibato dos clérigos.
    O Papa Paulo VI, na sua encíclica Sacerdotalis Caelibatus (Celibato Sacerdotal, 1967), endossou o celibato como requisito para os clérigos, mas admitiu que "o Novo Testamento, que preserva o ensinamento de Cristo e dos Apóstolos . . . não exige abertamente o celibato dos ministros sagrados . . . Jesus Mesmo não tornou isso um requisito preliminar na Sua escolha dos Doze, tampouco o fizeram os Apóstolos para os que presidiam sobre as primeiras comunidades cristãs." — The Papal Encyclicals 1958-1981 (Igreja de Falls, Va., EUA; 1981), p. 204.
    O que diz a Bíblia:
    1 Cor. 9:5, NAB: "Não temos o direito de nos casar com uma mulher crente, assim como os demais apóstolos, e os irmãos do Senhor, e Cefas?" ("Cefas" é um nome aramaico dado a Pedro; veja João 1:42. Veja também Marcos 1:29-31, onde se menciona a sogra de Simão, ou Pedro.)
    1 Tim. 3:2, Dy: "É necessário, pois, que um bispo seja . . . marido de uma só esposa ["que se tenha casado uma só vez", MC]."
    1 Tim. 4:1-3, BJ: "O Espírito diz expressamente que nos últimos tempos alguns renegarão a fé, dando atenção a espíritos sedutores e a doutrinas demoníacas . . . eles proibirão o casamento."

    Quarta-feira, Novembro 15, 2006

    Natal (extracto de "Dicionário 2005")

    Diciopédia 2005
    Natal
    Origem
    O Natal é a cristianização das festividades pagãs dos Romanos por ocasião do Solstício de Inverno. Eram várias as festas e rituais que nessa altura do ano os Romanos faziam. Destacam-se as Saturnais, entre 17 e 24 de Dezembro, tipicamente romanas (com trocas de prendas e festas alegres) e também as de Mitra, deus persa e "Sol da Virtude" ("nascido" a 25 de Dezembro) esta uma importação dos cultos solares do Médio Oriente, que se difundiu no Império à custa das legiões, que desenvolviam sincretismos religiosos com grande facilidade. No final do mês, ocorriam ainda as festas das Sigilárias - de Sigillaria, as festas das imagens, em que se ofereciam estatuetas como presente e se decoravam as casas com verdes, para além de se darem prendas às crianças e aos pobres. Correspondiam ao fim do ano romano.Todas estas festividades eram envoltas de um ambiente diferente, pois, por exemplo, nas Saturnais (Saturno, deus dos cereais e da agricultura, da prosperidade enfim, o Cronos dos gregos) os escravos eram alforriados por um dia, transformando-se em senhores e sendo servidos por aqueles que os possuíam. O culto oriental de Mitra, solar, que se expandiu no Mediterrâneo Oriental principalmente nos séculos III e IV a. C., atraiu imenso os romanos devido aos sacrifícios rituais de animais (um touro, simbolizando a energia e força do Sol), assumindo semelhanças com o futuro Natal cristão pois acreditava-se que um pequeno sol nascia sobre a forma de uma criança recém-nascida. Também os povos germânicos e os celtas influenciaram o Natal cristão, introduzindo elementos novos na futura festividade de Natal, que nasceu mais ou menos quando destruíram o Império Romano do Ocidente.
    O Natal Cristão
    Apesar de todas estas festividades pagãs em torno do solstício de Inverno, os cristãos dos primeiros séculos não festejavam ou sequer conheciam o Natal, pois davam maior importância à Páscoa da Ressurreição de Cristo, numa reminiscência do Judaísmo de onde derivava o Cristianismo. A Páscoa representava um momento capital na tradição judaico-cristã e dos textos bíblicos, com uma carga simbólica de sacrifício que tocava mais aos cristãos do que o nascimento de cristo, envolto em dúvidas e imprecisões, tanto que o culto a Maria só quatro séculos d. C. se começou a praticar e o de São José ainda mais tempo demorou a aparecer. Em 245, Orígenes, por exemplo, recusava a ideia de festejar o nascimento de Cristo, "como se fosse Ele um faraó". Assim, em pleno século IV, já depois da viragem de Constantino (313), em que o Cristianismo deixou de ser perseguido e se impôs como religião maioritária no Império, os cristãos, sem o temor da intolerância ou da morte na arena, começaram a cristianizar as festas pagãs no Ocidente, entre os quais as de Dezembro. Num almanaque romano de 336, há já uma alusão a um festejo do nascimento de Cristo por alturas do solstício de Inverno. Em 354, o papa Libério (17 de Maio de 352-24 de Setembro de 366) instituiu a Natividade a 25 de Dezembro, de forma a assimilar as festas pagãs e a cristianizá-las . Esta data apareceu primeiro nas igrejas do Império Oriental (de tradição grega), que também marcaram o dia 6 como o dia da Epifania ("manifestação"), que no Ocidente corresponde à visita dos Reis Magos. A verdadeira data de nascimento de Cristo era uma incógnita total. Apesar da sua cristianização, as festas pagãs nunca desapareceram completamente do imaginário e do quotidiano das populações. Ainda que a celebração da Natividade a 25 de Dezembro fosse o momento mais importante, não se abandonaram as tradições antigas, que passaram a ter um carácter de fé. As prendas das Sigilárias foram substituídas pelas oferendas dos reis Magos, em termos simbólicos, a luz do Sol era a nova "Luz do Mundo" trazida pelo nascimento do Redentor. Na Bíblia existiam também alusões ao simbolismo de Cristo como "sol de justiça" (Ml 4,2) e "luz do mundo" (Jo 8,12), o que tornou mais fácil a cristianização das festas pagãs, para além de que foi na colina do Vaticano que se fizeram as primeiras festas do Natal: era nesse local também que tinham lugar os rituais e oferendas às divindades orientais (Mitra, outros cultos solares...). Cristo era também oriental, visto ter nascido na Palestina, o que facilitava a assimilação ordenada por Constantino.
    As Tradições do Natal
    Com o tempo surgiram as tradições natalícias que foram suplantando o valor religioso do Natal e abriram a festa a manifestações mais profanas, ainda que outras tenham surgido como forma de homenagem e louvor ao Cristo Menino. Neste último caso, assume importância especial o Presépio, "inventado" por São Francisco de Assis em 1224, em Greccio, numa representação ao vivo e plena de fé e recordação vivencial da Natividade de Cristo. Muitos conventos franciscanos começaram a repetir a iniciativa do Santo de Assis e depois outras casas monásticas e da Igreja, por vezes da nobreza. Mas só no século XIX é que conheceu uma popularização exponencial, chegando desta feita ao povo. O peru faz parte das tradições profanas, trazido pelos espanhóis no século XVI e que gradualmente substituiu na mesa dos nobres as aves mais caras e de difícil obtenção, como o faisão ou o cisne. Americanizado novamente, reconquistou a Europa e chegou a Portugal na segunda metade do século XX, mais como imitação do que como tradição. Outros elementos, como o Pai Natal, o pinheiro (difundido no século XIX) e sua iluminação (o fogo e as luzes simbolizam uma longa vida e a alegria) ou as prendas assumem também um carácter mais profano em relação ao sentido cristão do Natal, ainda que relativamente ao "velhinho de barbas" haja uma reminiscência de S. Nicolau de Bari, um santo italiano que distribuía prendas entre as crianças pobres (em alemão, o diminutivo carinhoso era Klaus, de Niklaus, daí o nome por que o santo é conhecido no mundo germano-anglo-saxónico), sendo depois conotado com o Pólo Norte (1885 e 1927) e mais tarde, imortalizado na publicidade de Inverno da Coca-Cola, que lhe deu a cor e o formato comercial respectivo.
    © 2004 Porto Editora, Lda.

    Arménia absolve 19 objectores de consciência, mas a situação continua por resolver


    conscientious_obj/arm_e061114.htm
    Para publicação imediata 14 de Novembro de 2006

    Arménia absolve 19 objectores de consciência, mas a situação continua por resolver
    YEREVAN, Arménia—Dezanove objectores de consciência que deixaram o serviço de trabalho alternativo foram informados pela Procuradoria-Geral da Arménia que tinham sido absolvidos e que os processos-crime contra eles instaurados foram arquivados. A sentença abre-lhes o caminho para requererem a compensação pela seu julgamento e prisão ilegais.
    Embora o governo da Arménia tenha criado ocupações de trabalho não-militares, eles estão sob tutela e supervisão militar. Por isso a lei que regulamenta o serviço de trabalho alternativo, assim como a sua implementação, falha em satisfazer o critério delineado pelo Conselho da Europa, o qual reclama um genuíno e não punitivo serviço civil alternativo. Numa série de
    entrevistas gravadas em vídeo disponibilizadas no Web site www.jw-media.org, quatro jovens Testemunhas de Jeová descrevem nas suas próprias palavras o motivo pelo qual o serviço alternativo na Arménia não é uma opção aceitável para eles.
    Num desenvolvimento separado, em 12 de Setembro de 2006, Hayk Avetisyan foi sentenciado a dois anos de prisão devido à sua recusa em razão de consciência quer do serviço militar quer do serviço de trabalho alternativo. Em 25 de Setembro de 2006, o Procurador Assistente A. Manukyan recorreu da decisão, pedindo uma pena mais rígida. A decisão tomada em 18 de Outubro de 2006 pelo Tribunal de Apelação deu razão ao recurso do procurador e aumentou a pena contra Avetisyan de 24 para 30 meses de prisão. Apesar do progresso implícito nas últimas absolvições, Avetisyan é um dos cerca de 50 objectores de consciência que são Testemunhas de Jeová actualmente presas devido à sua recusa do serviço militar por motivos de consciência. Através do seu estudo da Bíblia, aprenderam que os seguidores de Cristo devem amar o próximo e que os cristãos estão interligados numa fraternidade internacional. (Mateus 22:39; Actos 15:22) Sendo assim, não utilizam armas de guerra nem aprendem mais a guerra.—Isaías 2:4; Mateus 26:52.
    Até que a Arménia satisfaça os seus compromissos junto do Conselho da Europa no sentido de adoptar um genuíno serviço civil alternativo e liberte da prisão os objectores de consciência, a questão da objecção de consciência ao serviço militar continua por resolver.
    Contactos Paul Gillies Telefone +44 7775 833880 David Semonian Telefone +1 917 825 8068
    Copyright © 2006 Watch Tower Bible and Tract Society of Pennsylvania. All rights reserved.
    Trad. por Carlos Queiroz

    Terça-feira, Novembro 14, 2006

    Portugal: Um terço dos professores queixa-se de agressão física





    Escolas - Linha SOS professores com 66 pedidos de apoio


    Um terço queixa-se de agressão física

    No dia em que não recebermos chamadas, óptimo, é sinal de que as pessoas já não precisam da nossa intervenção.” Quem o diz é João Grancho, presidente da Associação Nacional de Professores (ANP) e coordenador da Linha SOS Professores que, ao fim de dois meses, recebeu 66 pedidos de ajuda.

    Ricardo Meireles/Sábado


    João Grancho, presidente da Associação Nacional de Professores (ANP) e coordenador da Linha SOS
    Os resultados são preocupantes: das 66 pessoas que pediram ajuda, 22 admitiram terem sido vítimas de agressões físicas. “Há situações graves, mas não se deve dramatizar nem vitimizar os professores.” O essencial, frisa João Grancho, é encontrar soluções. Para já, a ANP vai mediar dois casos de agressões de alunos a professores. No total das 66 ocorrências relatadas, 24 situações de conflito envolveram alunos contra professores e 12 passaram-se entre encarregados de educação e docentes.
    O balanço dos primeiros dois meses mostra que se começa a dar visibilidade “a um problema que precisa de respostas mais concretas”. Na óptica de João Grancho, as escolas devem ter “planos de actuação sobre o relacionamento escolar, um mecanismo que dê resposta à conflitualidade”.
    Especialista em formação de directores de escolas e conselhos executivos, Grancho reconhece que se deve reforçar a autonomia das escolas para combater a violência. “É preciso ter técnicos que permitam a ligação entre o que se passa na escola e no meio social envolvente.” Grande parte dos professores que recorrem à Linha SOS são experientes e “não encontram explicação” para as agressões de que são vítimas.
    Das 66 pessoas que recorreram à linha, seis não são professores, desconhecendo-se a sua relação com o meio escolar. No entanto, de todas as chamadas recebidas, mais de 30 por cento quis apenas desabafar e pedir conselhos. Pediram apoio psicológico 13 professores e o apoio psicopedagógico foi pedido por 12 pessoas. “O nosso trabalho não se esgota em ouvir. Aconselhamos e ligamos uns dias depois para saber como é que a situação evoluiu. Estamos a ganhar a confiança das pessoas.”
    Esta linha confidencial (808 96 2006), promovida em parceria com a Universidade Lusófona do Porto e com a Liberty Seguros, está ainda disponível em endereço de ‘e-mail’ (sosprofessores@anprofessores.pt) para os docentes poderem expor os seus casos.
    PERFIL
    João Grancho nasceu em Moçambique há 48 anos. É casado e tem dois filhos. Professor do 1.º Ciclo, está a concluir o mestrado em Administração Educacional. É presidente da Associação Nacional de Professores desde 2002.
    PROFESSORA GRÁVIDA AGREDIDA
    O caso mais recente de violência em meio escolar ocorreu na Escola Básica do 2.º e 3.º ciclos de Penafiel n.º 3, na semana passada. Um aluno de 13 anos deu um murro na cara à professora de Inglês, grávida, durante a aula.
    O agressor já foi suspenso várias vezes, mas o clima de medo instalou-se entre adultos e estudantes. Ainda na semana passada, uma aluna desferiu um golpe com um x-acto no pescoço de um colega que lhe passara uma rasteira, em Real (Braga). Há um mês, uma professora da EB 23 de Quarteira n.º 2 (Loulé) queixou-se de um aluno de dez anos a ter agredido a soco e ao pontapé na sala de aula. A docente terá ainda sido insultada pela mãe do rapaz, contra quem apresentou queixa na GNR.
    No ano lectivo 2004/05, segundo dados do Gabinete de Segurança do Ministério da Educação, registaram-se mais de 1200 casos de violência nos estabelecimentos de ensino: 191 alunos, professores e funcionários receberam tratamento hospitalar a agressões. Em Setembro último, o ME assinou contratos de desenvolvimento com 32 escolas, com o objectivo de combater os problemas de segurança e carências sociais e educativas.
    RECONVERTER PROFESSORES
    O Ministério da Educação está a elaborar um projecto para a reconversão profissional dos professores com horário zero, tal como acontece com os professores incapacitados para o ensino. A ministra Maria de Lurdes Rodrigues explicou no Parlamento que a tutela não tenciona colocar “um único professor no quadro de supranumerários”, optando por “preparar soluções alternativas” que permitam desempenhar outras funções nas escolas.
    Apoio à biblioteca, manutenção do edifício, apoio jurídico, apoio social e orientação vocacional são algumas das funções. A governante admitiu que “globalmente não há professores a mais” mas, devido ao desajustamento entre o número de alunos e de docentes em algumas regiões e níveis de ensino, “há professores do 1.º Ciclo que não são necessários”. A ministra reafirmou que para o ano haverá menos cinco mil professores contratados.
    DOIS MESES DE LINHA SOS
    - 66 pessoas pediram apoio através da Linha SOS Professores, predominantemente mulheres, entre os 50 e os 59 anos.
    - 22 dos que pediram apoio foram vítimas de agressões físicas ou de situações que resultaram em violência física.
    - 36 por cento dos episódios relatados ocorreu entre professores e alunos; 18 por cento entre professores e pais.
    - 190 chamadas foram realizadas em dois meses: 66 de primeiro contacto e 124 de acompanhamento, num total de 67 horas e 12 minutos.
    - 33 por cento dos contactos provêm do distrito de Lisboa. Seguem-se o Porto (18%) e Setúbal (10%).
    - 36 por cento das pessoas que ligaram para a SOS Professores fizeram-no só para desabafar.
    Edgar Nascimento

    Vaticano analisa celibato e situação de padres casados



    Vaticano_analisa_celibato_e_situ.html

    Religião

    Vaticano analisa celibato e situação de padres casados

    Papa Bento XVI convocou cimeira dos cardeais da Cúria para quinta-feira

    O Papa Bento XVI convocou, para quinta-feira, uma cimeira dos cardeais da Cúria Romana para analisar o celibato na Igreja católica e situação de padres casados.
    Os cardeais irão ainda debruçar-se sobre a situação criada pela desobediência do arcebispo emérito Emanuel Milingo.
    A 26 de Setembro, o Vaticano anunciou a excomunhão automática do arcebispo emérito de Lusaca (Zâmbia) e de quatro sacerdores casados que este ordenara, alguns dias antes.
    Emanuel Milingo, de 76 anos, era já fonte de preocupação para o Vaticano por ter criado uma associação de sacerdotes casados e ter casado, em 2001, com Maria Sung, uma coreana membro da seita Moon.
    Depois de ter conhecimento da excomunhão, Emanuel Milingo disse que não a aceitava, que a "devolvia" a Roma e que as ordenações eram válidas.
    O arcebispo emérito manteve a associação de sacerdotes casados e a sua luta pela abolição do celibato, exigindo "mudanças urgentes dentro da Igreja" católica.
    "Temos quase 25 mil padres casados nos Estados Unidos e 150 mil em todo o mundo que não são chamados a servir neste igreja medieval que impõe o celibato", disse Milingo, no final de Setembro, em Washington.
    Alguns dos sacerdotes casados passaram para um estado laico, outros oficiam em comunidades de base ou exercem o seu ministério pastoral em paróquias com o conhecimento do bispo da diocese.
    Os padres casados defendem o celibato livre e sustentam que a imposição da Igreja católica não encontra base nem na Bíblia nem na tradição, nem na teologia, e não significa um maior serviço à comunidade cristã.
    O celibato dos sacerdotes católicos foi estabelecido no ano de 1139.

    Segunda-feira, Novembro 13, 2006

    Leopold Engleitner (Wikipédia)


    http://pt.wikipedia.org/wiki/Leopold_Engleitner

    Leopold Engleitner
    Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
    Leopold Engleitner (23 de Julho de 1905) é o mais idoso sobrevivente dos campos de concentração de
    Buchenwald, Niederhagen e Ravensbrück, onde esteve detido por ser membro das Testemunhas de Jeová durante o massacre e genocídio conhecido como Holocausto.

    Biografia
    Leopold Engleitner nasceu em 23 de julho de 1905, na cidade de
    Aigen-Voglhub, nos Alpes austríacos. Era o filho mais velho de um serralheiro e da filha de um lavrador local, sendo uma família de fracos recursos. Passou a infância em Bad Ischl, perto de Salzburgo, na Áustria.
    Em Outubro de 1931, um amigo convidou-o a assistir a uma reunião religiosa dos
    Estudantes da Bíblia, como as Testemunhas de Jeová eram então conhecidas. Atraído pelos ensinos que escutou, em Maio de 1932 foi batizado como Testemunha de Jeová apesar da intolerância religiosa prevalecente na Áustria, que naquele tempo era predominantemente católica. Em Janeiro de 1934 iniciou o serviço como pioneiro, termo que as Testemunhas usam para descrever os que se oferecem voluntariamente para realizar o trabalho de evangelização. Visto que a situação política ficava cada vez mais tensa devido à forte influência que o partido nazi exercia na regiãode Enns, a polícia vigiava os seus movimentos e durante 1934 a 1938 foi sentenciado a vários períodos curtos de prisão e a quatro períodos mais longos por causa de sua actividade de pregação.
    Em Março de 1938, as tropas de
    Hitler invadiram a Áustria. A partir dessa ocasião, as Testemunhas de Jeová foram obrigadas a realizar suas atividades às escondidas. Embora as publicações bíblicas fossem introduzidas clandestinamente pela fronteira da Suíça, não eram suficientes para todos os interessados em lê-las. Por isso, eram produzidas publicações secretamente em Viena e Leopold serviu como mensageiro para as transportar.
    Em 4 de Abril de 1939, Leopold e três companheiros cristãos foram detidos pela Gestapo enquanto assistiam à
    Comemoração da Morte de Cristo em Bad Ischl. Todos foram levados até à delegacia ou esquadra da polícia estadual em Linz. Ali foi submetido a vários interrogatórios excruciantes, mas não renunciou à sua fé. Cinco meses depois, foi levado perante o investigador de justiça na Alta Áustria. Inesperadamente, o processo criminal foi arquivado mas os outros três companheiros foram enviados para um campo de concentração, onde morreram, fiéis às suas convicções.
    Leopold continuou preso e em 5 de Outubro de 1939, foi notificado de que seria levado para o campo de concentração de Buchenwald, na Alemanha. Após a sua chegada a 9 de Outubro, foi submetido aos tratamentos brutais de trabalhos forçados. Em 7 de Março de 1941, foi transferido para o campo de concentração de Niederhagen.
    Em Abril de 1943, os prisioneiros do campo de Niederhagen foram transferidos. Leopold foi enviado para o campo de morte em Ravensbrück. Então, em Junho de 1943, inesperadamente recebeu a oportunidade de ser solto do campo de concentração desde que concordasse em fazer trabalhos forçados numa quinta pelo resto da vida. Visto que isso não envolvia renunciar à sua fé, ele estava disposto a isso para escapar dos horrores do campo. O seu estado de saúde na ocasião era crítico. Tinha a pele parcialmente comida por piolhos, os espancamentos deixaram-no surdo de um ouvido, e todo o corpo estava cheio de feridas com pus. Depois de 46 meses de privação, fome e trabalhos forçados, pesava apenas 28 quilos. Nessa condição, em 15 de julho de 1943 foi solto de Ravensbrück, regressando a Linz, onde se apresentou na sede da
    Gestapo. Foi então enviado para trabalhar numa quinta nas montanhas.
    Em meados de Agosto de 1943, recebeu ordens de ir para as linhas de frente. Com dificuldade conseguiu esconder-se nas montanhas de Salzkammergut durante um longo período, passando severas provações especialmente devido ao frio, sendo procurado por soldados nazis que não tiveram êxito em encontrar o seu paradeiro. Finalmente, em 5 de Maio de 1945 percebeu que a guerra estaria a terminar ao observar aviões dos Aliados voando baixo.
    Depois do exército de ocupação americano intervir em Abril de 1946 ficou finalmente livre da obrigação de realizar trabalhos agrícolas forçados pelo resto da vida. Recomeçou o seu serviço como pioneiro e, por fim, estabeleceu-se na região de
    St. Wolfgang. Em 1949, casou-se com Theresia Kurz, que tinha uma filha de um casamento anterior. Ficaram juntos por 32 anos até à morte de Theresia em 1981, tendo cuidado dela por mais de sete anos devido a doença.
    Depois da morte de Theresia, voltou ao serviço de pioneiro o que o ajudou a superar o grande sentimento de perda. Actualmente, serve como pioneiro e
    ancião, na congregação em Bad Ischl. Confinado a uma cadeira de rodas, oferece publicações bíblicas e conversa com as pessoas sobre a sua esperança do Reino de Deus no parque de Bad Ischl ou em frente da sua casa.

    Objecção de consciência
    Como Testemunha de Jeová, Leopold Engleitner não aceitou participar em qualquer esforço de guerra ou no apoio directo ou tácito ao regime nazi. A sua
    neutralidade e objecção de consciência impedia-o de fazer isso, mesmo quando bastava assinar um documento renunciando às suas crenças para poder ser imediatamente solto.
    Leopold Engleitner foi apenas mais um dos que sofreram devido à sua intransigência em trair as suas consciências e o seu amor ao seu Deus,
    Jeová. Uma observação sobre o livro Kirchenkampf in Deutschland (Luta das Igrejas na Alemanha), de Friedrich Zipfel, diz sobre as Testemunhas:
    "Noventa e sete por cento dos membros desse pequeno grupo religioso foram vítimas da perseguição nacional socialista. Um terço deles foram mortos, quer por execução, outros atos violentos, fome, doença, quer por trabalho escravo. A severidade dessa repressão era sem precedentes, e resultou de fé intransigente, incompatível com a ideologia nacional-socialista."
    Na Áustria, 25 por cento das Testemunhas de Jeová foram executadas, espancadas até a morte ou mortas por doenças ou exaustão nos campos de concentração nazistas. Como o mais idoso sobrevivente dos campos de horror nazis, Leopold Engleitner relata na sua biografia, algum tempo antes de alcançar o centenário de vida:
    "Ao olhar para trás, posso afirmar que os terríveis acontecimentos que tive de suportar não me tornaram uma pessoa amargurada. É claro que houve momentos em que me sentia abatido por causa dessas provações. Mas minha relação achegada com Jeová me ajudou a superar tais períodos negativos. As palavras do Senhor ao apóstolo Paulo mostraram-se verdadeiras em minha vida também: "Meu poder está sendo aperfeiçoado na fraqueza." Agora, com quase cem anos de idade, posso juntar-me ao apóstolo Paulo em dizer: "Tenho prazer em fraquezas, em insultos, em necessidades, em perseguições e dificuldades, por Cristo. Pois quando estou fraco, então é que sou poderoso (2 Coríntios 12:9, 10)."

    História da sua vida torna-se pública
    Nos anos do pós-guerra, Leopold Engleitner, junto com outros objectores de consciência, continuou a enfrentar o isolamento e a intolerância, sendo que a sua história só se tornou conhecida após Bernhard Rammerstorfer ter produzido e realizado um documentário sobre sua vida em
    1999. O livro com a sua biografia e o documentário "Und do ja do statt Nein Amen" levou o grande público a tomar conhecimento da sua história, obtendo leitores em universidades, em escolas e em memoriais na Alemanha, Itália, Áustria, Suíça e Estados Unidos da América.
    Em
    2004 estas obras foram traduzidas para o inglês, sendo o livro intitulado "He just said No" ("Ele simplesmente disse Não") e o documentário: "Unbroken Will: Leopold Engleitner - The extraordinary courage of an ordinary man" ("Vontade Inquebrantável: Leopold Engleitner - A coragem extraordinária de um homem comum"). Foram apresentadas nos Estados Unidos, o que resultou na visita de Leopold Engleitner e Bernhard Rammerstorfer ao United States Holocaust Memorial Museum em Washington, D.C., à Universidade de Columbia em Nova Iorque e ao Museum of Tolerance do Simon Wiesenthal Center em Los Angeles, onde recebeu os cumprimentos do Governador Arnold Schwarzenegger.
    Em 2005, Rammerstorfer publicou uma nova biografia, e novo documentário em DVD "Nein ungebrochener Wille do und Amen - 100 Jahre de Ja". O livro contém também uma curta biografia de um outro objector de consciência alemão
    Joachim Eschers, que foi detido entre 1937 e 1945 em diversas prisões diferentes e nos campos de concentração Sachsenhausen, Niederhagen e Buchenwald.
    Em
    2006, Engleitner e Rammerstorfer fizeram uma segunda visita aos Estados Unidos onde efectuaram apresentações perante estudantes e professores em locais onde já haviam estado e ainda na Universidade de Georgetown e na Library of Congress - Biblioteca do Congresso Americano em Washington, D.C., na Faculdade de Harold Washington, em Chicago, na Fundação Memorial do Holocausto de Illinois em Skokie, Illinois e na Universidade de Stanford em Palo Alto, San Francisco. A sua história é considerada por muitos como um símbolo de bravura, tolerância, e apego a princípios justos.
    O presidente da Áustria,
    Heinz Fischer, descreve no prefácio do livro que a sua história foi como "um marco milenário sobre o horror do Nazismo." Foram adicionados ao prefácio comentários do Serviço Austríaco em Memória do Holocausto por Andreas Maislinger, Franz Jägerstätter e Walter Manoschek, da Universidade de Viena.
    A biografia de Leopold Engleitner, foi narrada por ele aos cem anos de idade e foi publicada na revista
    A Sentinela de 1 de Maio de 2005, página 23, com o título: Embora fraco, sinto-me poderoso.

    Sábado, Novembro 11, 2006

    Mudança climática aproxima-se do pior cenário, diz cientista



    2006/nov/09/265.htm

    09 de novembro de 2006 - 16:37
    Mudança climática aproxima-se do pior cenário, diz cientista
    O físico alemão Stefan Rahmstorf apresentou suas conclusões na reunião internacional sobre o efeito estufa promovida pelas Nações Unidas, no Quênia
    EFE
    NAIRÓBI - Os efeitos do aquecimento global nos oceanos já se aproximam do pior cenário imaginado por cientistas do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), o que inclui o aumento do nível do mar, furacões devastadores e a destruição dos corais, segundo relatório apresentado nesta quinta-feira, 9.
    "A tendência atual, comprovada por imagens feitas por satélite, mostra que o nível do mar sobe três centímetros por década, o que se aproxima do pior cenário entre todos os previstos pelo IPCC", disse Stefan Rahmstorf, professor de física dos oceanos e membro do Conselho Assessor Alemão sobre Clima Global, ligado ao governo da Alemanha.
    Na apresentação do relatório "Os futuros oceanos" na Convenção sobre Mudança Climática realizada em Nairóbi, capital do Quênia, o físico alemão destacou que "entre 1900 e 2000, o nível do mar cresceu vinte centímetros, e o IPCC, em seu relatório de 2001, apontou que até 2100 ele ainda pode ter um aumento de entre 9 e 88 centímetros".
    Segundo Rahmstorf, o aumento do nível do mar, derivado do derretimento das geleiras, entre outros fatores, é uma das conseqüências mais graves que a humanidade pode sofrer com as mudanças climáticas. Partes de Nova York, Holanda, Bangladesh e milhares de pequenas ilhas podem ficar submersas.
    "A atividade humana está desencadeando nos oceanos mudanças sem precedentes em vários milhões de anos" e essas alterações "já podem ser medidas", destacou o cientista.
    A temperatura da superfície do mar está crescendo quase no mesmo ritmo em que a do ar e, entre 1974 e 2005, já foi constatada uma redução da quantidade de gelo no Ártico de 20%.
    "Em meados deste século já poderemos ter um Oceano Ártico sem gelo durante o verão", afirmou Rahmstorf.
    Segundo o relatório, os recifes de corais tropicais, ecossistemas marinhos de maior biodiversidade, estão seriamente ameaçados pela mudança climática e é possível que a maioria deles seja destruída nos próximos cinqüenta anos.
    Além disso, a dissolução de dióxido de carbono na água contribui para que ela se torne mais ácida, o que pode ter "profundos efeitos" nos organismos marinhos.
    Embora não esteja comprovado que a mudança climática aumenta o número de furacões, há evidência que as alterações no clima podem aumentar a força destrutiva desses fenômenos.

    Sexta-feira, Novembro 10, 2006

    Confirmada notícia acerca do incêndio no Lar Missionário das Testemunhas de Jeová em Manica, Moçambique

    Confirmada notícia abaixo acerca do incêndio no Lar Missionário das Testemunhas de Jeová em Manica, Moçambique
    ----- Original Message -----
    From: Deti Gambarini
    To: Carlos Queiroz
    Sent: Friday, November 10, 2006 6:58 PM
    Subject: Re: [Ensino Divino] Incêndio desabriga 10 religiosos brasileiros em Moçambique
    Boa tarde irmão Carlos, ontem eu imprimi a noticia do jornal e levei a reunião pensando que os pais do irmão Adauto já estivesse sabendo do ocorrido. Eles não estavam sabendo, ai dei o email que o irmão me enviou do jornal ficaram muito preocupados.Ele entratam em contato com ele e hoje fiquei sabendo que realmente não sobrou nada, o local era o lar Missionário de 4 casais queimou tudo mesmo todas roupas moveis computador etc. Ontem mesmo já estava no local irmãos do Betel para dar apoio e ver o que é preciso comprar. Os casais estão hospedados na casa de irmãos. Este casal Adauto e Eliana esteve um mes de ferias, em maio deste ano fez discurso na m/ cong,. fizemos um churrasco em casa eles mostraram muitas fotos no DVD fotos de varias partes de Mocambique, congressos, irmãos, e do proprio lar onde moram. Foi tudo queimado, mas graças a Jeová todos estão bem. Estamos sujeitos a todos imprevistos!!! Um bom final de semana ao irmão e familia da mana Deti Gambarini


    Em 09/11/06, Carlos Queiroz escreveu:
    Olá irmã Deti,
    Lamento saber que a ocorrência teve a ver com irmãos tão próximos a ti.
    Se tiveres notícias adicionais sobre o assunto, por favor, não deixes de me manter informado, ok?
    Carlos Queiroz
    ----- Original Message -----
    From: Deti Gambarini
    To: Carlos Queiroz
    Sent: Thursday, November 09, 2006 5:19 PM
    Subject: Re: [Ensino Divino] Incêndio desabriga 10 religiosos brasileiros em Moçambique

    OLA IRMÃO CARLOS, FIQUEI SURPRESA AGORA PORQUE O IRMÃO ADAUTO FREITAS E ESPOSA ELIANA SÃO NOSSOS AMIGOS, SEUS PAIS SÃO DA MINHA CONGREGAÇÃO, VOU LIGAR AGORA MESMO PARA SEUS PAIS PARA SABER DETALHES... DEPOIS REPASSO....
    FIQUEM COM JEOVA MANA DETI GAMBARINI
    Em 09/11/06, Carlos Queiroz <carlosqueirozpt@yahoo.com.br > escreveu:
    http://www.agencialusa.com.br/index.php?iden=4617

    08-11-2006 15:12:24I
    ncêndio desabriga 10 religiosos brasileiros em Moçambique

    Maputo, 08 Nov (Lusa) - O principal templo da Igreja Testemunhas de Jeová na província de Manica, centro de Moçambique, ficou destruído nesta quarta-feira devido a um incêndio, que desabrigou dez pastores e uma funcionária que viviam no local, todos brasileiros.
    O pastor Adalton Freitas, que morava no templo, disse à Agência Lusa que o incêndio teve início na manhã desta quarta e foi provocado por um vazamento de gás.
    Freitas afirmou que "o local ficou em cinzas, devido à incapacidade dos bombeiros de apagar o fogo, por causa da insuficiência de meios".
    Um caminhão-pipa de uma empresa agrícola chegou a ser levado ao local do incêndio, mas não conseguiu coter as chamas, acrescentou o religioso brasileiro.
    O templo, onde também funciona a sede administrativa da Igreja Testemunhas de Jeová, fica em frente à delegacia de Polícia da província de Manica, mas os oficiais em serviço no momento do incêndio também não conseguiram controlar o fogo.
    O comandante do Corpo de Bombeiros em Manica, Fernando Vale Ibrahim, disse à Agência Lusa que o único caminhão-pipa com que trabalham os bombeiros na região está avariado.

    Geórgia: Pouca justiça ainda para as vítimas da perseguição


    Tradução de:

    http://www.forum18.org/Archive.php?article_id=867
    10 de Novembro de 2006

    GEÓRGIA: Pouca justiça ainda para as vítimas da perseguição
    Por Felix Corley, Forum 18 News Service <http://www.forum18.org>
    Patman Tabagari perdeu a sua visão depois de ter pontapeado na cabeça por uma turba, liderada por um sacerdote Velho Calendarista Georgiano, que atacou uma reunião das Testemunhas de Jeová. Embora em casos como este e em mais de 800 outros ataques infligidos contra minorias religiosas, o Forum 18 News Service tivesse sabido que os atacantes seriam sujeitos a processos judiciais. Apenas nove perpetradores foram julgados e declarados culpados, e apenas dois deles receberam penas de prisão. Políticos georgianos, autoridades e o Patriarcado Ortodoxo Georgiano parecem tentar ignorar o problema. Mas o Bispo Baptista Malkhaz Songulashvili argumenta que "os crimes cometidos têm de ser identificados, condenados e apenas depois poderão ser esquecidos. Se nós esquecermos sem identificar os crimes não ficará claro sobre o que está a ser esquecido. Apenas criaremos uma atmosfera onde estes crimes tiverem uma incidência maior". Manuchar Tsimintia, um advogado das Testemunhas de Jeová, concordou, dizendo ao Forum 18 que "se não houver castigo para todas aquelas pessoas que levaram a efeito agressões contra as minorias religiosas, isso poderá ser um regressos aos tempos antigos".
    [ler mais...]
    Trad. por Carlos Queiroz

    França: Uma seita pode esconder uma outra

    Tradução do anexo:

    "Uma seita pode esconder uma outra

    Diversos deputados querem em absoluto que as Testemunhas de Jeová não sejam consideradas como uma «organização religiosa» mas como uma seita. Ora, as Testemunhas de Jeová, fundadas em 1874 nos Estados Unidos, que têm portanto 132 anos de existência, são milhões em todo o mundo. Foram perseguidos pelos nazis e na União Soviética debaixo do regime de Stalin. As Testemunhas de Jeová constituem talvez uma seita, mas de igual modo também os Evangelistas tão queridos a George Bush, assim como os Quacres, os Mórmones, os Baptistas do Sétimo Dia, a Soka Gakkai (que faz parte da maioria parlamentar no Japão), os Loubavitch, os Alauitas que governam na Síria, os Ismaelitas e os Aga Khan. E os Anglicanos que se reclamam da rainha de Inglaterra? É verdade que as Testemunhas de Jeová, suavemente iluminados, recusam as transfusões de sangue. Mas não é verdade que, pior do que a ondulação criada à volta do sangue, o fizeram os Católicos, os Sunitas ou certos Ortodoxos mais radicais? Quem provoca mais problemas na actualidade, as Testemunhas de Jeová ou os papas e os imãs bem sucedidos de ex-seitas?"

    Trad. por Carlos Queiroz

    ----- Original Message -----
    From: mlamer
    To: mlamer
    Sent: Friday, November 10, 2006 12:46 PM
    Subject: [AGORA] Presse
    Article dans "MARIANE"...

    Portugal: Violência Doméstica: 89 mil queixas



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    Violência Doméstica: 89 mil queixas

    Em cinco anos, entre 2000 e 2005, a PSP e a GNR registaram 89 mil queixas de violência doméstica em Portugal, um problema que afecta cerca de meio milhão de portugueses, segundo dados divulgados pelo sociólogo Paulo Machado. O sociólogo falava num encontro promovida pela Estrutura de Missão contra a Violência Doméstica sobre esta temática. Segundo o sociólogo e investigador, que apresentou a cartografia da Violência Doméstica em Portugal entre 2000 e 2005, o crescimento anual médio destes crimes nos últimos cinco anos foi 10,5 por cento no conjunto das duas forças de segurança. Este crescimento foi quase três vezes superior na Guarda Nacional Republicana: 16,5 por cento na GNR e 6,8 na PSP.

    Mil milhões de pessoas sem acesso a água potável






    mil_milhoes_pessoas_acesso_a_agua_po.html

    KIM LUDBROOK / epa
    Água imprópria é a segunda causa de morte infantil neste início do século XXI


    Mil milhões de pessoas sem acesso a água potável


    Helena Norte


    É um direito negado a mil milhões de pessoas. O acesso a água potável significa, para milhões de seres humanos, a diferença entre a vida e a morte, mas poucos são os que pensam nisso quando abrem inconscientemente a torneira da água, sem nunca se deterem para pensar que se trata de um bem escasso. E esgotável.


    O Relatório do Desenvolvimento Humano 2006, intitulado "A água para lá da escassez poder, pobreza e a crise mundial da água", sublinha o valor de um recurso tão necessário como negligenciado e deixa alguns alertas muito preocupantes. Os sinais da utilização excessiva são "perturbadoramente claros" e a luta pela água vai intensificar-se, nas próximas décadas, afirma Kemal Dervis, administrador do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD).


    Na água, como em todos os bens desigualmente distribuídos, os preços contribuem para reforçar as profundas assimetrias. Se o Mundo é uma aldeia global, a verdade é que tem algumas avenidas escandalosamente luxuosas e muitas ruelas paupérrimas, onde falta quase tudo, incluindo água e saneamento básico. Neste início do século XXI, a água suja é a segunda causa de morte infantil. Todos os dias morrem 4900 crianças devido a diarreia causada por privação de água potável. Somando os óbitos por causa da diarreia, conclui-se que, em 2004, foram seis vezes mais do que a média anual de mortes ocorridas por conflitos armados na década de 1990.


    Mais de 2600 milhões de pessoas não têm saneamento básico. A importância de uma simples sanita com autoclismo afere-se em mortes de crianças. Os autores do Relatório referem que estudos realizados no Peru e no Egipto comprovam que o acesso a instalações sanitárias condignas pode baixar a mortalidade infantil em cerca de 60%.


    Uma das "ironias cruéis" apontadas no Relatório é que a água é mais cara nos locais pobres do que nas regiões mais ricas. Nos bairros de lata de Nairobi, a água custa dez vezes mais do que nas zonas ricas da mesma cidade. Os contrastes também podem ser avaliados a uma escala global. Em países como El Salvador, Nicarágua e Jamaica, os gastos com água ascendem a 10% dos rendimentos familiares, enquanto nos Estados Unidos não ultrapassam os 3%.


    O acesso a água e a saneamento básico condiciona fortemente o Objectivo de Desenvolvimento do Milénio, um conjunto de metas traçadas para 2015. No entanto, mesmo que os marcos sejam cumpridos - o que, para já, não parece muito crível tendo em conta que "o Mundo está a conseguir resultados aquém dos que são necessários" -, continuarão a existir mais de 800 milhões de pessoas sem água e 1,8 mil milhões sem saneamento em 2015.


    Nesse ano, a Agência Norte- -americana lançará o Projecto das Luas Geladas de Júpiter para explorar as possibilidades de vida naquele planeta. A "ironia", sublinha o documento do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, de gastar milhares de milhões de dólares a procurar formas de vida noutro planeta seria imensa e trágica se, ao mesmo tempo, se permitisse a destruição dos recursos da Terra por falta de tecnologias muito menos exigentes.


    "Oferecer um copo de água potável e uma instalação sanitária pode ser um desafio, mas não é ciência aerospacial."

    Quinta-feira, Novembro 09, 2006

    R de Charles Taze Russell


    Tradução de:

    stories/DN-rela-to-z_04rel.State.Edition1.3eae4fa.html

    R de Charles Taze Russell

    09:07 AM CST Terça-feira, 7 de Novembro de 2006
    Charles Taze Russell (1852-1916) liderou um pequeno estudo da Bíblia em Allegheny, Pa., no início dos anos 1870. Ele cresceu rapidamente, vindo a constituir as Testemunhas de Jeová.
    O pastor Russell, como veio a ficar conhecido, conduziu o seu grupo através de versículos bíblicos relacionados com a Segunda Vinda. Ele fundou a revista The Watchtower [A Torre de Vigia, hoje A Sentinela em português — NT] em 1879 e a Zion's Watch Tower Tract Society [Sociedade Torre de Vigia de Tratados de Sião — NT] em 1881.
    Ele viajou e pregou extensivamente. As suas mensagens apocalípticas foram frequentemente publicadas em jornais, e os seus seguidores iam de porta-em-porta, testemunhando e entregando literatura.
    Ele resistiu a ser rotulado como denominação oficial, preferindo apenas organizar sociedades de tratados. Mas na sua sequência global veio gradualmente a degenerar em dois grupos – a Associação Internacional dos Estudantes da Bíblia em 1914 e as Testemunhas de Jeová, como vieram a ficar conhecidas a partir de 1931.
    Tyra Damm
    FONTES: The Religious History of America [História Religiosa da América] de Edwin Gaustad e Leigh Schmidt; the Perennial Dictionary of World Religions [Dicionário Perene das Religiões do Mundo]; www.watchtower.org. Fotos cortesia de
    www.pastor-russell.com.
    Trad. por Carlos Queiroz

    Nagorno-Karabakh: Sem garantias a favor dos objectores de consciência religiosos




    Tradução de:

    http://www.forum18.org/Archive.php?article_id=866
    9 de Novembro de 2006

    NAGORNO-KARABAKH: Sem garantias a favor dos objectores de consciência religiosos
    Por Felix Corley, Forum 18 News Service <http://www.forum18.org>
    A proposta Constituição do Nagorno-Karabakh poderá ter algum impacto na prática. No entanto, activistas dos direitos humanos e crentes religiosos estão preocupados, segundo disseram ao Forum 18 News Service, quanto à ausência de qualquer garantia de serviço alternativo não-militar. "Se o serviço alternativo não fizer parte da Constituição, não será possível que ela seja introduzido mais tarde - a Constituição não é um dogma. Mas será cada vez mais difícil" disse Albert Voskanyan do Centro de Iniciativas Civis ao Forum 18. "É mau que tal provisão não esteja lá, assim como é mau que não esteja na Constituição Arménia", disse ao Forum 18 Lyova Markaryan, advogada das Testemunhas de Jeová. Duas Testemunhas de Jeová e um Baptista foram levados para a prisão em anos recentes por se terem recusado a cumprir o serviço militar por motivos de consciência. Alguns expressaram também preocupação sobre o reconhecimento dado no projecto de Constituição à "missão exclusiva" da Igreja Apostólica Arménia como "igreja nacional".
    [ler mais...]
    Trad. por Carlos Queiroz

    Incêndio desabriga 10 religiosos brasileiros em Moçambique



    Incêndio desabriga 10 religiosos brasileiros em Moçambique

    Maputo, 08 Nov (Lusa) - O principal templo da Igreja Testemunhas de Jeová na província de Manica, centro de Moçambique, ficou destruído nesta quarta-feira devido a um incêndio, que desabrigou dez pastores e uma funcionária que viviam no local, todos brasileiros.

    O pastor Adalton Freitas, que morava no templo, disse à Agência Lusa que o incêndio teve início na manhã desta quarta e foi provocado por um vazamento de gás.

    Freitas afirmou que "o local ficou em cinzas, devido à incapacidade dos bombeiros de apagar o fogo, por causa da insuficiência de meios".

    Um caminhão-pipa de uma empresa agrícola chegou a ser levado ao local do incêndio, mas não conseguiu combater as chamas, acrescentou o religioso brasileiro.

    O templo, onde também funciona a sede administrativa da Igreja Testemunhas de Jeová, fica em frente à delegacia de Polícia da província de Manica, mas os oficiais em serviço no momento do incêndio também não conseguiram controlar o fogo.

    O comandante do Corpo de Bombeiros em Manica, Fernando Vale Ibrahim, disse à Agência Lusa que o único caminhão-pipa com que trabalham os bombeiros na região está avariado.

    Quarta-feira, Novembro 08, 2006

    Práticas religiosas durante a hospitalização: Líderes religiosos reunidos em Lisboa





    Líderes religiosos reunidos em Lisboa

    O III Seminário “Saúde e Religião - Intervir em Saúde em Contextos Migratórios”, decorreu terça-feira na Universidade Lusófona, em Lisboa, tendo os líderes religiosos apelado aos hospitais portugueses para que respeitem as diferentes crenças religiosas e permitam o cumprimento dos seus rituais, especialmente em doentes terminais.
    Paulo Borges da União Budista de Portugal disse que um doente budista em situação de internamento esperava respeito pelas suas práticas diárias de meditação, pela alimentação vegetariana que segue e pelos medicamentos que lhe são ministrados.
    Também D. Januário Torgal Ferreira, bispo das Forças Armadas e de Segurança, defendeu a diversidade espiritual nos hospitais portugueses e congratulou-se por alguns receberem membros de outras religiões, como acontece no Hospital de São João, no Porto.
    Por seu lado, o líder espiritual da comunidade islâmica, sheik Munir, afirmou que "hoje em dia já é mais fácil recitar versículos" no hospital a um doente em fase terminal. O sheik Munir disse ainda que aconselham os hospitais a "tratar o corpo (em caso de morte) bem e o mais rápido possível" porque o funeral tem de ser feito em 24 horas.
    Ainda segundo dados apresentados no seminário foi referido que em Portugal, cerca de 700 médicos são colaboradores na administração de tratamentos hospitalares sem recurso ao sangue em doentes que professam a doutrina das Testemunhas de Jeová.
    Fonte: Lusa MNI-Médicos Na Internet
    8 de Novembro de 2006

    Portugal: Líderes religiosos apelam aos hospitais para respeitarem as várias crenças


    http://www.acime.gov.pt/modules.php?name=News&file=article&sid=1599

    Sociedade: Saúde: Líderes religiosos apelam aos hospitais para respeitarem as várias crenças Publicado em 07-11-2006 Tema: Notícias

    Líderes religiosos apelaram no dia 7 de Novembro, em Lisboa, aos hospitais portugueses para que respeitem as diferentes crenças religiosas e permitam o cumprimento dos seus rituais, especialmente em doentes terminais.
    O apelo foi realizado durante o “III Seminário Saúde e Religião - Intervir em Contextos Migratórios”, que decorreu na Universidade Lusófona, em Lisboa. Paulo Borges, da União Budista de Portugal, referiu que um doente pode desejar ter assistência espiritual, e esse direito deve ser respeitado. D. Januário Torgal Ferreira, bispo das Forças Armadas e de Segurança, defendeu a diversidade espiritual nos hospitais portugueses e congratulou-se por alguns receberem membros de outras religiões. D. Januário referiu haver já hospitais, como o S. João, no Porto, que não disponibilizam apenas uma assistência religiosa, mas uma assistência espiritual. Pela experiência que tem com comunidades imigrantes, D. Januário Torgal Ferreira defendeu que não vale a pena tratar apenas do corpo, é preciso tratar da pessoa.
    Por seu lado o sheik Munir, da comunidade islâmica, afirmou que o cumprimento de preceitos religiosos desta comunidade, como a recitação dos versículos, é recomendável, mas há uns anos era muito mais complicado cumprir estes preceitos. O sheik Munir referiu ainda que, em caso de morte, os crentes deverão realizar o funeral em 24 horas. Criticou, por isso, os horários dos hospitais e dos cemitérios em Portugal, que impedem muitas vezes a realização atempada dos funerais.
    Neste seminário participaram ainda representantes das Testemunhas de Jeová, da Comunidade Hindu e da Aliança Evangélica.

    Portugal: Aborto não, contraceptivos sim: Movimentos islâmicos, budistas, hindús e testemunas de Jeová reuniram-se



    2006/11/07 16:59

    Movimentos islâmicos, budistas, hindús e testemunas de Jeová reuniram-se
    A maioria dos movimentos religiosos presentes esta terça-feira num seminário em Lisboa manifestou-se contra o aborto, tendo alguns defendido a utilização de métodos contraceptivos pelos casais.
    «Se o aborto for feito para salvar a vida da mãe, então é permitido, caso contrário não», disse à agência Lusa o líder espiritual da comunidade islâmica em Lisboa, sheik Munir. O responsável justificou a posição contra o aborto com o facto de o Islão permitir a prevenção da gravidez.
    «Consideramos que nessas condições é uma injustiça abortar», disse o líder espiritual, acrescentando que a gravidez é vista como «uma bênção».
    Também o representante da União Budista de Portugal afirmou que o aborto não é aceite pela sua religião, que considera um «acto negativo interromper involuntariamente uma vida».
    «Aceitamos a contracepção, desde que não seja abortiva. Porque consideramos que há uma vida que se está a formar desde o primeiro momento da concepção», disse Paulo Borges.
    As Testemunhas de Jeová também são contra o aborto, porque acreditam que a «vida é uma dádiva de Deus, por isso, cada um tem obrigação de respeitar e bem tratar aquilo que lhe é dado», afirmou Orlando Teodoro.
    De acordo com o representante daquela confissão religiosa, as Testemunhas de Jeová «não praticam o aborto, não bebem e não fumam».
    O representante da Comunidade Hindu, José Carlos Calazans, afirmou que o hinduísmo «não defende o aborto ou qualquer outra forma de interrupção da vida».

    Terça-feira, Novembro 07, 2006

    Alterações climáticas rápidas






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    Administração norte-americana deverá manter posição de não ratificar Quioto
    Alterações climáticas rápidas


    “As alterações climáticas estão a emergir rapidamente, como uma das mais graves ameaças à humanidade”. Em tom alarmista, a 12ª conferência internacional sobre clima pôs a tónica na necessidade de inverter a tendência. Estados Unidos mantêm decisão de não ratificar Quioto.

    A 12ª conferência internacional sobre clima, que pretende reforçar a luta contra as alterações climáticas, iniciou-se ontem em Nairobi, com o vice-presidente queniano a classificar o aquecimento global como “uma das mais graves ameaças” que a humanidade já enfrentou. A conferência das Nações Unidas realiza-se este ano, e pela primeira vez, num país da África Sub-saariana, continente altamente atingido pelas alterações climáticas e secas frequentes. “As alterações climáticas estão a emergir rapidamente, como uma das ameaças mais graves com que a humanidade já se confrontou”, disse Moody Awori na abertura do encontro. “As economias sub-saarianas são as mais atingidas. Mais de 70 por cento da população vive no campo” e depende da agricultura, acrescentou o vice-presidente do Quénia.
    A organização ambientalista Fundo Mundial para a Vida Selvagem avisou do facto de o aquecimento do planeta “limitar o desenvolvimento de África” e considerou que os maiores poluidores devem ajudar a “criar protecções. Podemos ver os primeiros efeitos no leste de África”, devido ao aumento das temperaturas, salientou a WWF em comunicado. “O mundo ainda pode evitar as perigosas alterações do clima, mas a janela de oportunidade está a fechar rapidamente”, preveniu a organização. Por seu turno, a Greenpeace lançou “um apelo urgente aos governos para que actuem contra o problema”.
    A posição dos Estados Unidos sobre o Protocolo de Quioto, que não ratificou, deve manter-se “durante a presidência” de George W.Bush, declarou o presidente da delegação americana na conferência.
    Questionado sobre se Washington alteraria a sua posição após a divulgação, em Outubro, do «Relatório Stern», alarmante sobre o aquecimento global, Harlan Watson respondeu que não tinha “qualquer indicação de que haja uma mudança de posição da nossa parte durante a actual presidência”. Segundo o estudo do economista britânico Nicholas Stern, as alterações climáticas poderão custar à economia mundial 5,5 mil milhões de euros, se os governos não tomarem medidas drásticas em 10 anos.

    Segunda-feira, Novembro 06, 2006

    Brasil (Belém, Pará): Encontro religioso deve atrair dois mil


    http://www.portalorm.com.br/oliberal/interna/default.asp?modulo=247&codigo=205813

    Encontro religioso deve atrair dois mil
    Cerca de dois mil integrantes da 'Testemunhas de Jeová' se reúnem hoje, a partir das 9h30, no ginásio de esportes 'Nagib Salomão Roosy', no município de Benevides, onde acontecerá a 'Assembléia de Circuito' da entidade, concentrando durante todo o dia os seguidores na capital e no interior. Eles estarão em harmonia com outros onze milhões de membros da organização que também estarão reunidos em vários lugares do mundo no mesmo dia.
    O tema da assembléia será 'Armazene tesouros no céu' e, segundo um dos coordenadores do evento, Emanoel Amaral dos Santos, a finalidade é reunir o maior número possível de seguidores da doutrina das 'Testemunhas de Jeová' num grande evento de evangelismo. Ele explica que o tema é uma metáfora sobre a necessidade da ação do homem em vida e o seu posicionamento ao lado de Deus.
    O objetivo, segundo o coordenador, é repassar instruções específicas sobre a Bíblia, considerada pelos 'Testemunhas de Jeová' como a palavra de Deus.
    As palestras do evento serão ministradas pelos líderes do movimento no Pará, Damião Lemos e Antônio Firmino, denominados de anciãos ou servos ministeriais dos Testemunhas de Jeová.
    Em todo o Pará há cerca de 20 mil seguidores da doutrina, distribuídos por 220 congregações na capital e em vários municípios e localidades, como Ananindeua, Vigia, São Caetano de Odivelas, Colares, Santo Antônio do Tauá, Santa Isabel, Benvides, Murinim, Benfica, Marituba e outros.No Brasil, há mais de 637 mil membros e nove mil congregações. A 'Assembléia de Circuitos' das Testemunhas de Jeová ocorre anualmente no município de Benevides, reunindo os seguidores da doutrina no Pará.

    Domingo, Novembro 05, 2006

    Já só restam 23% de floresta virgem



    ja_restam_23_floresta_virgem.html

    Já só restam 23% de floresta virgem
    Já só restam 23% de área de floresta virgem numa vasta zona da Amazónia brasileira que abarca os estados do Pará e do Maranhão, a mais explorada desde o século XIX.

    Um grupo de cientistas do Museu Emilio Goeldi, de Belém do Pará, e da organização não governamental Conservação Internacional compararam imagens de satélite e investigações levadas a cabo no terreno durante um ano. E concluíram que aquela zona de 243 mil km quadrados (duas vezes o tamanho de Portugal), que alberga 30 espécies endémicas, é a região mais ameaçada do Norte do país. O pouco de floresta que ainda resta foi protegida graças às reservas indígenas da região, afectada pela criação de pastos para agropecuária e pelo abate de árvores em tamanhos ilegais, acelerados com a abertura de estradas na década de 1960.

    A taxa de destruição é a pior a seguir à da Floresta Atlântica, vegetação que outrora cobria toda a costa brasileira e de que hoje apenas restam 7%

    Sábado, Novembro 04, 2006

    CO2 na atmosfera atinge recorde em 2005


    http://jornal.publico.clix.pt/noticias.asp?a=2006&amp;m=11&d=04&uid=&id=105690&sid=11664

    Director: José Manuel Fernandes Directores-adjuntos: Nuno Pacheco e Manuel Carvalho
    POL nº 6065 Sábado, 4 de Novembro de 2006

    CO2 na atmosfera atinge recorde em 2005

    A concentração de dióxido de carbono (CO2) na atmosfera atingiu um novo recorde em 2005, segundo a Organização Meteorológica Mundial. O nível médio, segundo medições feitas em vários pontos do globo, foi de 379,1 partes por milhão (379,1 moléculas de dióxido de carbono por cada milhão de moléculas de ar).

    O dióxido de carbono é o gás com origem humana que mais contribui para as alterações climáticas. Quando mais CO2 na atmosfera, maior é o poder de aquecimento da Terra.

    A concentração de CO2 manteve-se estável durante dez mil anos, em torno de 280 partes por milhão. Mas desde a Revolução Industrial, na segunda metade do século XVII, subiu 35 por cento. Entre 2004 e 2005, aumentou mais 0,53 por cento.

    Dos outros gases com efeito de estufa produzidos directamente por actividades humanas, o óxido nitroso (N2O) também aumentou a sua concentração no último ano, em 0,19 por cento, atingido 319,2 partes por mil milhões. O metano (CH4), outro gás capaz de aquecer a Terra, manteve a sua concentração estabilizada em 1783 partes por mil milhões.

    A capacidade de aquecimento de todos os gases com efeito de estufa de vida longa subiu 21,5 por cento desde 1990, diz a Organização Meteorológica Mundial.

    Não está contabilizado o vapor de água, considerado como o principal gás com efeito de estufa, mas que tem vida mais curta e cuja variação está menos relacionada com as actividades humanas.

    Dia de Finados é reverenciado de diferentes formas em Sobral




    http://www.onoroeste.com.br/materia.php?mat_codigo=2130


    Sobral - sábado, 04 de novembro de 2006
    RECORDAÇÕES 03/11/2006
    Dia de Finados é reverenciado de diferentes formas em Sobral
    Redação O Noroeste

    Divulgação
    Cemitério São Francisco, no bairro do Junco.
    Foi intensa a movimentação nos cemitérios São José, São Francisco e Santa Marta, decorados com velas, coroas e flores. Nas missas e orações, foram expressos os sentimentos de saudade, recordação de pessoas queridas. Na entrada do Cemitério São José, no Cruzeiro das Almas, também foram colocadas velas. Para ajudar as pessoas na localização de familiares, foi utilizado um sistema de computador com o cadastro de todos os jazigos.
    “Quem morre não se acaba. Continua existindo em outra dimensão. Por causa disso é que a Igreja pede ao Cristo Ressuscitado que leve nossas homenagens, orações e preces para pessoas que hoje fazem parte da vida imortal. A nossa crença é de que a morte não acaba com a vida, ela transforma a vida”. Com esta reflexão, o cônego Francisco Sadoc de Araújo enfatiza que o Dia de Finados é uma festa religiosa e conseqüência de uma fé de que morrer é uma mudança do tipo de vida.
    Padre Gonçalo de Pinho, pároco da igreja da Sé, complementa: “Para nós, cristãos, a morte é uma passagem dessa vida para a vida eterna; ela não destrói a pessoa humana; a nossa vida continua”. Igrejas, grupos e templos religiosos promoveram atividades distintas, mas com objetivo comum de oferecer integração e conforto espiritual aos fiéis. A Paróquia da Sé realizou missas que, na Catedral, ocorreram às 6h 30min e às 18h 30min; na igreja Menino Deus, às 15h e às 17h; na igreja Coração de Jesus, às 7h; e na zona rural, no distrito de Bonfim, às 9h, e no distrito de Patriarca, às 19h. No mesmo dia, os restos mortais de Dom Walfrido Teixeira Vieira, terceiro bispo de Sobral, foram trasladados do Cemitério São José até a igreja da Sé, em procissão com a presença de familiares, religiosos e do atual bispo Dom Fernando Saburido.
    No Dia de Finados, a lembrança de parentes mortos assume diferentes leituras por religiosos e por pessoas de outros credos. Para os fiéis da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, a Igreja dos Mórmons, O Dia de Finandos é um dia como outro qualquer. José Silvestre Guimarães Coelho, presidente da Estaca Sobral Brasil, explica que os mórmons dão grande importância aos seus ancestrais já falecidos. “Somos ensinados a conhecê-los e dar o devido valor que eles merecem. Devemos conhecê-los, pois um dia voltaremos a viver juntos em família eterna”, conta.
    Para José Coelho, a morte é vista pelas pessoas de fé e obedientes apenas como uma separação temporária: “Semelhante a uma viagem para um local distante, quando, um dia, estaremos juntos novamente num local de amor e alegria eternos”, diz, acrescentando que para os mórmons a morte faz parte da vida. Os espíritas também não adotam um ritual religioso no Dia de Finados, mas ficam à vontade para visitar ou não seus entes mortos. Há certo sincretismo religioso nessa data, segundo o espírita Martonio Holanda. “Não se tem um ritual de ir ao cemitério como os católicos, porém alguns espíritas praticam esse costume. Para nós, espíritas, há na vida na terra uma consciência maior de continuidade, de evolução, purificação espiritual do ser humano, através de outras vidas, através da reencarnação”.
    Otacílio Vasconcelos, coordenador do Grupo Espírita Bezerra de Menezes, a Doutrina Espírita considera a morte algo inexistente. “É apenas uma passagem para uma nova vida na terra”, afirma. No Dia de Finados, Otacílio explica que não há uma programação específica para a data. Segundo ele, a Doutrina Espírita não apenas patenteia a imortalidade da vida, mas também demonstra o continuísmo da evolução do ser, em diferentes esferas da Terra.
    Já para as Testemunhas de Jeová, a interpretação desse dia é uma reflexão sobre o que se deve fazer pelos vivos. “Segundo a Bíblia, os mortos estão inconscientes: o que se deve fazer é pelos vivos, enquanto podemos. Nós nos empenhamos em fazer pelos nossos vivos, os mortos deixamos nas mãos de Deus”, explica Wilson Dias, representante da religião em Sobral. Para as Testmunhas de Jeová, qualquer perspectiva de vida futura depende inteiramente da vontade de Deus. “Não temos nenhuma tradição em honrar os mortos porque entendemos que a Bíblia ensina isso, porque acreditamos que os mortos estão inconscientes”, argumenta.

    Sexta-feira, Novembro 03, 2006

    Escândalo sexual provoca renúncia de pastor nos EUA



    2006/11/061103_igrejaescandalo_ac.shtml

    Escândalo sexual provoca renúncia de pastor nos EUA
    Foto:
    O reverendo Ted Haggard é um ferrenho opositor do casamento gay
    O presidente da Associação Nacional de Evangélicos dos Estados Unidos, que congrega 30 milhões de membros, renunciou depois de ser acusado de pagar para ter relações sexuais com outro homem nos últimos três anos.
    O reverendo Ted Haggard, conhecido por ser um ferrenho opositor do casamento gay, anunciou que estava se afastando também do comando de sua igreja, a New Life, que reúne 14 mil fiéis, até que o caso seja resolvido. Disse ainda que nunca teve um relacionamento homossexual e que era fiel a sua esposa.
    Pai de cinco filhos, Haggard assumiu a presidência da associação em 2003 e é um dos cristãos evangélicos mais influentes dos Estados Unidos.
    O reverendo promoveu campanhas contra as propostas de legalização do casamento entre pessoas do mesmo sexo nos Estados Unidos. Durante as eleições parlamentares da próxima semana, diversos Estados americanos terão votações simultâneas sobre o tema.
    Foto:

    Mike Jones disse que foi pago para manter relações sexuais com o reverendo Haggard
    As acusações ao reverendo Haggard foram feitas por um homem durante um programa de rádio em Denver, no Colorado. Mike Jones afirmou que, nos últimos três anos, foi pago para manter relações sexuais com Haggard quase todos os meses.
    Jones afirmou ainda que estava revelando detalhes do relacionamento devido à posição pública do reverendo Haggard a respeito do casamento homossexual.
    "Me deixou zangado o fato de alguém que se opunha tão fortemente ao casamento gay manter relações homossexuais atrás dos bastidores", disse Jones à agência de notícias Associated Press.

    Estudo: Stocks de peixe no mar esgotados até 2048


    http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=13&id_news=249050

    Estudo: Stocks de peixe no mar esgotados até 2048
    Os stocks de peixe no mar deverão esgotar-se até 2048 caso se mantenha a actual taxa de extinção das espécies marinhas, indica um estudo hoje divulgado na revista Science.
    De acordo com um levantamento feito por uma equipa internacional de cientistas, os stocks de peixe já diminuíram cerca de 33%, uma taxa que continua a aumentar.
    No entanto, os cientistas acreditam que ainda é possível inverter a tendência, se forem alargadas as áreas protegidas nos oceanos.
    «Exploramos os oceanos esperando e supondo que haverá sempre uma nova espécie para ser explorada depois de acabarmos completamente com a última», disse o cientista Boris Worm, da Universidade Dalhousie, do Canadá, que coordenou o estudo.
    «Se não mudarmos fundamentalmente a forma como administramos o conjunto das espécies marítimas, este século será o último século com frutos do mar na natureza», adverte outro cientista envolvido no projecto, Steve Palumbi, da Universidade de Stanford.
    O estudo foi feito com base na análise dos índices de pesca em alto-mar, da pesca praticada em determinadas regiões costeiras e de experiências realizadas em pequenos ecossistemas e noutros onde a pesca é restrita ou protegida.
    Em 2003, 29% das instalações pesqueiras em alto-mar estavam em estado de ruptura, o que significa que a sua produção tinha caído para menos de 10% do original.
    Nem mesmo a utilização de embarcações maiores, redes mais eficazes e novas tecnologias para encontrar peixe conseguiram aumentar o volume de pescado. Na realidade, houve uma queda de 13% no total pescado no mundo entre 1994 e 2003.
    O estudo também alerta que a tendência é que a perda da biodiversidade venha a causar o encerramento de mais praias, inundações e disseminação de algas potencialmente nocivas.
    03-11-2006 13:50:56

    Quinta-feira, Novembro 02, 2006

    Duas pessoas desmaiam ao ver filme de terror ("Jogos Mortais 3") na Inglaterra


    http://cinema.terra.com.br/interna/0,,OI1222654-EI1176,00.html

    Cinema e DVD
    Terça, 31 de outubro de 2006, 12h50 Atualizada às 13h23

    Duas pessoas desmaiam ao ver filme de terror na Inglaterra
    Três pessoas passaram mal durante exibição de Jogos Mortais 3 em uma única sala de cinema na Inglaterra, na sexta-feira, dia de estréia do filme, informou a BBC. Duas delas desmaiaram enquanto assistiam às cenas do longa-metragem.
    Jogos Mortais 3 lidera bilheterias dos EUA Jogos Mortais III traz tortura, sangue e morte aos cinemas Ator de Jogos Mortais usa sangue real para promover filme
    Ambulâncias foram solicitadas pelos funcionários do cinema e encaminharam ao hospital um dos espectadores. Os outros dois foram medicados no local.
    Em uma outra sala de cinema, um homem também passou mal e responsabilizou as fortes imagens do filme. O porta voz do serviço médico inglês, Matthew Ware, alertou: "Quem for sensível a cenas fortes, não deve assistir ao filme".
    Uma outra mulher de 22 anos passou mal em um cinema diferente dos anteriores, mas não há confirmação de que ela estaria assistindo a Jogos Mortais 3.
    O filme conquistou o topo das bilheterias no final de semana de estréia nos Estados Unidos e Reino Unido.

    Portugal recebe menos imigrantes desde 2001





    portugal_recebe_menos_imigrantes_des.html

    Portugal recebe menos imigrantes desde 2001
    Foto: fernando timóteo
    Construção é um dos sectores que mais empregam imigrantes ilegais



    O número de estrangeiros a entrar em Portugal tem vindo a diminuir desde 2001. À excepção dos cidadãos oriundos do Reino Unido, as entradas de imigrantes registaram quedas significativas. O número de ucranianos, por exemplo, baixou 98% de 2001 para 2004.
    De acordo com o relatório "Perspectivas das Migrações Internacionais", da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) - que hoje vai ser apresentado em Lisboa -, no ano de 2001, entraram legalmente em Portugal 45 200 imigrantes ucranianos. Em 2004, foram apenas 700.
    A diminuição na entrada de estrangeiros é, aliás, generalizada, segundo o relatório da OCDE. A única excepção é a dos cidadãos provenientes do Reino Unido em 2001, chegaram 900, em 2004, entraram 1200.
    Vivem em Portugal 500 mil estrangeiros, representando 4,5% da população. A maioria é oriunda do Brasil (66700), Ucrânia (65 800) e Cabo Verde (64 300). Dos 1346 estrangeiros que adquiriram a nacionalidade portuguesa em 2004, os cidadãos brasileiros (307) estão em maior número, seguindo-se os venezuelanos (301) e cabo-verdianos (274). Em relação a 2003, registou-se uma ligeira quebra no número de aquisições de nacionalidade.

    A OCDE analisou também a utilização de mão-de-obra imigrante e concluiu que Portugal continua a usar o trabalho de estrangeiros em situação ilegal em actividades como a construção e a limpeza.

    "Ao mesmo tempo que as quotas estabelecidas pelo Governo para entrada de imigrantes ficam por preencher, os trabalhadores ilegais continuam a entrar no mercado de trabalho português", refere o relatório.

    "Tradicionalmente, a participação de trabalhadores estrangeiros na economia portuguesa era polarizada por pessoas altamente qualificadas e em trabalhos de baixa qualificação (especialmente na construção e na limpeza doméstica). Com a regularização, a balança pendeu para estes últimos", revela a OCDE.

    Menos pedidos de asilo

    O número de pedidos de asilo tem vindo também a diminuir em Portugal e nos restantes países da OCDE desde 2000.

    Portugal é o quarto país daquela organização com menos pedidos de asilo. Em 2005, foram 110 os refugiados que pediram asilo. De acordo com o relatório, a Estónia, a Letónia e a lslândia são os países menos procurados. A França e os EUA lideram a lista dos países com mais solicitações de asilo (50 050 e 48 770, respectivamente).

    A OCDE conta com 30 membros e tem como objectivo promover a economia de mercado a nível internacional, sem esquecer as preocupações de carácter social.

    Quarta-feira, Novembro 01, 2006

    Um quarto dos jovens vive abaixo do limiar de pobreza



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    Um quarto dos jovens vive abaixo do limiar de pobreza

    Um em cada quatro jovens em todo o Mundo, cerca de 300 milhões de pessoas, vive abaixo do limiar da pobreza, segundo um relatório da Organização Internacional de Trabalho (OIT).

    O número de jovens entre 15 e 24 anos que estão desempregados aumentou de 74 milhões, em 1995, para 85 milhões, no ano passado, o que representa um crescimento de 14,8%.

    Segundo a OIT, as taxas de desemprego nos jovens são apenas a ponta do iceberg dos problemas que os jovens enfrentam no mercado laboral e não oferecem uma imagem completa dos desafios por enfrentar.

    A população juvenil cresceu 13,2% entre 1995 e 2005, enquanto a disponibilidade de empregos para este segmento da população só registou um crescimento de 3,8%. Como consequência, os jovens desempregados representam 44% do total de desempregados no Mundo.

    Acesso à educação

    As regiões do Médio Oriente e do Norte de África registam a taxa mais e levada de desemprego juvenil (25,7%), quase o dobro do valor encontrado na União Europeia que se situa nos 13,1%. O relatório revela ainda que mesmo no caso em que existe emprego isso não representa uma garantia de sustentabilidade económica para os jovens.

    A pobreza, adianta a OIT, persiste em cerca de 56% dos jovens trabalhadores, que se confrontam também com a possibilidade de ter largas jornadas de trabalho, contratos a termo certo, salários baixos, protecção social reduzida ou inexistente.

    O documento regista também "um preocupante" aumento no número de jovens que não trabalha nem estuda. Na verdade, o acesso à educação continua a ser um problema para muitos jovens e o analfabetismo ainda é um desafio importante em muitos países em desenvolvimento.

    O relatório mostra também que os desafios são maiores para as mulheres, já que nalgumas regiões, devido a tradições culturais, existe a falta de oportunidade para que a mulher possa entrar no mercado laboral.

    Criar melhor emprego

    A OIT considera que serão necessários 400 milhões de empregos produtivos, ou seja mais e melhor emprego, para aproveitar o potencial da juventude actual. "A incapacidade das economias para criar empregos produtivos está a atingir os jovens em todo o Mundo", disse o director-geral da OIT, Juan Somavia.Segundo este, além de gerar um défice de oportunidades de trabalho e altos níveis de incerteza económica, esta preocupante tendência ameaça acabar com as perspectivas económicas de um dos principais recursos, os jovens. "Neste momento, estamos a desperdiçar em potencial económico uma grande parte da população, em especial nos países em desenvolvimento, que são os que menos podem permitir isso. Por isso, os países devem concentrar-se nos jovens", disse.

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